Em destaque: "Uma Receita de Família" de Veronica Henry

Uma mistura perfeita de família, amigos e comida deliciosa.

Sinopse:
Laura Griffin está numa fase complicada da sua vida: as suas duas filhas estão na universidade e ela tem de se habituar a uma nova rotina. Na atarefada casa, onde sempre existiu um burburinho constante e o aroma dos cozinhados a pairar no ar, prevalece agora o silêncio. Laura sabe que este é o curso natural das coisas e tenta mentalizar-se de que poderá agora ter mais tempo para si e para o marido, Dom.

Mas uma revelação inesperada faz vacilar o seu casamento, um segredo que ela é incapaz de aceitar. Sentindo-se cada vez mais só, Laura encontra o reconforto num valioso tesouro familiar: a caixa de receitas da avó, uma compilação preciosa cuja origem remonta à Segunda Guerra Mundial e que, juntamente com as bem-sucedidas compotas de Laura, será a ajuda de que precisa para reencontrar o sentido para a sua vida.

Determinada a trilhar o seu próprio caminho, Laura decide seguir os seus sonhos. Mas até a pessoa mais corajosa precisa daqueles que ama, e esse poderá ser o ingrediente que falta para a felicidade de todos? e também de Laura.

«Uma delícia do princípio ao fim.» - Jill Mansell

Sobre a autora:
Veronica Henry é filha de militares, o que a levou a mudar várias vezes de cidade e de escola. Formou-se em Estudos Clássicos, na Universidade de Bristol, e complementou a sua formação com um curso de secretariado bilingue. Após a conclusão, trabalhou como assistente de produção na radionovela britânica The Archers, que lhe deu bases para trabalhar como guionista numa estação de televisão.
Em 2000, publicou o seu primeiro livro e desde então a sua obra cresceu, tendo mais de 15 livros no currículo e muitos artigos publicados na imprensa.
Para saber mais sobre a autora, visite: www.veronicahenry.co.uk

Em destaque: "O Fim da Solidão" de Benedict Wells

Uma infância difícil é como um inimigo invisível. Nunca se sabe quando nos vai atingir.

Sinopse:
Jules Moreau tem onze anos quando os pais morrem num acidente de carro. Nessa noite, a sua infância termina. Segue-se a ida para um colégio interno, juntamente com os dois irmãos mais velhos. Pouco a pouco, os laços que os unem quebram-se. Jules isola-se

, alimentando-se das suas memórias; Marty refugia-se ferozmente nos estudos; e Liz procura todas as formas de evasão possíveis para preencher o vazio.

O único consolo do protagonista advém dos momentos que passa na companhia de uma menina ruiva chamada Alva. As duas crianças lêem, ouvem música, partilham o silêncio das tardes no colégio. E nunca falam sobre si mesmas.

Quinze anos mais tarde, os irmãos afastaram-se irremediavelmente uns dos outros. Jules, que continua a reviver o passado interrompido, apenas encontra alento no sonho de se tornar escritor e na ânsia de reencontrar Alva. E quando, por uma vez, tudo parece subitamente possível, uma força invisível - talvez o destino - volta a intervir.

O fim da história de Jules está ainda por acontecer.


Sobre o autor:
Benedict Wells nasceu em 1984 em Munique, e aos seis anos frequentava já o seu primeiro – de três – colégios internos. Foi em 2003, ao mudar-se para Berlim, que decidiu dedicar-se à escrita, enquanto se ia sustentando com empregos diversos. O seu romance de estreia, Becks letzter Sommer, não tardou a ser premiado e adaptado ao cinema. A consagração definitiva chegou mais tarde com O Fim da Solidão, que demorou sete anos a escrever e é inspirado em factos da vida do autor. O Fim da Solidão é o seu quarto romance, e venceu o Prémio de Literatura da União Europeia. Até ao momento, foi traduzido para 30 línguas. Nas palavras do autor, que considera esta obra uma catarse, "Este foi o livro que eu tive de escrever. Os próximos são os livros que eu quero escrever. Agora sinto-te totalmente livre". Atualmente, após uma temporada em Barcelona, o autor divide o seu tempo entre Berlim e a Baviera.

Em destaque: "Até Sempre, Meu Amor" de Lesley Pearse

Dois mundos opostos. 
Uma escolha devastadora.
Um destino traçado sobre lágrimas.

Sinopse:
Morena e de sorriso cativante, Ellie é uma jovem doce e generosa. As suas origens humildes são denunciadas apenas pelo sotaque pois a sua graciosidade e elegância são naturais. O teatro fascina-a desde sempre.

Bonnie é completamente diferente. Dona de uma beleza estonteante, com longos cabelos loiros e olhos de um azul intenso, é mimada e egoísta. Nada nem ninguém, decidiu cedo na vida, a irá impedir de realizar os seus sonhos.

