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Em destaque: "Para lá do inverno" de Isabel Allende

«No meio do inverno, aprendi por fim que havia em mim um verão invencível»

Sinopse:
Isabel Allende parte da célebre frase de Albert Camus para nos apresentar um conjunto de personagens próprios da América contemporânea que se encontram «no mais profundo inverno das suas vidas»: uma mulher chilena, uma jovem imigrante ilegal guatemalteca e um cauteloso professor universitário.

Os três sobrevivem a uma terrível tempestade de neve que se abate sobre Nova Iorque e acabam por perceber que para lá do inverno há espaço para o amor e para o verão invencível que a vida nos oferece quando menos se espera.

Para lá do inverno é um dos romances mais pessoais da autora: uma obra absolutamente atual que aborda a realidade da migração e a identidade da América de hoje através de personagens que encontram a esperança no amor e nas segundas oportunidades.

Sobre a autora:
Isabel Allende, nascida em 1942, de nacionalidade chilena-americana, viveu no Chile entre 1945 e 1951, quando começou a viajar seguindo o seu padrasto, um diplomata chileno. Iniciou no Chile a sua carreira como jornalista. Após o golpe militar de 1973, refugiou-se na Venezuela, onde residiu treze anos, e aí começou a escrever. Desde 1988 vive na Califórnia.

Em 1982, o seu primeiro romance, A casa dos espíritos, transformou-se num dos títulos míticos da literatura latino-americana. Desde então escreveu vinte e dois livros, que se tornaram êxitos internacionais. A sua obra foi traduzida para trinta e cinco línguas e vendeu mais de sessenta e sete milhões de exemplares. Recebeu mais de cinquenta prémios internacionais e treze doutoramentos honorários. Em 2010 foi galardoada no Chile com o Prémio Nacional de Literatura, e em 2014
recebeu a Medalha da Liberdade, o galardão civil mais importante dos Estados Unidos.

Mais informações sobre a autora estão disponíveis em:
www.isabelallende.com e www.facebook.com/isabelallende.

"O Amante Japonês" de Isabel Allende (opinião)

A apresentação deste novo romance de Isabel Allende prometia que a autora regressava ao estilo que tantos leitores tinha conquistado. E realmente, reencontrei em O Amante Japonês, a mesma voz narradora de Eva Luna, A Casa dos Espíritos ou “A Ilha Debaixo do Mar”.

Desta vez Isabel Allende conta-nos a história de duas mulheres europeias que viram o seu percurso de vida alterado quando crianças, e que por diferentes razões foram parar aos Estados Unidos da América. Alma, a mais velha, devido à guerra; a mais nova, Irina, devido à pobreza extrema que assolava o seu país, a Moldávia.

A história começa com uma apresentação da residência sénior onde Irina começa a trabalhar. Irina é uma jovem com um passado violento que lhe assombra as relações no presente. Mas de igual modo, é também uma jovem determinada e trabalhadora, que rapidamente entra no coração e na vida de Alma, uma das séniores mais notáveis na residência sénior.
Alma é uma anciã que teve uma vida fascinante e que por opção própria decidiu ingressar na residência, embora com um apartamento independente. Com a ajuda de Seth, o seu neto, e da jovem Irina, predispôs-se a organizar as suas memórias. E é através das descobertas de Irina e Seth, e dos relatos da própria Alma que vamos navegando por diversas épocas e lugares, abordando temas tão apaixonantes como chocantes e que fizeram parte do século XX, incluindo a II Guerra Mundial, o genocídio judeu, os campos de concentração americanos para os japoneses e nipo-americanos, a sida, a afirmação homossexual, a revolução das flores, as drogas, etc.

Rica e plena de sentimentos, esta é também uma história sobre a vida e a morte, e sobre como o que é importante está exatamente no meio, e no que fazemos nesse período.

Adorei. Mais um livro excelente desta autora, que já vai sendo considerada como uma sábia  anciã (73 anos). Não me deixo de interrogar o quanto de Alma é inspirada em si mesma…

Oxalá continue a escrever por muitos anos, dando-nos a possibilidade de nos deleitarmos nas suas obras. 


Para mais informações sobre este livro, queiram espreitar aqui ou visitar a página do mesmo no site da Porto Editora » aqui.

Em destaque: "O Amante Japonês" de Isabel Allende

Um dos acontecimentos editoriais do ano!
A 29 de outubro a Porto Editora publica “O Amante Japonês”, o novo e extraordinário romance de Isabel Allende.

