Em destaque: "Meu Amor, Meu Segredo" de Julie Cohen
Sinopse:
Robbie e Emily estão juntos desde sempre, mas o seu amor
permanece vivo e forte. Ao longo da vida, têm partilhado a cama, a casa e uma
ligação tão profunda que parece indestrutível. Mas há coisas que eles não
partilham com ninguém, para bem de todos.
Numa manhã como qualquer outra, Robbie acorda, veste-se,
escreve uma carta a Emily e sai de casa. Para sempre. Há um segredo que ambos
guardam desde o dia em que se conheceram. Os sacrifícios e as escolhas que
fizeram ao longo da vida podem agora ser expostos perante todos e esta é a
única maneira de os preservar.
Críticas:
"Esta é uma história maravilhosa escrita do presente
para o passado. Intrigado? É bom que esteja porque este livro será uma leitura
inesquecível." Fabulous Magazine, The Sun
"Um romance simultaneamente arrojado e pleno de
ternura. A reviravolta final é avassaladora e, apesar da inevitável tristeza,
encontramos um lado inspirador neste amor capaz de sobreviver às mais negras
ameaças." Richard & Judy Book Club
Sobre a autora:
Julie Cohen cresceu nas montanhas ocidentais do estado do
Maine. Estudou Literatura Inglesa na Brown University e na Cambridge
University, e é uma conhecida oradora e professora de escrita criativa, tendo
ministrado cursos no The Guardian e na Literature Wales – agência nacional de
promoção para a literatura do País de Gales. Os seus livros foram traduzidos
para 15 línguas e já venderam cerca de um milhão de exemplares. Atualmente,
Julie vive em Berkshire com o marido, o filho e um terrier de origem duvidosa.Em destaque: "Rumo aos Mares da Liberdade" de Sarah Lark
Sinopse:
Irlanda, 1846.
Kathleen e Michael amam-se e planeiam em segredo abandonar a terra natal, a humilde e faminta Irlanda, em busca de uma vida melhor no Novo Mundo. Mas todos os seus sonhos são truncados quando Michael é condenado como rebelde e desterrado para a Austrália.
Kathleen, grávida, será forçada a casar com um negociante de gado e emigrar com ele para a Nova Zelândia. Enquanto isso, Michael, com a ajuda da audaciosa Lizzie, tentará escapar da colónia penal para se reunir ao seu primeiro amor.
Sarah Lark seduziu sete milhões de leitores em todo o mundo com as suas grandes sagas familiares em lugares exóticos. Amplamente imitada, Lark conseguiu criar e consolidar um novo género narrativo, o landscape, em que as suas heroínas vivem destinos marcados pela aventura, as viagens, o romance e a história.
Sobre a autora:
Sarah Lark, é um pseudónimo de Christiane Gohl. Nascida na Alemanha, vive atualmente em Almería, Espanha. Formou-se em Educação e trabalhou como guia turística, redatora publicitária e jornalista.
Com uma produção literária vastíssima, alcançou o sucesso de vendas e o reconhecimento literário graças à saga maori. A sua Trilogia Maori (No País da Nuvem Branca, A Canção dos Maoris, também editados pela Marcador, e O Grito da Terra, que agora publicamos) atingiu a categoria de bestseller internacional, com um impressionante acolhimento por parte de milhões de leitores, num fenómeno de «passa a palavra» se precedentes.
Irlanda, 1846.
Kathleen e Michael amam-se e planeiam em segredo abandonar a terra natal, a humilde e faminta Irlanda, em busca de uma vida melhor no Novo Mundo. Mas todos os seus sonhos são truncados quando Michael é condenado como rebelde e desterrado para a Austrália.
Kathleen, grávida, será forçada a casar com um negociante de gado e emigrar com ele para a Nova Zelândia. Enquanto isso, Michael, com a ajuda da audaciosa Lizzie, tentará escapar da colónia penal para se reunir ao seu primeiro amor.
