"O Segredo da Casa de Riverton" de Kate Morton

Sinopse:
Como sobrevivem os que presenciam a tragédia?

Verão de 1924
Na noite de um glamoroso evento social, um jovem poeta perde a vida junto ao lago de uma grande casa de campo inglesa. Depois desse trágico acontecimento, as suas únicas testemunhas, as irmãs Hannah e Emmeline Hartford, jamais se voltariam a falar.

Inverno de 1999
Grace Bradley, de noventa e oito anos de idade, antiga empregada da casa de Riverton, recebe a visita de uma jovem realizadora que pretende fazer um filme sobre a morte trágica do poeta.
Memórias antigas e fantasmas adormecidos, há muito remetidos para o esquecimento, começam a ser reavivados. Um segredo chocante ameaça ser revelado, algo que o tempo parece ter apagado mas que Grace tem bem presente.
Passado numa Inglaterra destroçada pela primeira guerra e rendida aos loucos anos 20, O Segredo da Casa de Riverton é um romance misterioso e uma emocionante história de amor.

Best-seller do New York Times e do Sunday Times e vencedor do Australian Book Industry Award of General Fiction.

A minha opinião:
Foi uma leitura extraordinária!
É uma belíssima história. A de Grace, que de criada a arqueóloga, ao longo de um século, conseguiu equilibrar a sua vida e manter-se sempre fiel aos seus principios e à sua integridade, e embora tarde, também conseguiu viver o amor a que se negou quando nova, em prole da sua profissão, ou talvez de algo mais...
É também a história da família Hartford e das duas irmãs Hannah e Emmeline. O percurso das suas vidas, as suas escolhas, a sua maneira de ser, o caminho rumo ao desastre, tudo observado por Grace e narrado com o timbre de uma velha senhora de 99 anos nos últimos dias da sua vida.
Uma escrita maravilhosa, sem dúvida. Tenho de descobrir mais coisas desta autora!

Um grande obrigada querida amiga, por este livrinho! Como sempre a tua escolha foi excepcional! :)*

"Gosto de Fazer Amor" de José F. Zurita

Sinopse:
"Gosto de olhar-te e ver-te assim. Tranquila. Disponível. Desejosa de estar comigo, de dar-lhe e de que eu te dê. Um intercâmbio de experiências, de recordações, de pensamentos e, sobretudo, de emoções. Sei que posso contar contigo. Estou seguro disso - o que constitui o melhor presente que alguém pode receber na sua vida. A confiança. Viver com uma mulher a seu lado. Tranquila. Disponível. Unidos por uma relação estreita mas não amalgamada. Tendo o amor como emoção principal."

A minha opinião:
Achei-o um livro bonito e singelo. Quase se assemelha a um diário, ou uma carta de amor escrito por um homem que vê a relação com o seu par, com uma grande clareza, e que parece ter descoberto a chave, ou melhor os segredos para um bom relacionamento.
Apenas me confundiu um pouco o primeiro capítulo, pois inicialmente me deu a sensação que ele termina a relação que tem com a mulher para encetar outra logo no capítulo a seguir. Mais tarde, no entanto, fico com a ideia que a mulher é a mesma. A forma com que ele vê a sua relação com ela é que mudou... para melhor.
(As ilustrações são um "must"!)

Obrigada ninnoca por esta partilha!

"Nunca me Esqueças" de Lesley Pearse

Sinopse:
Num dia...
Com um gesto apenas...
A vida de Mary mudou para sempre.
Naquele que seria o dia mais decisivo da sua vida, Mary – filha de humildes pescadores da Cornualha – traçou o seu destino ao roubar um chapéu.
O seu castigo: a forca.
A sua única alternativa: recomeçar a vida no outro lado do mundo.
Dividida entre o sonho de começar de novo e o terror de não sobreviver a tão dura viagem, Mary ruma à Austrália, à época uma colónia de condenados. O novo continente revela-se um enorme desafio onde tudo é desconhecido… como desconhecida é a assombrosa sensação de encontrar o grande amor da sua vida. Apaixonada, Mary vai bater-se pelos seus sonhos sem reservas ou hesitações. E a sua luta ficará para sempre inscrita na História.
Inspirada por uma excepcional história verídica, Lesley Pearse – a rainha do romance inglês – apresenta-nos Mary Broad e, com ela, faz-nos embarcar numa montanha-russa de emoções únicas e inesquecíveis.

