"Uma Aliança de Choque" de Amanda Quick

Sinopse:
Amanda Quick regressa com o seu novo e emocionante romance de mistério, em que apresenta uma aliança extraordinariamente compatível e incendiária entre Tobias March e a sua atraente companheira, Lavinia Lake.
Um convite para uma festa no campo, oferece uma solução perfeita para o mais irritante desafio com que ultimamente se deparavam: como fugir ao caos de Londres, em busca de um local retirado, longe das más-línguas e dos olhares curiosos.
Contudo, os planos dos amantes são arruinados, quando o primeiro interlúdio do fim-de-semana é interrompido pelo aparecimento de uma mulher espantosa, vinda do passado de Tobias.
A beleza de Aspasia Gray é tão assombrosa quanto a sua ligação com Tobias. O seu noivo, há muito falecido, era amigo deste, para além de ser um assassino excêntrico. A misteriosa natureza do laço que une Tobias e Aspasia incomoda Lavinia, principalmente porque o seu primeiro encontro com Aspasia tem lugar quando a encontra no quarto de Tobias... Aparentemente, Aspasia procura protecção - e consolo - depois de receber uma agoirenta mensagem que, misteriosamente, lhe recorda o pasado.
De súbito os obstáculos entre Tobias e Lavinia já não se limitam aos mexericos de Londres e tornam-se perigosos. Quando os acontecimentos no castelo surgerem que alguém quer imitar os métodos do assassino morto, a equipa formada por Tobias e Lavinia prossegue afanosamente a investigação, cujas pistas os levam das mais elegantes caçadas na alta sociedade e dos mais discretos esconderijos, para as ruelas sombrias de Londres. A intriga inflama-se a par da relação de ambos. Em breve, Lavinia terá de empregar todos os seus talentos para desorientar o meliante que tão indelicamente lhes interrompeu o rendez-vous. Depois ela e Tobias podem voltar a entregar-se aos seus prazeres...

A minha opinião:
Optei por ler este livrito agora, que me faltavam apenas 3 dias para ir de férias. É que a Amanda lê-se Quick! Lol
Bem, agora a sério, esta é uma autora que não me agrada nem desagrada. São livros que se lêem com facilidade, e as suas histórias apesar de bem temperadas com mistério, são talvez um pouco picantes demais para o meu gosto (há demasiadas cenas "com bolinha", se é que me faço entender). Este livro não fugiu à regra, mas leu-se bem.
Uma característica que me agradou foi a época em que se desenrola a acção. Gosto dos pormenores sobre a roupa e penteados. Permite-nos imaginar as cenas com exactidão.
Gostei. :)

(Obrigada afilhada aviciada por mais este empréstimo!)

"Xeque ao Rei" de Joanne Harris

Sinopse
Por detrás de uma fachada irrepreensível agitam-se segredos antigos…
Em St Oswald's - uma selecta escola secundária masculina do Norte de Inglaterra - um novo ano escolar acabou de começar, mas para os seus funcionários e alunos sopram ventos indesejados de mudança. Todo um universo de novas tecnologias e valores se tem vindo a impor e Roy Straitley, professor de Latim, excêntrico e já veterano na escola, sente-se excluído e, ainda que de forma relutante, capaz de contemplar a hipótese de se reformar. Mas, por detrás das pequenas rivalidades, disputas infantis e crises quotidianas da escola, agita-se algo mais sombrio. E um rancor, secreta e cuidadosamente alimentado durante treze anos, está prestes a eclodir.
Quem é o misterioso autor das cruéis partidas que estão a tornar-se gradualmente mais violentas – e talvez fatais?
E como pode um velho, já obscuro e meio-esquecido escândalo tornar-se na pedra que derrubará o gigante?


A minha opinião
Joanne Harris é uma das minhas autoras favoritas, mas verdade seja dita, alguns dos seus livros não são nada fáceis. Este foi um desses. Só mesmo a minha predilecção por ela é que me levou a não desistir. Entretanto, lá para o meio do livro, algo a modos que "despertou" e entrei na história, apreciando-a como deve de ser. A 2/3 do livro a reviravolta na história quase me fez recomeçar a leitura desde o principio e já não o consegui largar até o terminar.