Sarah Lark seduziu sete milhões de leitores em todo o mundo com as suas grandes sagas familiares em lugares exóticos. Amplamente imitada, Lark conseguiu criar e consolidar um novo género narrativo, o landscape, em que as suas heroínas vivem destinos marcados pela aventura, as viagens, o romance e a história.
Sobre a autora:
Sarah Lark, é um pseudónimo de Christiane Gohl. Nascida na Alemanha, vive atualmente em Almería, Espanha. Formou-se em Educação e trabalhou como guia turística, redatora publicitária e jornalista.
Com uma produção literária vastíssima, alcançou o sucesso de vendas e o reconhecimento literário graças à saga maori. A sua Trilogia Maori (No País da Nuvem Branca, A Canção dos Maoris, também editados pela Marcador, e O Grito da Terra, que agora publicamos) atingiu a categoria de bestseller internacional, com um impressionante acolhimento por parte de milhões de leitores, num fenómeno de «passa a palavra» se precedentes.
"A Menina que Roubava Morangos" de Joanne Harris (OPINIÃO)
Por vezes, quando fechamos um livro cujas personagens nos conquistaram, ou cuja história nos encantou, é difícil dizer-lhes adeus. E ficamos a imaginar as suas vidas para lá da última página. Gostaríamos de ler mais, de saber mais, de continuar a acompanhar as suas vidas. Na maioria dos casos, a história fica mesmo por ali. Mas por vezes temos sorte. Esta é uma dessas vezes.
Joanne Harris leva-nos de volta a Lasquenet-sur-Tannes e à vida de Vianne Rocher. Esta personagem, que para mim ficou para sempre ligada à atriz Juliette Binoche (e Roux a Johnny Deep), havia regressado àquela pequena vila no sul de França no último livro da saga (O Aroma das Especiarias), após uma estadia em Paris (Sapatos de Rebuçado). E é realmente uma delícia poder calcorrear novamente aquelas calçadas, rever personagens e conhecer os novos intervenientes que vêm perturbar a paz desta vila à beira-rio.
Mas muito mudou em Lansquenet-sur-Tannes. E muito ainda irá mudar. Para acompanhar e, como sempre, tentar controlar esse mudança, está Vianne, agora um pouco mais sensata, um pouco mais realista. Anouk, vou do ninho. Resta-lhe a maravilhosa Rosette, ainda uma criança, mas já com 16 anos. É nela que a história se concentra e com ela vamos voar.
A escrita de Joanne Harris é maravilhosa, como sempre. Um pouco maus madura, mais ponderada, mas igualmente arrabatadora. Ler um novo livro de um autor que tanto amamos é como regressar a casa. E sim, com esta Menina que Roubava Morangos, regressei a casa.
Recomendo, sem hesitações. Não sei se será o final da saga Chocolate, mas se for, sinto-me em paz com isso.
«Os filhos não são nossos para sempre, mas nossos para os dar ao futuro.»
A Menina que Roubava Morangos, Joanne Harris
Joanne Harris leva-nos de volta a Lasquenet-sur-Tannes e à vida de Vianne Rocher. Esta personagem, que para mim ficou para sempre ligada à atriz Juliette Binoche (e Roux a Johnny Deep), havia regressado àquela pequena vila no sul de França no último livro da saga (O Aroma das Especiarias), após uma estadia em Paris (Sapatos de Rebuçado). E é realmente uma delícia poder calcorrear novamente aquelas calçadas, rever personagens e conhecer os novos intervenientes que vêm perturbar a paz desta vila à beira-rio.
Mas muito mudou em Lansquenet-sur-Tannes. E muito ainda irá mudar. Para acompanhar e, como sempre, tentar controlar esse mudança, está Vianne, agora um pouco mais sensata, um pouco mais realista. Anouk, vou do ninho. Resta-lhe a maravilhosa Rosette, ainda uma criança, mas já com 16 anos. É nela que a história se concentra e com ela vamos voar.
