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"Desejo de Chocolate" de Care Santos (opinião)

Quando li "A Cor da Memória", da mesma autora deste "Desejo de Chocolate", fiquei rendida. Foi uma leitura incandescente, poderosa, que me enfeitiçou e me fez querer ler mais. Ao saber que ía ser publicado um segundo livro de Care Santos, não hesitei e tive de o adquirir. Mas nem sempre os autores conseguem o mesmo feito duas vezes. E confesso, fiquei ligeiramente desiludida com este "Desejo de Chocolate".
A história está muito bem escrita, e os factos estão todos lá, mas não sei, parece-me que faltou algo na construção, o tal ingrediente secreto que alguns escritores conseguem imiscuir na história e arrebatar os seus leitores.
Não obstante, trata-se de uma história muito interessante, aliás, três histórias distintas e muito interessantes, que têm como fio condutor a paixão pelo chocolate.

São três histórias perdidas no tempo, em que a primeira é a mais contemporânea, podendo dizer-se que se passa nos nossos dias, a segunda mais recuada no tempo - no séc. XIX, e a terceira, perdida no séc. XVIII. Todas elas têm como personagens principais uma mulher, que por sua vez têm três coisas em comum: o facto de viverem em Barcelona, terem as suas vidas relacionadas com o mundo do chocolate e serem as proprietárias de uma mesma chocolateira branca.
Gostei mais da história que se passa no século XIX, e quis-me parecer que a autora também lhe dedicou mais atenção, não se perdendo em tantos pormenores, como na do século XVIII, nem cedendo a futilidades como com a protagonista do presente.

Um coisa que achei muito interessante é o facto de o livro começar com a chocolateira a ser partida (por acidente) e terminar exatamente quando acaba de ser feita, numa fábrica de porcelanas. Podemos dizer que se trata de uma história com princípio, meio e fim, sendo que o fim é exatamente o princípio.

Sobre a escrita da autora, voltei a encontrar a sua propriedade camaleónica, que tanto me agradou no primeiro livro, sendo que as três histórias poderiam ter sido facilmente escritas por pessoas diferentes e adaptadas à época que retratam.
Foi uma leitura muito interessante, que não só me ensinou imenso sobre a cultura do chocolate na Europa, como me abriu o apetite por uma boa chávena de chocolate.

Para mais informações podem espreitar aqui ou visitar a página do livro no site da Planeta » aqui.


Em destaque: "Desejo de Chocolate" de Care Santos

Da mesma autora de A Cor da Memória, chega agora um novo e viciante romance, vencedor do Prémio Llull, o maior galardão em língua catalã.

Três mulheres. 
Três séculos.
A mesma chocolateira de porcelana branca.
Uma paixão muito gulosa.
Através da paixão pelo chocolate, Care Santos descreve uma apaixonante viagem no tempo, que atravessa três séculos e o elemento que os une é uma requintada chocolateira branca que pertenceu à filha de Luís XIV, Madame Adelaide.
Tal como em A Cor da Memória, Barcelona serve de cenário a todo este romance, ou não fosse esta uma cidade com grande tradição chocolateira e que foi um dos primeiros lugares onde o chocolate passou a ser um manjar da aristocracia.  

Sinopse:
Desejo de Chocolate conta-nos a vida de três mulheres, que são as narradoras das histórias, e que têm em comum duas coisas: terem vivido em Barcelona e serem donas de uma chocolateira de porcelana branca, cuja inscrição na base tem uma peculiaridade: só cabe nela o conteúdo para três taças.
Sara: vive no presente e pertence a uma família de grande tradição chocolateira. Seguindo a carreira dos pais consegue que a chocolateira se expanda e orgulha-se de fabricar o melhor chocolate de Barcelona.
Aurora: vive no século o XIX. Filha ilegítima de uma criada que morreu ao dar à luz, foi acolhida pela família burguesa onde a mãe trabalhava, para servir a filha da família que nasceu ao mesmo tempo que ela. Para esta família, o chocolate era um produto proibido. 
Mariana: vive no século XVIII. O marido é fabricante do chocolate mais famoso da cidade, é ele que abastece a corte francesa e inventou uma prodigiosa máquina para fazer o chocolate que todos cobiçam.  