Sinopse:
Em 1939, quando a Polónia capitula sob o jugo dos nazis, os pais da jovem Alma Belasco enviam-na para casa dos tios, uma opulenta mansão em São Francisco. Aí, Alma conhece Ichimei Fukuda, o filho do jardineiro japonês da casa. Entre os dois brota um romance ingénuo, mas os jovens amantes são forçados a separar-se quando, na sequência do ataque a Pearl Harbor, Ichimei e a família – como milhares de outros nipo-americanos – são declarados inimigos e enviados para campos de internamento. Alma e Ichimei voltarão a encontrar-se ao longo dos anos, mas o seu amor permanece condenado aos olhos do mundo.

Décadas mais tarde, Alma prepara-se para se despedir de uma vida emocionante. Instala-se na Lark House, um excêntrico lar de idosos, onde conhece Irina Bazili, uma jovem funcionária com um passado igualmente turbulento. Irina torna-se amiga do neto de Alma, Seth, e juntos irão descobrir a verdade sobre uma paixão extraordinária que perdurou por quase setenta anos.

Em O Amante JaponêsIsabel Allende regressa ao estilo que tanto entusiasma o seu público, relatando de forma soberba uma história de amor que sobrevive às rugas do tempo e atravessa gerações e continentes.

Leia aqui as primeiras páginas deste livro.

Podem acompanhar a autora em: https://www.facebook.com/isabelallende


"O Plano Infinito" de Isabel Allende (opinião)

Esta é uma das belíssimas histórias que Isabel Allende escreveu e que apaixonou milhões. Passada nos E.U.A. na segunda metade do século XX, aborda temas intensos como o racismo e a marginalização social, a Guerra do Vietname, a revolução sexual, e não deixa ninguém indiferente, pois muito do que a autora escreve, é tão atual como na época que retrata.

O protagonista desta história apaixonante é Gregory Reeves, filho de um pregador errante, cuja família leva uma existência nómada viajando pelo velho Oeste, anunciando o Plano Infinito, uma espécie de religião, que defende que tudo tem o seu propósito, a sua finalidade, e que temos de estar preparados para o que o destino nos lançar para o colo.
Por motivos incontornáveis, a família é obrigada a abandonar o seu modo de vida e assenta arraiais numa fechada comunidade hispânica na Califórnia. Aí conhece Carmen Morales e a sua família, que desde logo o adopta como um dos seus. Esta, que se torna em sua amiga-irmã vai ser uma das presenças mais estáveis na sua vida. No entanto, a vida não é gentil para Gregory, e ao longo de várias décadas, acompanhamos a sua busca incansável por uma afirmação pessoal e o seu verdadeiro eu.
Sobrevivendo ao facto de ser um gringo em terra de hispânicos, às profundas diferenças sociais, à extrema pobreza, a um renascer de combatente do Vietname, e a uma aparente carreira de sucesso como advogado, Gregory consegue encontrar, após muitas perdas e poucos ganhos, a paz e o verdadeiro caminho para a felicidade.

É mais um livro emocionante desta fabulosa autora, que através de um percurso difícil e quase desesperante das suas personagens, consegue transmitir ao leitor uma mensagem de esperança, despertanto inclusivé as nossas mentes para algumas questões existênciais, e apontando-nos o caminho para a sabedoria de uma vida feliz.
Um livro assombroso. Muito muito bom.

Para mais informações queiram por favor visitar a página do mesmo no site da Porto Editora » aqui.

Novos livros de Isabel Allende no catálogo da Porto Editora

"Inês da Minha Alma" e "O Plano Infinito" de Isabel Allende reeditados no início de junho!

A 11 de junho, ficam disponíveis nos pontos de venda os romances "Inês da Minha Alma" e "O Plano Infinito". Com a publicação destes dois títulos, passam a ser 13 as obras da grande autora chilena no catálogo da Porto Editora.

"Inês da Minha Alma" é um romance cujo enredo a autora dedicou a uma das personagens mais fascinantes da História de Espanha, Inéz Suárez. Já em "O Plano Infinito", Isabel Allende explorou pela primeira vez uma realidade distante do contexto sul-americano que lhe é tão familiar e conduz o leitor até à Califórnia da segunda metade do século XX. Estasobras estavam esgotadas no mercado português há vários anos.

Inés Suarez é uma jovem e humilde costureira, oriunda da Extremadura, que embarca em direção ao Novo Mundo para procurar o marido, extraviado pelos seus sonhos de glória no outro lado do Atlântico. Anseia também por uma vida de aventuras, vedada às mulheres na sociedade do século XVI.
Na América, Inés não encontra o marido, mas sim uma grande paixão: Pedro de Valdivia, mestre de campo de Francisco Pizarro, ao lado de quem Inés enfrenta as incertezas da conquista e fundação do reino do Chile.
Neste romance épico, a força do amor prevalece sobre a rudeza, a violência e a crueldade de um momento histórico inesquecível. Pela mão de Isabel Allende, confirma-se que a realidade pode ser mais surpreendente que a ficção, e igualmente cativante.