É esta a "magia" de Joanne Harris, que já tinha testemunhado noutros livros dela como é o caso de "Na Corda Bamba".
Resumindo e concluindo, é um livro muito interessante!
Gostei bastante. :)

(Muito obrigada, querida Ligiafteixeira por mais este empréstimo!)

"A Fúria das Vinhas" de Francisco Moita Flores

Sinopse
Uma história emocionante passada nos socalcos do Douro no tempo em que se abriam as portas da ciência e do conhecimento.
Este romance recupera factos e histórias que Francisco Moita Flores não incluiu na série que escreveu para a RTP com o título A Ferreirinha. Narra a epopeia da luta contra a filoxera, uma praga que, na segunda metade do século XIX, ia destruindo definitivamente as vinhas do Douro. Na mesma altura em que, por toda a Europa, surgiam as primeiras técnicas e tentativas de criação de um método para a investigação criminal. Moita Flores criou um bacharel detective – Vespúcio Ortigão – que, na Régua, persegue um serial killer, confrontando-se com o medo, com as superstições, com as crenças do Portugal Antigo que, temente a Deus e ao Demónio, estremecia perante o flagelo da praga e dos crimes. É uma ficção, é certo, mas também um retalho de vida feita de muitos caminhos que a memória vai aconchegando conforme pode.

A minha opinião:
Um livro extraordinário! Ainda bem que o maridão insistiu para que o lesse. (conhece-me bem, não?)
Fiquei fascinada com esta história, não só por se passar numa região que eu muito prezo (e muito me diz) como também pela força dos seus personagens.
Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, era uma força da natureza, característica tão comum nas mulheres daquelas paragens. :) Adorei conhecê-la.
Adorei conhecer também a evolução da Região Demarcada do Vinho do Porto, o nascer do Douro como nós o conhecemos, a construção da linha-férrea até ao Pocinho (uma viagem maravilhosa que tive o prazer de fazer sozinha aos meus 18 anos, mas do Pocinho ao Porto), o nascimento da ciência forense (Vespúcio Ortigão era um antepassado dos CSI’s!) e toda uma época de grandes revoluções.
Será que estou a ficar fã de romances históricos?
lol
Se sim, é graças à minha boa amiga Betita que este livro, entre tantos outros, me emprestou.

Sobre o autor:
Francisco Moita FloresFrancisco Moita Flores é um especialista na área da criminologia e tem escrito obras de grande sucesso quer em livro quer para televisão. A crítica considera-o um dos melhores argumentistas portugueses e algumas das suas séries são marcos de excelência da ficção portuguesa, como foi o caso d’A Ferreirinha.
Pese o facto de ter dedicado a sua vida ao estudo da violência, da polícia e à ficção, é a primeira vez que escreve um romance policial. A acção decorre no século XIX, nos primórdios da investigação criminal como hoje a conhecemos. Uma história emocionante ocorrida nas vinhas do Douro num tempo que abriu as portas da ciência e do conhecimento ao tempo que é o nosso presente.

(Obrigada Betita, querida amiga, por mais este empréstimo!)

