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Em destaque: "D. Maria I" de Isabel Stilwell


Uma rainha atormentada por um segredo que a levou à loucura

Sinopse:
Num tempo extraordinário, este romance, feito de personagens apaixonantes, leva-nos a um cenário de conspiração e intriga na Lisboa do século XVIII. Assistimos pelos olhos de D. Maria ao terramoto que abalou a capital, ao fim do poder do Marquês de Pombal que tanto a perturbava, aos conflitos com Espanha, ao longo processo dos Távora que marcou o seu reinado. Uma época onde lá fora despertava a Revolução Francesa e a independência dos Estados Unidos.

A sua querida Rosa, sempre a saltitar à sua volta cheia de colares e pulseiras, bem tentou protegê-la de tanta dor, mas aos poucos D. Maria deixa-se dominar pela agitação que sempre tentou ocultar, por uma melancolia profunda num longo processo de depressão que culminou na loucura. Um medo que acalentou em silêncio.

Sobre a autora:
Isabel Stilwell é jornalista e escritora. a sua grande paixão por romances históricos revelouse em 2007, com o bestseller D. Filipa de Lencastre, a que se seguiram D. Catarina de Bragança, ambos traduzidos para inglês, e D. Amélia, sempre com crescente sucesso.
Em abril de 2012, foi a vez de publicar D. Maria II, que mereceu uma edição especial para o mercado brasileiro. Em outubro de 2013 lançou Ínclita Geração – Isabel de Borgonha, em 2015, a história da mãe do primeiro rei de Portugal, D. Teresa e em 2017 um romance sobre a vida da Rainha Santa, Isabel de Aragão, eleito o 2º melhor livro de ficção, no Prémio Livro do Ano Bertrand.
Desde o Diário de Notícias, onde começou aos 21 anos, que contribui de forma essencial para o jornalismo português. Fundou e dirigiu a revista Pais & Filhos, foi diretora da revista Notícias Magazine durante 13 anos e diretora do jornal Destak até ao final do ano de 2012, entre muitos outros projetos. Atualmente escreve para a revista Máxima, tendo uma das suas peças sobre a adoção em Portugal («Não amam nem deixam amar», em conjunto com a jornalista Carla Marina Mendes) sido distinguida com o 1º Prémio de Jornalismo «Os Direitos da Criança em Notícia». Continua a colaborar mensalmente com a revista Pais e com o Jornal de Negócios, quando não está a escrever, vira diariamente os «Dias do Avesso» em conversa com Eduardo Sá, na Antena 1.

"Isabel de Aragão - Entre o Céu e o Inferno" de Isabel Stilwell (Opinião)

Li há relativamente pouco tempo o livro Rainha Santa, de Isabel Machado, e apaixonei-me por Isabel de Aragão. Quando vi que uma outra Isabel (a Stilwell) se dedicara a escrever sobre a mesma Isabel (rainha), achei que não podia perder a oportunidade de conhecer um pouco mais esta Rainha da qual ainda hoje se ouve contar histórias.

Na realidade, se Isabel Machado romantizou Isabel de Aragão, Isabel Stiwell tornou-a mais real. São dois livros que se complementam, no sentido de que nos dão a conhecer esta mulher, neta, filha, esposa, mãe e avó de reis e rainhas ligados à História de Portugal e no fundo à História da Península Ibérica.

A melhor rosa de Aragão, como a chamava o seu avô D. Jaime I, o Conquistador da Casa de Aragão, que a criou desde tenra idade, foi a Rainha consorte de D. Dinis, rei de Portugal. Isabel herdou o seu nome da sua tia materna, Santa Isabel da Hungria, de quem se conta igualmente uma lenda semelhante à do milagre das rosas. De notar que gostei particularmente da forma como Isabel Stilwell conseguiu dar a volta a esta lenda, que conheço desde a primária.

E é verdade que, quem conta um conto, acrescenta um ponto, pois com o passar dos tempos, os milagres desta Rainha tomaram grandes proporções. Ela dedicou, sim, a sua vida a cuidar dos pobres e dos doentes, pois era dotada de um profundo sentimento de justiça e de solidariedade social. Doia-lhe bem fundo na alma os que sofriam e os que padeciam de males como a lepra. No entanto, muitas das curas eram feitas com ervas e mezinhas, de cujo conhecimento havia adquirido junto de um dos mais famosos físicos da época, Arnaldo de Vilanova. Milagre, sim, foi a educação que Isabel recebeu, muito à frente do seu tempo, dotando-a de uma riqueza de conhecimentos muito elevada que lhe permitiu ajudar tantos. 