A escrita de Joanne Harris é maravilhosa, como sempre. Um pouco maus madura, mais ponderada, mas igualmente arrabatadora. Ler um novo livro de um autor que tanto amamos é como regressar a casa. E sim, com esta Menina que Roubava Morangos, regressei a casa.
Recomendo, sem hesitações. Não sei se será o final da saga Chocolate, mas se for, sinto-me em paz com isso.
«Os filhos não são nossos para sempre, mas nossos para os dar ao futuro.»
A Menina que Roubava Morangos, Joanne Harris
Marcador de urgência ;)
Quando não temos um marcador à mão, qualquer coisa serve, certo?
Mas porque não, dar forma a um pequeno pedaço de papel, transformando-o num marcador adorável?
Aqui fica o vídeo para vos ajudar nesta simples tarefa.
Divirtam-se. :)
Leituras nas férias
Alberto Manguel, escritor, ensaísta e bibliófilo de nacionalidade argentina e canadiana fala assim sobre as leituras de férias:
«As leituras de férias são diferentes das leituras feitas durante os meses de trabalho, assim como as que fazemos durante o dia são diferentes das noturnas. Algo no ar e na luz que nos rodeia afeta o texto e sua compreensão, e todo leitor sabe que não é a mesma coisa ler um romance que nos deleita deitado na relva, com sol, do que lê-la enrolado num cobertor na penumbra de um quarto, por exemplo.»
Em destaque: “Almas Gémeas” de John Marrs
Até onde
iria para encontrar o seu par ideal?
Sinopse:
Basta um
simples teste de ADN para se encontrar o amor.
Esta é a promessa da aplicação Match Your DNA, que apresenta aos seus utilizadores o parceiro que a genética lhes destinou. Desde que este novo sistema surgiu, milhões de pessoas em todo o mundo já encontraram a sua cara-metade.
Mas as consequências não se fizeram esperar: os resultados da aplicação ditaram o fim de inúmeros relacionamentos e muitos casais começaram a pôr em causa as ideias tradicionais de amor, romance e compromisso.
Christopher, Jade, Mandy, Nick e Ellie acabaram de saber os resultados dos seus testes e estão prestes a descobrir, nesta demanda pelo amor, que nem sempre o final feliz está garantido… mesmo quando encontram o seu par ideal. Afinal, até as almas gémeas escondem segredos, uns mais chocantes do que outros.
Esta é a promessa da aplicação Match Your DNA, que apresenta aos seus utilizadores o parceiro que a genética lhes destinou. Desde que este novo sistema surgiu, milhões de pessoas em todo o mundo já encontraram a sua cara-metade.
Mas as consequências não se fizeram esperar: os resultados da aplicação ditaram o fim de inúmeros relacionamentos e muitos casais começaram a pôr em causa as ideias tradicionais de amor, romance e compromisso.
Christopher, Jade, Mandy, Nick e Ellie acabaram de saber os resultados dos seus testes e estão prestes a descobrir, nesta demanda pelo amor, que nem sempre o final feliz está garantido… mesmo quando encontram o seu par ideal. Afinal, até as almas gémeas escondem segredos, uns mais chocantes do que outros.
Críticas da
Imprensa:
«Um thriller
negro para os céticos do Dia de São Valentim.» The New York Post
«Uma leitura envolvente e inquietante que nos vai dar que pensar.» The Sun
«Uma leitura envolvente e inquietante que nos vai dar que pensar.» The Sun
Sobre o
autor:
John Marrs é
um autor britânico e ex-jornalista, que passou 25 anos em Londres a entrevistar
celebridades do mundo da televisão, cinema e música para jornais e revistas do
Reino Unido. Escreveu para
publicações como The Independent, The Guardian, Total Film, Empire, GT, Star,
OK!, Reveal, Company, Daily Star, Q e News of the World.