"Maddie - A Verdade da Mentira" de Gonçalo Amaral

Sinopse:
Ninguém, à excepção dos pais de Maddie, sabe tão bem o que se passou naquela noite fatídica de 3 de Maio de 2007.
Gonçalo Amaral escreve na perspectiva da investigação por si conduzida e tem uma forte preocupação factual e de objectividade. Além disso, o livro contém revelações originais e esclarece muitos dos mais controversos aspectos do caso. O texto está apoiado por infogramas e fotografias que facilitam a compreensão do leitor e ilustram os passos da investigação e da conclusão obtida – por mais terrível que a mesma seja: Maddie está morta desde o dia do seu desaparecimento.
Para o autor do livro, Madeleine Beth McCann é a principal preocupação – é ela a vítima, e são as vítimas que têm de ser defendidas pela polícia e perseguidos os culpados do seu sofrimento. Tendo-lhe sido impossibilitado solucionar o caso, devido ao seu afastamento, quando se encontrava eminente a recolha de testemunhos vitais, preferiu abandonar a vida policial activa e retomar a liberdade de expressão não só para lavar a honra das calúnias que sobre si foram lançadas, mas para ajudar a que o caso não caia no esquecimento e a que, mais tarde ou mais cedo, o processo seja reaberto e feita justiça.
A minha opinião:
Confesso que não estava minimamente inclinada a ler este livro, quanto mais a comprá-lo, mas num impulso de última hora, ao passear-me pela Fnac, agarrei num exemplar e dirigi-me para a caixa.
Na verdade, estava com alguma curiosidade sobre este livro, não pelo facto de se tratar de Maddie, tema que infelizmente nos esgotou a paciência à hora dos telejornais no ano passado, mas pelo facto da abordagem ser feita por um antigo responsável da investigação, afastado, o que o libertava do silêncio profissional.
O meu lado CSI veio ao de cima e posso dizer que gostei de “acompanhar” a investigação, que a meu ver, e de acordo com os dados fornecidos pelo autor, foi deturpada pelo lado político de toda a história.
Há algumas revelações inéditas que são surpreendentes, mas o que me agradou particularmente foi poder finalmente destrinçar a verdade das histórias “fabricadas” pelos media.
O que realmente aconteceu com Maddie, é, como diz o autor, do conhecimento de um grupo restrito de pessoas que infelizmente nunca ira chegar a público.
A mim o que me espanta é o poder político por detrás daqueles pais, que consegue minar uma investigação, macular uma polícia considerada entre as melhores do mundo, e rebaixar todo um país com a conivência dos seus próprios governantes.
Portugal ainda é, infelizmente, o “cão que abana o rabo” a Inglaterra.
Deviam ter seguido o exemplo do Marquês de Pombal: “(…) eu sei que o vosso gabinete tem tomado um império sobre o nosso, mas sei também que já é tempo de acabar. Se os meus predecessores tiveram a fraqueza de vos conceder tudo quanto quereríeis, eu nunca vos concederei senão o que devo. Esta é a minha última resolução, regulae-vos por ella (…) .

"Caçadora de Imagens" de Deborah Copaken Kogan

Sinopse:
Acabada de sair da universidade, mas apaixonada pela fotografia, Deborah Copaken Kogan mudou-se para Paris, em 1988, onde foi bater à porta das agências, a pedir que lhe arranjassem trabalho como repórter fotográfica. Pouco tempo depois, partia, num camião, em direcção ao Afeganistão. Era a única mulher - e a única jornalista também - a integrar um grupo de mujaedines, os então rebeldes e auto-intitulados "guerreiros da liberdade". Viajou acompanhada de um jovem francês, bonito, mas perigosamente imprevisível.
A mistura da vida sentimental com o trabalho de fotojornalismo pontua o ritmo dos diferentes capítulos da viagem, que, além de ocorrerem em locais diferenciados e distantes, são "marcados" por homens diferentes.
Do Zimbabué à Roménia, da Rússia ao Haiti, Kogan conduz os seus leitores através de uma viagem que, alargada por uma década, é dominada por guerras, revoluções e sofrimento (a profissão de repórter a isso a obriga), onde as balas, as emboscadas e as minas se misturam com questões do foro pessoal, que vão do sexismo aos medos, à dor ou à "justificação" da própria guerra. Todos estes factos não impedem, no entanto, que, com inesperada frequência, se verifiquem situações hilariantes.

A minha opinião:
Não sou grande fã de autobiografias, no entanto, e como o tema tb me cativou, embarquei nesta leitura. E devo dizer, não me arrependo. Muito pelo contrário!
Gostei imenso de “conhecer” Deborah e ficar a saber do seu percurso como jovem profissional e como mulher.
Devo dizer que este relato é um pouco como as fotografias que qualquer bom fotojornalista tira: rude e crú. Houve partes que não consegui ler. Era demasiado forte. Mas a realidade É por vezes demasiado forte.
Gostei especialmente do último capítulo, onde ela reúne as suas conclusões de vida.
Deborah é, sem dúvida, uma mulher muito especial e sinto-me honrada por ter podido ler a história da sua vida.

(Obrigada Lilalopes por este empréstimo!)

