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Resultado do Passatempo "Quando Fores Mãe, Vais Ver"


E chegou a altura de ficar a saber quem vai levar para casa um exemplar deste fantástico livrinho!
Agradeço a todos os que participaram e deixo aqui também um especial obrigada à Planeta por nos ter proporcionado esta oportunidade.

Não percam a oportunidade de ler este "Quando Fores Mãe, Vais Ver", pois é uma leitura fabulosa e divertidíssima! Espreitem aqui a minha opinião.

Aqui ficam as respostas corretas:
Menciona uma das frases que as mães costumam a dizer aos filhos e que Ana Saragoça utiliza neste seu livro. Aqui ficam algumas dessas frases:
«Também eu queria muita coisa!»
«Se os teus amigos se atirarem a um poço, também te atiras?»
«Temos o caldo entornado»
«Antes chorares tu que chorar eu.»
Ana Saragoça diz “O vocabulário das mães é verdadeiramente um colar, mas não de ..."
Pérolas.
Como se chama a ilustradora deste livro?
Marta Carreté

Tivemos um total de 243 participações consideradas válidas e com a ajuda do Random.org foi escolhido o número 87 correspondente a:

Patrícia Gonçalves
Lisboa

Muitos parabéns!
Em breve, vais receber o livrinho da Ana Saragoça na tua morada!


"Quando fores Mãe, Vais Ver" de Ana Saragoça (Opinião)


Depois da leitura que terminei ontem, tinha obviamente de ler algo mais leve e principalmente que me fizesse rir. A escolha não podia ter sido mais perfeita! O livro “Quando fores Mãe, Vais Ver” é absolutamente hilariante. Mesmo de nos levar às lágrimas!

Conheço a Ana Saragoça há já alguns anos, tendo-nos cruzado nestas coisas dos livros, nomeadamente nos fantásticos eventos do Bookcrossing e também por causa de um projeto em que participamos as duas, juntamente com mais uns quantos maluquinhos dos livros. :D Pelo convívio que tive com a Ana Isabel (!!) posso dizer-vos que este livro é a cara dela, escarrapachada, sem tirar nem por! Por vezes até parecia que ela estava ali, por cima da minha cabeça, a falar. Cruzes, credo!! lol

Agora a sério, “Quando fores Mãe, Vais Ver” é uma viagem fabulosa sobre o mundo da linguagem maternal, partilhada sem dúvida por todas as mães do mundo com as suas nuances, e um denominador comum, a influência das próprias progenitoras. Frases como “Se os teus amigos se atirarem a um poço, também te atiras?” ou “Eu mando-te para um colégio interno!” são claramente reutilizadas em cada nova geração de mães. (Sim, confesso, já utilizei estas duas frases com o pré-adolescente que tenho lá em casa. E sim, também as ouvi da minha progenitora… que tristeza, não é? Deveria saber melhor! lol) 
Mas Ana Saragoça ainda vai mais longe, reservando um capítulo para as Alentejanices típicas das mães alentejanas, mais especificamente das da família dela. Descobri frases mirabolantes como "Temos a burra nas couves" que talvez possa ser traduzida como "Não tarda temos o caldo entornado", ou "Se lhe metessem uma palhinha no cú, voava!" (sinónimo para quem está louco de alegria). Demais, não é? lol

Enfim, este é sem dúvida nenhuma, um livro fabuloso que vocês não podem perder! E claro, uma ótima prenda para as vossas mães, irmãs, tias, primas e amigas, que convosco partilham a arte de (des)educar a criançada!

Para mais informações espreitem aqui ou visitem a página do livro no site da Planeta » aqui.
Ainda têm até ao dia 12 para participar no passatempo que está a decorrer aqui no blog!


P.S. Só uma pergunta Ana Saragoça, “Já te penteaste?” lolololol
Muitos parabéns, é uma obra fantástica!!!

Passatempo "Quando Fores Mãe, Vais Ver"

Aqui temos um passatempo muito especial para todos os seguidores do blog!
A sorteio temos um exemplar do fabuloso livro de Ana Saragoça, "QUANDO FORES MÃE, VAIS VER e outras Pérolas do Folclore Materno"

Para participarem têm apenas de preencher corretamente o formulário abaixo até às 23h59 do próximo dia 12 de Maio. Podem encontrar as respostas aqui ou no site da Planeta.

Boa sorte!

Em destaque: "QUANDO FORES MÃE, VAIS VER e outras Pérolas do Folclore Materno" de Ana Saragoça


O PRIMEIRO E ÚNICO LIVRO QUE RETRATA A VERDADEIRA MÃE-À-PORTUGUESA 
Lembra-se destas frases que ouviu da sua mãe e que jurou nunca, mas nunca, em tempo algum, repeti-las aos seus filhos?

«Antes chorares tu que chorar eu.»
«Se os teus amigos se atirarem a um poço, também te atiras?»
«É para teu bem.»
«Também eu queria muita coisa!»
«Temos o caldo entornado»

Pois é, Ana Saragoça, actriz, dramaturga, romancista, senhora de um sentido de humor acutilante, de uma inteligência notável e de uma escrita que traduz tudo isso, desfia as memórias da sua infância, de filha de uma mãe alentejana a residir em Lisboa e faz-nos dar sonoras gargalhadas e recordar a nossa própria infância a todo o passo.