A sua paixão
pela escrita de ficção levou-o a desistir da área do jornalismo, dedicando-se
agora aos livros a tempo inteiro.
"Lá, Onde o Vento Chora" de Delia Owens (OPINIÃO)
Ao tentar escrever esta opinião, dei comigo com a mente completamente em branco sem saber o que dizer sobre este magnífico livro. Decidi escrever algo, mesmo assim. É raro eu ficar sem palavras para descrever como um livro me fez sentir. Há sempre qualquer coisa, um clique que me leva a escrever algo e a partir daí desenvolver a minha opinião. Com este, no entanto, só me vem à mente uma praia deserta e uma jovem de cabelos revoltos ao vento, alimentando as gaivotas. Se tentar aumentar o foco um pouco mais, consigo visualizá-la a percorrer o pantanal com o seu esquife, contornando os troncos das árvores e em perfeita comunhão com a natureza, com aquele lugar, ou apanhando penas para a sua coleção. Porque na realidade foi isso que Delia Owens fez... pintou quadros com as suas palavras. Quadros que se cristalizaram na minha memória, e fosse eu tão hábil com um pincel como sou com as palavras, conseguiria reproduzir o que ela deixou impresso na minha mente.
Lá, Onde o Vento Chora é uma obra magnífica. Não só a história é incrível, como está escrita de forma absolutamente maravilhosa. É de um requinte e suavidade tal, que nos leva a ler e reler várias vezes os mesmos parágrafos, as mesmas frases. É como se Delia tivesse escrito uma história em forma de poema. Quase que sim. Acreditem.
O que eu não posso crer, é que esta mulher, uma zoóloga de profissão, teve este dom escondido durante tanto tempo, e só agora, aos 74 anos publica o seu primeiro livro. Talvez seja o caso do livro de uma vida, embora não seja autobiográfico. Não sei. Sei é que gostaria de ler mais desta autora.
Sobre a história em si, só posso dizer que está muitíssimo bem construída. Tem todos os elementos necessários para nos manter presos à narrativa, e abrange vários géneros: um drama, um romance, e por incrível que pareça, um mistério policial. A história de Kya, a miúda do pantanal, parte-nos o coração, mas simultaneamente, a sua coragem e resiliência transformam-se num hino à vontade de sobreviver. O seu isolamento e a sua comunhão com a natureza são algo extraordinário, que fazem de Kya uma personagem inesquecível.
Este é um livro que não queremos que acabe. Uma história que recordarei com carinho e uma escrita à qual irei sem dúvida voltar de vez em quando. Não podem mesmo deixar de o ler.
Lá, Onde o Vento Chora é uma obra magnífica. Não só a história é incrível, como está escrita de forma absolutamente maravilhosa. É de um requinte e suavidade tal, que nos leva a ler e reler várias vezes os mesmos parágrafos, as mesmas frases. É como se Delia tivesse escrito uma história em forma de poema. Quase que sim. Acreditem.
O que eu não posso crer, é que esta mulher, uma zoóloga de profissão, teve este dom escondido durante tanto tempo, e só agora, aos 74 anos publica o seu primeiro livro. Talvez seja o caso do livro de uma vida, embora não seja autobiográfico. Não sei. Sei é que gostaria de ler mais desta autora.
Sobre a história em si, só posso dizer que está muitíssimo bem construída. Tem todos os elementos necessários para nos manter presos à narrativa, e abrange vários géneros: um drama, um romance, e por incrível que pareça, um mistério policial. A história de Kya, a miúda do pantanal, parte-nos o coração, mas simultaneamente, a sua coragem e resiliência transformam-se num hino à vontade de sobreviver. O seu isolamento e a sua comunhão com a natureza são algo extraordinário, que fazem de Kya uma personagem inesquecível.
Este é um livro que não queremos que acabe. Uma história que recordarei com carinho e uma escrita à qual irei sem dúvida voltar de vez em quando. Não podem mesmo deixar de o ler.
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