A minha opinião:
Fui completamente arrebatada pela história de Mary Broad. As aventuras que viveu, os sonhos que acalentou, a sua vontade férrea de sobreviver, a sua coragem e o seu amor, tudo me tocou profundamente. Quando soube que esta se tratava de uma mulher que realmente existiu e que as suas aventuras estavam documentadas, ainda mais o meu coração se encheu de admiração por esta simples rapariga, que ao inadvertidamente pisar o lado errado da estrada, foi encaminhada para uma sorte que nada de bom lhe augurava - a de condenada exportada para a Austrália, numa altura em que esta não passava de território bravio e inexplorado - mas que conseguiu ultrapassar as adversidades que lhe apareceram à frente e de algum modo vencer.
É sem dúvida um livro excepcional, com alguns partes difíceis de digerir, mas que nos transmite muita coragem e força!
Adorei! Recebe sem dúvida as primeiras 5 estrelas de 2009!

(Quando comprei este livro para te oferecer, Betita, nunca imaginei que viesse a receber o mesmo como prenda de Natal da minha prima Nanda (um obrigada, à minha querida prima!)!!
Agora sei que a minha escolha foi particularmente feliz, pois o livro é de facto excepcional e sei que o vais adorar!! lolololol)

"Uma Vida quase Perfeita" de Karen Kingsbury

Sinopse:
Jack e Molly Campbell têm uma idílica vida nos arredores de Atlanta com o seu filho adoptado de quatro anos, Joey, até que recebem uma chamada que vai abalar o seu mundo: uma assistente social informa-os de que o pai biológico de Joey saiu da prisão e quer começar uma nova vida com o filho que desconhecia ter. Quando um juiz decide que a criança deve passar a viver com os pais biológicos, os Campbell encontram-se perante uma das situações mais complicadas da sua vida: seguir a lei ou pura e simplesmente desaparecer?

A minha opinião:
Foi com lágrimas nos olhos que terminei a leitura deste livro.
Confesso que já estava à espera de uma história comovente, pois mal consegui parar as lágrimas quando li o livro anterior desta autora (Mil Amanhãs).
Este livro fala-nos ao coração. Fala do amor a uma criança, do amor de duas mães – a biológica e a adoptiva.
Quando entrei na história lembrei-me de imediato da história do Rei Salomão e das duas mães que disputavam um bebé. E na verdade a meio do livro essa história veio à baila. Era inevitável.
Mas este livro também fala de Deus e da importância que ele pode ou não ter nas nossas vidas. Não querendo revelar muito, devo apenas dizer que gostei bastante, embora por vezes, e perdoe-me quem discordar, encontrei muitas semelhanças àquelas histórias de “púlpito”, tão características nos sermões das igrejas evangélicas.

"Flores na Tempestade" de Laura Kinsale

Sinopse:
Christian era um dos homens mais brilhantes e sedutores da alta sociedade inglesa. Um libertino que despertava paixões avassaladoras até que um trágico ataque o condena a um mundo de silêncio, sombras e loucura. Christian perde a capacidade de falar e a família coloca-o num sanatório, crente de que perdeu a razão. Maddy, de nascimento modesto e com uma alma simples e generosa, fica presa a este homem que lhe desperta sensações novas. Um homem que oscila entre a raiva e a frustração de estar preso ao silêncio, que a repele, mas que necessita da sua atenção e do seu carinho para o tirar daquele tormento solitário. A amizade que nasce entre os dois transforma-se num amor arrebatador. Fonte de necessidade, de desejo … e de uma paixão redentora.
Laura Kinsale, autora best-seller norte-americana, traz-nos um dos romances de amor mais belos e originais de sempre. Uma história apaixonante e inesquecível que se converteu numa das novelas românticas mais elogiadas pela crítica e pelo público em todo o mundo.

A minha opinião:
Começou por ser uma leitura um pouco difícil, não tanto pela história em si, mas mais pela altura em que o andei a ler…
A história revelou-se bastante interessante, com uns contornos por vezes agradáveis, por vezes não. Sem querer revelar muito, há ali uma parte que me desconcertou por completo, e só continuei a leitura porque a Betita me disse que valia a pena. E ainda bem que o fiz, pois afinal de contas passando aquela parte mais complicada, as coisas desanuviam um pouco e a história fica realmente interessante.
Uma curiosidade sobre Miss Maddy (uma das personagens principais) é que era uma Quaker - nome dado a um membro de um grupo religioso de tradição protestante, chamado Sociedade Religiosa dos Amigos (Religious Society of Friends). Criada em 1652, pelo inglês George Fox, a Sociedade dos Amigos reagiu contra os abusos da Igreja Anglicana, colocando-se sob a inspiração directa do Espirito Santo. Os membros desta sociedade, ridicularizados com o nome de quakers, ou tremedores, rejeitam qualquer organização clerical, para viver no recolhimento, na pureza moral e na prática activa do pacifismo, da solidariedade e da filantropia.
Gostei bastante.
Acho que foi um bom começo de ano de leituras!

Obrigada fbeatriz pelo empréstimo!

Tirem as dúvidas. E riam-se com a loucura de Alvie Knightly!

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Um livro fora de série! Fenomenal. :)

Uma leitura magnífica.

 

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