Uma saga familiar fascinante, com segredos escondidos ao longo de três séculos.
Um romance escrito com paixão, que vai permitir ao leitor descobrir a evolução e desenvolvimento da indústria do chocolate do século XVIII até hoje.

Sobre a autora:
Care Santos (Mataró, Barcelona, 1970) publicou oito romances, seis livros de contos e inúmeros títulos de literatura juvenil, área onde é uma das autoras mais lidas em Espanha.
Entre os seus títulos destacam-se Los Que Ruegen, La Muerte de Vénus - com este último foi finalista do Prémio Primavera em 2007 - A Cor da Memória (Planeta, 2012) e El Aire Que Respiras. A sua obra encontra-se traduzida em dezoito línguas.

Desejo de Chocolate foi galardoado com o Prémio Ramon Llull 2014.

Para mais informações sobre este livro visitem a página do mesmo no site da Planeta » aqui.

Resultado do Passatempo "A Cor da Memória"


Cá estou eu para anunciar o vencedor do Passatempo “A Cor da Memória”, um livro lindíssimo, gentilmente cedido pela Planeta para sortear aqui no blog e cuja leitura eu adorei. (espreitem aqui a minha opinião). ;)

Aqui ficam as respostas às perguntas do formulário eram as seguintes:

Onde se passa a ação?
Barcelona.
Qual o apelido da família cuja história se aborda nesta história?
Lax.
Sobre a autora, Care Santos é...
Espanhola.

De entre as 287 participações consideradas válidas, e com a ajuda do Random.org, foi apurado o número 61 para selecionar o vencedor… ou melhor dizendo a vencedora:

Ana Gonçalves
de Coimbra

Muitos parabéns! Espero que gostes tanto deste livro como eu gostei. Irás recebê-lo durante os próximos dias na morada que forneceste.
Boas leituras!

Passatempo "A Cor da Memória"

Um dos últimos livros que li e adorei foi exatamente este, "A Cor da Memória" de Care Santos.
É por isso, com grande prazer que anuncio um novo passatempo aqui no blog, com o gentil apoio da Planeta, temos para oferecer um exemplar deste magnífico livro.

Para participarem, como habitualmente, terão apenas de preencher corretamente o formulário abaixo até às 23h59 do próximo dia 24 de abril.

Poderão encontrar as respostas aqui, aqui ou no site da Planeta.
Boa sorte!


Regras do Passatempo:
1) 
Só serão validadas as participações com todos os campos do formulário preenchidos e com as respostas correctas, que sejam rececionadas até ao dia 24 de abril de 2012 pelas 23h59. (Atenção: a morada dos participantes tem apenas o intuito de facilitar o processo de envio do exemplar para o vencedor. Estes dados não serão utilizados para qualquer outro fim.)
2) Só é aceite uma participação por pessoa e, por questões relacionadas com o envio do prémio, só podemos aceitar participações de residentes em Portugal (continental e ilhas).
3) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blog, sendo o anúncio publicado nos dias seguintes ao final do passatempo e o vencedor contactado por email.
4) O livro será enviado para a morada fornecida após confirmação por email. Após o envio do mesmo, nem o blog, nem a editora ou o autor serão responsáveis no caso de extravio nos correios. 

"A Cor da Memória" de Care Santos

Certos livros são difíceis de classificar. Este é um bom exemplo.
Se o tivesse de fazer, não conseguiria atribuir-lhe um género, pois a meu ver, contem um pouco de tudo.
Intriga a
Mistério a
História a
Romance a
Posto isto, como o classificaremos? Talvez seja melhor o apresentar como uma saga família, pois na verdade, é disso que se trata. A saga da família de Amadeo Lax, um suposto pintor espanhol muito afamado. Digo suposto, pois nas minhas buscas não consegui encontrar nenhuma referência ao mesmo que não estivesse ligada a este livro. Esse para mim é o primeiro ponto a favor da autora, pois consegue criar uma pseudo-realidade e basear nela a construção deste romance. Pseudo-realidade porque intervalando certos capítulos podemos encontrar descrições de quadros, supostas cópias de notícias, aparentes estudos sobre esse pintor e a sua obra. De tal forma verosímeis que até ao final do livro, queremos crer que o Amadeo Lax existiu e que a sua obra deverá estar em exibição em um qualquer museu de Barcelona, o que na realidade não acontece.