«Ao cabo de milénios a criarem filhos, as mulheres de todo o mundo acabaram por desenvolver um léxico quase comum, um glossário de frases feitas que todas ouviram às mães, e todas juraram que nunca repetiriam aos filhos – com os resultados que se conhecem.»
“O vocabulário das mães é verdadeiramente um colar, mas não de pérolas. É mais daqueles a que se vão acrescentando penduricalhos ao longo da vida, sem nunca retirar nenhum.»
«O folclore materno tem frases certeiras em todas as áreas - aspecto físico, agressão passiva, segurança, ameaças, saúde e bem-estar, etiqueta e boas maneiras, segurança; e para todas as fases de crescimento dos filhos - infância, adolescência e idade adulta – embora, para as mães, o conceito de idade adulta nos filhos seja altamente discutível: como vim a descobrir, é-nos muito complicado reconhecer o crescimento de um rabo que limpámos vezes sem conta.»

Este é o livro sobre a Verdadeira-Mãe-à-Portuguesa, que é uma variante muito nossa da Mãe Universal: todas as mães do mundo parecem copiadas a papel químico.
Se consultarmos um dicionário chinês de ditos das mães encontraremos, de certeza, muitos que parecem retirados a papel químico dos das nossas: o Rio das Pérolas Maternas passa por todos os continentes e desagua num oceano nem sempre pacífico, como se descobrirá ao ler este livro. Um oceano em que todos, mas todos, molhamos os pezinhos, ao longo de gerações e gerações.
Boa disposição garantida num livro recheado de divertidas ilustrações, que todos os filhos quererão ler e todas as mães podem ler sem motivar ameaças como a de que «vai haver cachapim com couve!».

Sobre a autora:
Ana Saragoça, filha dos anos sessenta, de um pai terno e de uma mãe extremosa que não deixa os créditos por mãos alheias, cresceu, tal como a irmã, limpinha e asseada, bem-educada, bem alimentada e agasalhada e bem comportada, apesar de um forte pendor para
a irreverência que se lhe adivinha desde as primeiras linhas deste livro e se aposta que existe naquela cabeça desde os primeiros anos de vida.
Terá, pois, dado à mãe fortes razões para coleccionar «pérolas» suficientes para um colar com várias voltas e, agora, passa a herança à filha pré-adolescente e ao filho, já adolescente, com quem vive, em Lisboa. Embora por vezes tenha melhores resultados (como todas as mães sabem) a falar para as paredes, ou para os cinco gatos que completam o agregado familiar...
Para além do currículo materno-filial, é actriz, tradutora e escritora, tendo publicado, em 2012, um dos mais interessantes romances do ano literário: Todos os Dias São Meus.
É também dramaturga, com duas peças levadas à cena recentemente, e colaboradora de várias revistas, e nomeadamente de uma que se chama Papel mas só existe online (o que pensará disto a mãe dela?) 

Sobre a ilustradora:
Marta Carreté nasceu em Barcelona, em 1973. É ilustradora e pintura. Colabora habitualmente com revistas, agências de publicidade e produtoras de audiovisuais. O sentido de humor e a pesquisa de uma linha simples, mas graficamente conceptual, caracterizam o seu trabalho. Era ainda criança quando sentiu dentro de si qualquer coisa a agitar-se. Como uma daquelas bolas de vidro que contém um souvenir e quando se agitam provocam uma tempestade de neve, sabem? Então teve a certeza do que queria ser quando fosse grande e, de então
para cá, tem o privilégio de se dedicar àquilo que a faz vibrar mais intensamente: criar.



"Todos os Dias São Meus" de Ana Saragoça

Este é um pequeno livro cuja leitura me deu grande prazer!
Sabe sempre bem ler em português, mas é ouro sobre azul quando a escrita é apurada. Ana Saragoça possui a mesma mestria de brincar com as palavras que destaca os grandes escritores dos demais. 

A história está muito bem conseguida. Não se assumindo como um policial, porque no fundo não o é, capítulo sim, capítulo não, são-nos apresentados os testemunhos captados pela mente astuta de um polícia que apenas conhecemos pelas palavras das próprias testemunhas. Nos capítulos intercalados ficamos a conhecer intimamente a vítima na primeira pessoa.
A ação desenrola-se à volta um assassínio no elevador de um prédio em Lisboa e o mistério vai-se acentuando à medida que a história avança. Mas é na forma como vamos desvendando a vida de cada um dos habitantes daquele prédio que está a verdadeira riqueza deste livro. Mudando de tom e de forma de falar, somos apresentados a uma mão cheia de figuras que são no fundo um retrato muito fiel da população lisboeta.
Pontuada com algum sarcasmo e uma pitada de humor quase negro, a escrita desta autora é uma surpresa muito agradável. Um livro a não deixar de ler e um nome a não perder de vista no panorama literário português - Ana Saragoça.




Sinopse:
Um prédio. Uma morte. Um mistério. Não se trata, porém, de um romance de pretexto policial. É verdade que há polícias e testemunhas - sobretudo testemunhas - e alguns suspeitos. Mas Todos os Dias são Meus é um extraordinário retrato do Portugal profundo, com os seus tiques, os seus ressentimentos, os seus ridículos.

Tirem as dúvidas. E riam-se com a loucura de Alvie Knightly!

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Um livro fora de série! Fenomenal. :)

Uma leitura magnífica.

 

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