Os caminhos de ambas cruzam-se quando, após terem sido seduzidas por dois aviadores americanos no final da II Guerra Mundial, resolvem unir os seus talentos e lutar por uma carreira em palco. São mulheres de mundos opostos, mas estão irremediavelmente unidas pelo mais terrível dos segredos…

Com a Londres do pós-guerra como pano de fundo, Até Sempre, Meu Amor pinta um retrato do mundo glamoroso e implacável do teatro. A história destas jovens fala-nos de sacrifício e ambição, mas sobretudo de uma amizade capaz de resistir a todos os obstáculos.


Sobre a autora:
Lesley Pearse é autora de uma vasta obra publicada em todo o mundo e uma das escritoras preferidas do público português. A sua própria vida é uma grande fonte de inspiração para os seus romances. Quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adoção, pobreza ou ambição, ela viveu tudo isto em primeira mão. Lesley é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita. Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária.

Em destaque: "As Filhas do Capitão" de María Dueñas

Três irmãs, dois mundos, uma cidade

Sinopse:
Nova Iorque, 1936.
O pequeno restaurante O Capitão abre as portas na rua 14, um dos enclaves da colónia espanhola que sobrevive na grande cidade americana.

A morte acidental do seu dono, o libertino Emilio Arenas, obriga a que as suas filhas indomáveis – filhas também da loucura dos anos 20 – assumam as rédeas do negócio, enquanto nos tribunais se resolve a herança.

Abatidas pela súbita necessidade de sobreviver, as temperamentais Victoria, Mona e Luz Arenas abrirão caminho através das adversidades, decididas a transformar um sonho em realidade.

Com uma leitura tão ágil quanto envolvente e emocionante, As Filhas do Capitão conta-nos a história de três jovens espanholas que se veem obrigadas a cruzar um oceano, instalando-se numa cidade deslumbrante, e lutar com bravura para encontrar um caminho.

Baseado numa história real, este romance é também um tributo a todas as mulheres que resistem, mesmo quando os ventos sopram em desacordo, e uma homenagem aos valentes que viveram – e vivem – a aventura, simultaneamente épica e quase sempre incerta, da emigração.



Sobre a autora:
Doutorada em Filologia Inglesa, Maria Dueñas é professora titular da Universidade de Murcia depois de ter já passado pela docência em várias universidades norte-americanas. É autora de trabalhos académicos e de muitos projetos educativos, culturais e editoriais.
Maria Dueñas nasceu em Puertollano (Ciudad Real) em 1964, é casada, tem dois filhos e reside em Cartagena.
O Tempo entre Costuras foi o seu primeiro romance, publicado pela Porto Editora, tendo sido adaptado à televisão, e exibido em Portugal pela TVI.

Tempo...


Em destaque: "A Agenda Vermelha" de Sofia Lundberg

Sinopse:
Doris pode ter noventa e seis anos e morar sozinha em Estocolmo, mas tal não significa que não continue ligada ao mundo. Todas as semanas, aguarda ansiosamente o telefonema por Skype com Jenny, a sobrinha-neta americana que é, simultaneamente, a sua única parente. As conversas com a jovem mãe levam-na de volta à sua própria juventude e tornam mais suportável a iminência da morte, que Doris sente a rondá-la. De uma forma muitíssimo lúcida, escolhe, de entre as inúmeras memórias que uma vida longa carrega, as que estão relacionadas com aqueles que conheceu e amou e cujo nome inscreveu numa pequena agenda vermelha.

As histórias desse passado colorido – o amor platónico pelo pintor modernista Gösta Adrian-Nilsson; o trabalho como manequim de alta-costura em Paris, na década de 1930; a fuga clandestina num barco que é bombardeado pelos soldados alemães do III Reich, no auge da Segunda Guerra Mundial – recriam uma existência plena que, embora se aproxime do derradeiro final, não está isenta de surpresas: um lembrete agridoce de que, na vida, os finais felizes não são apenas ficção.


Sobre a autora:
Sofia Lundberg, a nova estrela da ficção escandinava, é jornalista e antiga editora de revistas. O seu primeiro romance, A Agenda Vermelha, publicado pela Porto Editora, foi elogiado pela crítica, pela facilidade com que arrebata o leitor e o leva numa jornada através do tempo e do espaço, do amor e da perda.

"Nove Perfeitos Desconhecidos" de Liane Moriarty (OPINIÃO)

Como já deverão saber, sou grande fã do trabalho de Liane Moriarty. Adorei todos os seus livros já publicados em Portugal, e continuo sempre ansiosa por ler o próximo. Com este “Nove Perfeitos Desconhecidos” não foi diferente. Assim que o tive nas mãos, pouco tardou para que o começasse a ler.