Podem começar a ler as primeiras páginas aqui.

Explorando pela primeira vez uma realidade distante do mundo sul-americano que lhe é tão familiar, Isabel Allende conduz-nos até à Califórnia da segunda metade do século XX, seguindo os passos de duas famílias: a do pregador Reeves que percorre o Oeste num velho camião, anunciando um Plano Infinito que justifica a existência humana; e a dos Morales, imigrantes mexicanos que vivem num bairro hispânico marcado pela violência.
Gregory Reeves, a personagem central do livro, cresce à sombra da pobreza e da negligência. Quando decide que o futuro só pode estar longe do bairro hispânico onde vive, e onde não passa de um gringo, parte em busca de algo melhor. O plano de que o seu pai tanto falava parece ser mais real do que Gregory gostaria de acreditar, e tudo acontece como se o destino estivesse traçado, sem que ele consiga evitar a sucessão de más decisões que afetam a sua vida. 
Depois de um casamento falhado, da guerra do Vietname, da dor de perder um amigo e ver morrer tanta gente, Gregory regressa ao seu passado, sem aprender nada com os erros cometidos. Só mais tarde, quando é obrigado a enfrentar a realidade, começa a perceber que o seu destino depende apenas de si mesmo, e que o Plano Infinito pode afinal ainda estar em aberto.

Opinião: "O Jogo de Ripper" de Isabel Allende

Este é o primeiro policial de Isabel Allende que leio. Não sei se será o primeiro do género que ela escreve, mas assim que iniciei esta leitura percebi que ía ser bom e uma pergunta se me afigurou de imediato: porque é que ela demorou tanto a encetar esta aventura da escrita pelos caminhos dos policiais?

A história está muito bem organizada, como um bom policial deve ser, e cheia de pormenores que nos fazem pensar e ajudam a raciocinar como um verdadeiro detetive.
O leque de personagens são extremamente interessantes e apesar de serem mais do que uma mão cheia, é-nos fácil identificá-las pois na primeira parte do livro a autora dedica algum tempo à história pessoal de cada uma.
Relativamente ao ritmo, julgo que Isabel Allende conseguiu um bom equilíbrio, pois embora não tenhamos um ritmo acelerado como em muitos policiais, ele também não é muito lento.
Quanto ao fator surpresa, o que é sempre muito importante em livros deste género, confesso que fiquei realmente surpreendida, pela positiva. ;) E mais não digo, pois não vos quero estragar a vossa experiência de leitura.
Apenas acrescento que para quem gosta de policiais, este é um daqueles que não devem perder. E para quem gosta de Isabel Allende… bem, não se vai mesmo arrepender!


Para mais informações podem espreitar aqui ou visitar a página do livro no site da Porto Editora » aqui.

Em destaque: "O Jogo de Ripper" de Isabel Allende

Está a chegar o novo romance de Isabel Allende!

A 21 de fevereiro, chega às livrarias portuguesas "O Jogo de Ripper", o novo e muitíssimo aguardado romance de Isabel Allende. A chilena é uma das escritoras mais populares do mundo, tendo já ultrapassado os 60 milhões de livros vendidos.

Autora de êxitos incontornáveis, como "A Casa dos Espíritos", "Eva Luna" e "Paula", Isabel Allende oferece aos leitores o primeiro policial da carreira. 
O sucessor de "O Caderno de Maya" é um romance surpreendente, narrado com a prosa única que deu fama a Isabel Allende.

Sinopse:
Indiana e Amanda Jackson sempre se apoiaram uma à outra. No entanto, mãe e filha não poderiam ser mais diferentes. Indiana, uma bela terapeuta holística, valoriza a bondade e a liberdade de espírito. Há muito divorciada do pai de Amanda, resiste a comprometer-se em definitivo com qualquer um dos homens que a deseja: Alan, membro de uma família da elite de São Francisco, e Ryan, um enigmático ex-navy seal marcado pelos horrores da guerra.


Enquanto a mãe vê sempre o melhor nas pessoas, Amanda sente-se fascinada pelo lado obscuro da natureza humana. Brilhante e introvertida, a jovem é uma investigadora nata, viciada em livros policiais e em Ripper, um jogo de mistério online em que ela participa com outros adolescentes espalhados pelo mundo e com o avô, com quem mantém uma relação de  estreita cumplicidade. Quando uma série de crimes ocorre em São Francisco, os membros de Ripper encontram terreno para saírem das investigações virtuais, descobrindo, bem antes da polícia, a existência de uma ligação entre os crimes. No momento em que Indiana desaparece, o caso torna-se pessoal, e Amanda tentará deslindar o mistério antes que seja demasiado tarde.