"Os Apanhadores de Conchas" de Rosamunde Pilcher

Sinopse:
Penelope Keeling, filha de artista, é uma mulher suficientemente independente e activa para aceitar passivamente a velhice.
Olha para trás e recorda a sua vida: uma infância boémia em Londres e em Cornwall, um casamento desastroso durante a guerra e o homem que ela verdadeiramente amou.
Teve três filhos e aprendeu a aceitar cada um deles com as suas alegrias e desilusões.
Quando descobre que o seu bem mais importante vale uma fortuna - Os Apanhadores de Conchas -, um quadro que o pai lhe deu de presente e pintado por ele próprio, é ela que passa a decidir e determinar se a sua família continuará a ser mesmo uma família ou se se fragmentará definitivamente.

Os Apanhadores de Conchas é o 13º livro de Rosamunde Pilcher e é, sem dúvida, o seu melhor romance, confirmado pelas inúmeras semanas na lista dos best-sellers da revista americana Publishers Weekly e do The New York Times Book Review.

A minha opinião:
Adorei. É sem dúvida um dos livros que vou guardar no meu top 5 estrelas deste ano.
Quando li recentemente um primeiro livro desta autora (Solstício de Inverno) fiquei de imediato sua fã. Gosto da forma clara e concreta com que nos apresenta as suas histórias e é um prazer conhecer as suas principais protagonistas, sempre tão seguras de si, tão jovens apesar da idade algo avançada, sem dúvida inspiradas nela própria.
Voltando ao livro que me encantou, é sem dúvida um livro perfeito.
Como diz a própria:
«Acho que nada terá o impacto que “Os Apanhadores de Conchas” teve. Tudo o que eu amo está nesse livro: boémios, pintores, pinturas, Cornwall, o que Londres era. Fiquei despojada quando o terminei.»

Mais sobre a autora, aqui.

"O Último Ano em Luanda" de Tiago Rebelo

Sinopse:

Em 1974 uma revolução em Lisboa apanha de surpresa centenas de milhares de portugueses que vivem em Angola. A partir desse dia inicia-se a derrocada imparável de uma sociedade inteira condenada à destruição e à ruína. Em escassos meses, trezentos mil portugueses são obrigados a largar tudo e a fugir, enquanto Luanda, a capital da jóia da coroa do império português, é abalada por uma guerra civil que alastra ao resto do território angolano.
É neste cenário de total desorientação social e de insegurança generalizada que Nuno, um aventureiro que há anos atravessa os céus do sertão angolano no seu avião, Regina e o filho de ambos se movem, numa extraordinária luta para sobreviverem à violência diária, às perseguições políticas, às intrigas e traições que fazem de Luanda uma cidade desesperada.
Esta é a história de coragem e abnegação de um casal surpreendido num processo de degradação que se deve à recusa do Exército em defender os seus próprios compatriotas, ao desinteresse dos políticos, à total incapacidade do governo de Lisboa para impor os termos de um acordo assinado no Alvor e à intervenção militar das duas potências mundiais envolvidas numa guerra fria.

A minha opinião:
Gostei muito.
É um romance histórico interessante, que retrata a relação de um casal durante o último e atribulado ano de Luanda na mão dos Portugueses. Fiquei a saber um pouco mais sobre esse período, o que me agradou.
Quanto ao autor, por pouco que não me ía desiludindo. ;) Não gosto da forma como termina os seus capítulos, com vaticínios sobre o que vai ou não acontecer. Acho que é um "vício" que ele tem de pôr de lado. De resto, gostei muito, e fico interessada em ler os outros livrinhos deste autor.

(Obrigada Betita por mais este empréstimo! :)

"O Jardim Encantado" de Sarah Addison Allen

Sinopse:
Num jardim escondido por trás de uma tranquila casa na mais pequena das cidades, existe uma macieira e os rumores que circulam dão conta de que dá um tipo muito especial de fruto. Neste encantador romance, Sarah Addison Allen conta a história dessa árvore encantada e das extraordinárias pessoas que dela cuidam... As mulheres da família Waverley são herdeiras de um legado mágico — o jardim familiar, famoso pela sua macieira, que produz frutos proféticos, e pelas suas flores comestíveis, imbuídas de poderes especiais que afectam quem quer que as coma.
Proprietária de uma empresa de catering, Claire Waverley prepara pratos com as suas plantas místicas — desde as chagas que ajudam a guardar segredos até às bocas-de-lobo destinadas a desencorajar intenções amorosas. Entretanto, a sua idosa prima Evanelle é conhecida por distribuir presentes inesperados cuja utilidade se torna mais tarde misteriosamente clara. São elas os últimos membros da família Waverley — com excepção da rebelde irmã de Claire, Sydney, que fugiu da cidade há muitos anos.
Quando Sydney regressa subitamente a Bascom com uma filha pequena, a tranquila vida de Claire sofre uma reviravolta, bem como a fronteira protectora que erigiu tão cuidadosamente em redor do seu coração. Juntas uma vez mais na casa onde cresceram, Sydney reflecte sobre tudo o que deixou para trás ao mesmo tempo que Claire se esforça por sarar as feridas do passado. E em pouco tempo as irmãs apercebem-se de que têm de lidar com o seu legado comum para viverem as alegrias do futuro que se anuncia.