Tal como esperava, este livro é capaz de ser o melhor exemplo do tipo de obra que Liane Moriarty é capaz de produzir. Um exemplo extraordinário, já que ela explora a 100% a sua capacidade de tirar o sumo das personagens que cria. Confesso que nunca encontrei uma autora que trabalhasse tão bem as personagens, ao ponto de as tornar no ponto fulcral de uma história. Ela traz ao de cima todas as idiossincrasias, dissecando com habilidade extrema os seus pensamentos e sentimentos, os seus medos e os seus desejos.

O livro aborda um tema que aparentemente fascina a autora (li numa entrevista): as clínicas de bem-estar que estão na moda tanto na Austrália e nos EUA. Nove pessoas, em diferentes estágios da vida, com diferentes objetivos e anseios, inscrevem-se numa clínica dessas com a promessa de obterem transformação. Mas na Tranquillium House, vão encontrar algo que não esperavam.

A história é-nos narrada do ponto de vista de cada um dos intervenientes, que mudam a cada capítulo, e aos poucos, como se fossemos descascando uma cebola, vamos chegando ao núcleo de cada um. É a mais perfeita desculpa para a autora dar asas à sua magia e esmiuçar a mente humana e a forma como nos conectamos uns com os outros.

Quem gosta e conhece os livros de Liane Moriarty vai perceber o que vou dizer: este livro é o perfeito exemplo de que por vezes o mais importante é a viagem e não o destino. Gostei imenso, e sei que algumas daquelas personagens (sim, tenho uma ou duas favoritas). vão ficar comigo durante algum tempo.
Recomendo.

"A Grande Solidão" de Kristin Hannah (OPINIÃO)

Este é daqueles livros que me deixa sem palavras para o comentar. Não sei como descrever a tamanha beleza desta história. Li e respirei este livro. Alimentei-me das suas palavras à medida que os minutos fluíam noite adentro. E quando adormecia, sonhava com um Alaska indomado, com paisagens de tirar o fôlego, com uma natureza no seu estado mais puro que desafia tudo e todos. Com esta leitura deslumbrei-me, deliciei-me para depois me irritar, me apaixonar e novamente me revoltar. Nenhum outro livro conseguiu este feito. Por vezes num só capítulo. Entendem como é difícil explicar-vos o que foi para mim lê-lo?

"A Grande Solidão" é uma poderosa história sobre amor e perda, sobre luta e sobrevivência, sobre o estado selvagem, tanto no homem como na natureza. Nada me poderia preparar para o que encontrei ao abrir as primeiras páginas. Foi uma experiência maravilhosa.

A história parece simples. No entanto, é tudo menos isso. Leni e a sua mãe, Cora, preparam-se para mais uma mudança. Desta vez rumo ao Alaska, em perseguição de mais um dos sonhos de Ernst, um veterano da guerra do Vietnam que sofre do ainda não descoberto PTSD. Os três iniciam viagem completamente despreparados para o que vão encontrar, mas em conjunto com os simpáticos habitantes da baía de Kachemak, lá se vão equipando, aprendendo e preparando para o inverno que se aproxima. No entanto, como irão, entretanto, perceber, o perigo não se esconde apenas a cada esquina do Alaska. Esconde-se igualmente dentro da cabana dos Albright.


Kristin Hannah gosta de começar devagar. Ela vai construindo o enredo à medida que desenvolve as suas personagens. Desde o seu núcleo, ela as vai tecendo, até que as ficamos a conhecer profundamente. O que sentem, o que pensam, mesmo sem o verbalizar. É um dom maravilhoso, o desta autora.

Entramos então num tipo de narrativa imersiva, que mexe com todos os nossos sentidos e sentimentos. A par e passo com a agressividade da paisagem que rodeia a história, a brutalidade dos sentimentos que nos provoca é pungente. Foram poucas as vezes que  me senti assim ao ler um livro.


Mas não se enganem. A Grande Solidão é uma história de amor. Daquele amor tóxico que nos embriaga, daquele amor delicado que nos enternece, daquele amor enorme que nos faz crescer.

Desafio-vos: sujeitem-se a descobrir o que um livro vos pode fazer sentir. E depois contem-me como foi ler A Grande Solidão de Kristin Hannah.

ALGUNS DOS TÍTULOS QUE MAIS ME AGRADARAM NOS ÚLTIMOS TEMPOS

ALGUNS DOS TÍTULOS QUE MAIS ME AGRADARAM NOS ÚLTIMOS TEMPOS

Será o final de Chocolate? Tire as suas dúvidas.

Provavelmente o melhor livro do ano!

Um excelente thriller!

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Uma leitura magnífica.

Tirem as dúvidas. E riam-se com a loucura de Alvie Knightly!

O clube de leitura do meu coração.

 

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