Comece a ler aqui as primeiras páginas.

Para mais informações queiram por favor visitar a página do livro no sitre da Porto Editora » aqui.

"A Ilha Debaixo do Mar" de Isabel Allende

Há livros que lemos e que no momento a seguir esquecemos. Há personagens que nada nos dizem e que saem da nossa mente tão suavemente como entraram.

E há livros e personagens que nos deixam saudades, no preciso momento em que lemos a última linha da sua história.
Este livro e a história de Tété e de sua família e seus amigos, são um desses casos.

Um dos meus livros favoritos de sempre é Eva Luna, desta mesma autora (e que por sinal tenho de reler em breve!) e cuja personagem nunca me esqueci.
"Chamo-me Eva Luna, que quer dizer ‘vida’ (...) Nasci no quarto dos fundos de uma casa sombria e cresci entre móveis antigos, livros em latim e múmias humanas, mas isso não me tornou melancólica, porque vim ao mundo com um sopro de selva na memória."

Li também a Casa dos Espíritos e vi o filme, pelo qual me apaixonei, e ainda me lembro das mulheres daquela família (Clara, Blanca e Alva), mas passados uns anos, quando peguei em "A Soma dos Dias" a desilusão instalou-se em mim. Senti-me quase que defraudada, pois a magia que me tinha envolvido com Eva Luna não se encontrava ali.
Desiludida (leia-se quase zangada) não voltei a pegar em nenhum livro de Isabel Allende. Até agora. Quando achei que esta birra não fazia sentido e que estava a perder leituras magníficas.
E pronto. Embarquei rumo a Saint Domingue e conheci a Tété. E encontrei novamente a mesma magia sedutora e envolvente de Eva Luna e da Casa dos Espíritos. :)

Nesta história Isabel Allende aborda o tema da escravatura em finais do séc. XVIII, e pela mão da pequena Tété, ficamos a conhecer como nasceu o Haiti, naquela altura conhecido por Saint Domingue. A opressão dos colonos franceses, as plantações de cana de açúcar, a escravatura e finalmente a rebelião dos escravos que dizimou milhares, tanto de um lado como do outro. Nessa altura viajamos com Tété rumo a Cuba e mais tarde para Nova Orleães no Louisianna, ainda colónia espanhola, prestes a ser vendida aos franceses e uns anos mais tarde à América do Norte.

A vida de Tété, os seus sofrimentos, as suas paixões, a forma simples e honesta como encarava a vida, a sua integridade como pessoa, a sua fragilidade e a sua força, são sem dúvida as principais razões que nos levam a ler com avidez cada página desta sua história.

«Todos temos dentro de nós uma insuspeita reserva de força que emerge quando a vida nos põe à prova.»

É uma história lindíssima que não irei esquecer.

(Obrigada querida Betita por este empréstimo!)

Sinopse:
Para quem era uma escrava na Saint-Domingue dos finais do século XVIII, Zarité tinha tido uma boa estrela: aos nove anos foi vendida a Toulouse Valmorain, um rico fazendeiro, mas não conheceu nem o esgotamento das plantações de cana, nem a asfixia e o sofrimento dos moinhos, porque foi sempre uma escrava doméstica.
A sua bondade natural, força de espírito e noção de honra permitiram-lhe partilhar os segredos e a espiritualidade que ajudavam os seus, os escravos, a sobreviver, e a conhecer as misérias dos amos, os brancos. Zarité converteu-se no centro de um microcosmos que era um reflexo do mundo da colónia: o amo Valmorain, a sua frágil esposa espanhola e o seu sensível filho Maurice, o sábio Parmentier, o militar Relais e a cortesã mulata Violette, Tante Rose, a curandeira, Gambo, o galante escravo rebelde… e outras personagens de uma cruel conflagração que acabaria por arrasar a sua terra e atirá-los para longe dela. Quando foi levada pelo seu amo para Nova Orleães, Zarité iniciou uma nova etapa onde alcançaria a sua maior aspiração: a liberdade. Para lá da dor e do amor, da submissão e da independência, dos seus desejos e os que lhe tinham imposto ao longo da sua vida, Zarité podia contemplá-la com serenidade e concluir que tinha tido uma boa estrela.

Tirem as dúvidas. E riam-se com a loucura de Alvie Knightly!

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Um livro fora de série! Fenomenal. :)

Uma leitura magnífica.

 

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