A minha opinião:
Por vezes precisamos de um bocadinho de magia nas nossas vidas.E este é, sem dúvida, um livrinho maravilhoso e muito mágico!!! ;)Adorei! Era óptimo que se lembrassem de o transformar em filme.Esta história florida e fresca, é propícia a ser lida no Verão, naquelas tardes calmas de brisa suave à sombra de uma árvore. Uma macieira, por exemplo! ;)

(Obrigada querida ligiafteixeira por mais este empréstimo!)

"Nunca É Tarde para Recomeçar" e "A outra face do Amor" de Catherine Dunne

Sinopse:
Rose é uma mulher de quarenta e dois anos que vive para o marido e para os três filhos. Tem um casamento, aparentemente feliz, de vinte anos com Ben, um empresário de sucesso. Numa manhã como tantas outras, enquanto Rose prepara o pequeno-almoço para a família, Ben comunica-lhe que já não a ama e que a vai deixar. Durante algum tempo, a culpa, o desespero e a raiva dominam-na, mas Rose depara-se com a triste realidade: está sozinha, sem dinheiro e tem três filhos para sustentar. É então que a sua vida dá uma volta de 180º... "Nunca É Tarde para Recomeçar" é o diário lúcido e dramático da nova vida de Rose, que vai alternando em flashback com a vida passada, dos seus sonhos de juventude e ilusões românticas acerca do seu casamento. Uma história intensa e comovente marcada por um forte realismo, que regista os esforços de uma mulher para recomeçar.

Sinopse
A sequela do bestseller internacional "Nunca É Tarde Para Recomeçar" é agora publicada recuperando a história de Rose, abandonada pelo marido Ben, após vinte anos de casamento. Com a ajuda de uma boa rede de amigos, uma grande determinação e trabalho duro, Rose não só conseguiu sobreviver emocionalmente a uma perda tão profunda, como se tornou uma bem sucedida mulher de negócios. Um dia, a campainha da porta toca e para surpresa de todos Ben reaparece mostrando-se interessado em reatar a relação com os filhos e recuperar metade do património familiar que considera pertencer-lhe. Rose lutará com toda a perseverança para garantir a salvaguarda do seu legado, com a ajuda do contabilista Sam, por quem acabará por se apaixonar.

A minha opinião:
Li estes dois livros de uma assentada só!
É uma história bastante realista que retrata a realidade infeliz de tantos e tantos casamentos por todo o mundo. Rose, é uma mulher anulada, que sobrevive num casamento de 20 anos. De repente o seu mundo fica de pernas para o ar, mas corajosamente não desiste e encara cada dia como um novo desafio.

«Calma. Calma. A cada dia a sua pena.»
Gostei muito de a conhecer. É sem dúvida um bom exemplo para tantas mulheres.

Depois, como tantas vezes desejamos ao “conhecermos” personagens interessantes num livro, tive o prazer de saber o que aconteceu “depois”. E gostei muito de ver como ela evoluiu, tanto como pessoa, mulher, mãe, como profissionalmente.

No entanto, achei o 2º livro um pouco mais fraco que o primeiro, e não gostei muito da “pressa" com que a autora terminou a história. Mas no fundo, pode-se dizer que gostei, por ser a continuação da história.

(Um empréstimo da Wiccaa. Obrigada, linda!)

Tirem as dúvidas. E riam-se com a loucura de Alvie Knightly!

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Um livro fora de série! Fenomenal. :)

Uma leitura magnífica.

 

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