Neste seu romance, o primeiro que leio dela, Care Santos conseguiu sem dúvida conquistar-me. Encantou-me a sua escrita, tão harmosiosa quanto melodiosa. E também de algum modo camaleónica, pois conseguimos distinguir diversos tipos de escrita entre capítulos. Nisso, ela mostrou-se um verdadeiro génio.

É sem dúvida um livro poderoso. Quase que nos sentimos enfeitiçados sobre a história daquela família, queremos descobrir mais, saber mais, sobre o mistério que envolve a partida de Teresa Brusés, mulher de Amadeo, mas também sobre o que aconteceu há tantos anos atrás entre Amadeu e o seu irmão Juán, e sem dúvida perceber porque há portas que não devem ser abertas na mansão Lax.

Um livro excelente, na linha de Carlos Ruiz Záfon e Ângela Becerra, que recomendo!

Podem tirar as vossas dúvidas e começar a ler as primeiras páginas aqui.

Em destaque: "A Cor da Memória" de Care Santos

Todas as famílias têm os seus segredos. Cada casa tem os seus quartos fechados.
Há portas que é melhor não abrir.

Na convulsa e fascinante Barcelona do modernismo, a matriarca de uma das sagas mais
prestigiosas da cidade prepara a mudança para o seu novo lar, um lindíssimo palacete vizinho do então incipiente Paseo de Gracia.
As paredes dessa casa serão o zeloso guardião de vidas repletas de ambição, segredos inconfessáveis e paixões ocultas.
Essa é a herança que o tempo confiará a Violeta, última da estirpe: o passado, visto do presente é sempre um quebra-cabeças a que faltam peças...

Care Santos traça um grandioso fresco histórico e social que nos convida a reflectir sobre a débil memória que legamos às gerações futuras.
Apaixonante e viciante, "A Cor da Memória" é uma  história de intriga, romance e tragédia com o pano de fundo de um mundo que desapareceu para nunca mais voltar.

Depois de Carlos Ruiz Zafón um novo grande romance com o irresistível fascínio de Barcelona.
"A Cor da Memória" converteu-se num sucesso internacional.  Desde a sua publicação em Espanha, em 2011, os direitos foram vendidos para França, Itália, Alemanha, Holanda, Suécia, Noruega, Grécia, Roménia, Polónia…. E o fenómeno continua a crescer.

Um livro que se desdobra como um quebra-cabeças de personagens reais e ficcionais desde o século XIX até os dias de hoje com a Barcelona modernista como pano de fundo e uma alta temperatura emocional.
Os ambientes da Barcelona de Gaudí, o retrato do tempo e das cores dos primeiros anos do século XX, os pátios e os quartos fechados das casas onde tudo se cobre de mistério.

Vida, amor, paixão artística, espiritismo, viagens, guerra civil, riqueza perdida e fantasmas numa intriga sem descanso.
A paixão de uma família. O segredo de uma vida.

«A Cor da Memória é o meu romance mais ambicioso. Para mim há um antes e um depois desta história. Apenas espero que aos meus leitores lhes suceda o mesmo.»
Care Santos

«O poder deste romance não está na ideia, no conceito, na sensação; está na forma como nos faz mudar a percepção das coisas e de nós próprios.»
La Vanguardia

«Emocionará a maioria dos leitores.»
El Periódico

Tirem as dúvidas. E riam-se com a loucura de Alvie Knightly!

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Um livro fora de série! Fenomenal. :)

Uma leitura magnífica.

 

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