O título deste livro está muito bem conseguido: Isabel de Aragão, Entre o Céu e o Inferno.
Se na realidade a rainha tentava levar a sua vida praticando o bem, o mal entrava-lhe pela casa a dentro, perseguido-a constantemente com as lutas e problemas familiares, dos quais não conseguia manter-se alheada. Quantas vezes utilizou ela a expressão “Como Caim e Abel”? Quantas vezes se viu forçada a intervir entre marido e filhos, filhos e enteados, irmão e netos? Até ao fim da vida, esse Inferno lhe esteve dedicado. Os confrontos sucediam-se, e muitos deles só não avançaram mais devido à sua intervenção.


Não posso deixar de mencionar Vataça Láscaris, uma princesa da corte bizantina que era sua parente afastada (por via da Isabel da Hungria) e que acompanhou Isabel desde tenra idade e que se tornou na sua maior aliada. É uma personagem fabulosa, com quem muito me identifiquei, sendo que acho que ela própria merecia um livro só seu… mas isso são outras conversas. Neste livro é bem retratada a sua importância junto dos reis de Portugal, mas também junto da corte de Castela, onde viveu enquanto acompanhou D. Constança (filha de Isabel) que desposou D. Fernando IV, e de Aragão, a partir do momento em que subiu ao trono a sua eterna paixão, Jaime II de Aragão (irmão de Isabel). A amizade entre estas duas mulheres nunca esmoreceu, durando até à morte, e os contactos de Vataça, tida por alguns como espia e informadora para os reis de Portugal, contribuiu imenso para a importância de Isabel como conselheira e pacificadora dos reinos da Península Ibérica.

Este é um romance histórico sobre a Rainha Santa Isabel, que segue os acontecimentos históricos com fidelidade, mas que se transforma num relativo vivo sobre os acontecimentos nos reinos Portugal, Aragão e Castela, uma vez que se encontravam entrelaçados por laços familiares. 
Um romance magnífico, como não podia deixar de ser, pela mão de Isabel Stilwell.

Em destaque: "Isabel de Aragão – Entre o Céu e o Inferno" de Isabel Stilwell

A rainha que Portugal imortalizou como Rainha Santa

Sinopse:
Entre o céu e o inferno. Assim foi a vida de Isabel de Aragão.
Nasceu envolta no saco sagrado, a 11 de fevereiro de 1270, em Saragoça. Intocável. Protegida. Com poucos dias de vida o avô, Jaime I, levou-a consigo para Barcelona, no meio de uma tempestade. Cresceu a ouvir histórias de grandes conquistas, de reinos divididos por lutas sangrentas entre pais e filhos e entre irmãos. A história de Caim e Abel. Uma história que se repetiu ao longo da sua vida…

Aos 12 anos casou com D. Dinis, rei de Portugal, e junto dele governou durante 44 anos. Praticou o bem, visitou gafarias, tocou em leprosos e lavou-lhes os pés, gastou a sua fortuna pessoal a ajudar os que mais precisavam e mandou construir o mosteiro de Santa Clara, em Coimbra. Da sua lenda fazem parte milagres, curas e feitos. Mas a melhor rosa de Aragão, que herdou o nome da Santa Isabel da Hungria, era boa para ser rei, como dizia muitas vezes o marido.

Junto dos seus embaixadores e espiões, com a ajuda da sua sempre fiel Vataça, jogou de forma astuta no tabuleiro do poder. Planeou e intrigou. Mas a história teimava em repetir-se. Caim e Abel. Pai contra filho, o seu único filho varão contra os meios-irmãos bastardos.

Morreu aos 66 anos, depois de uma penosa viagem de dezenas de léguas de Coimbra a Estremoz, montada numa mula, para evitar mais um conflito entre Portugal e Castela. Sempre acreditou que a película em que nascera a protegeria de tudo, mas nos últimos tempos de vida sentia-se frágil e vulnerável. E duvidava. Onde falhara como mulher e mãe?

Sobre a autora:
Isabel Stilwell é jornalista e escritora. A sua grande paixão por romances históricos revelou-se em 2007, com o bestseller D. Filipa de Lencastre, a que se seguiram D. Catarina de Bragança e D. Amélia, com crescente sucesso. Em abril de 2012, foi a vez de D. Maria II, que vendeu mais de 45 mil exemplares e mereceu uma edição especial para o mercado brasileiro. Em outubro de 2013 lançou Ínclita Geração – Isabel de Borgonha e, em 2015, a história da mãe do primeiro rei de Portugal, D. Teresa.

Desde o Diário de Notícias, onde começou aos 21 anos, que contribui de forma essencial para o jornalismo português. Fundou e dirigiu a revista Pais & Filhos, foi diretora da revista Notícias Magazine durante 13 anos e diretora do jornal Destak até ao final do ano de 2012, entre muitos outros projetos.


Atualmente escreve para a revista Máxima, tendo uma das suas peças sobre a adoção em Portugal («Não amam nem deixam amar», em conjunto com a jornalista Carla Marina Mendes) sido distinguida com o 1º Prémio de jornalismo «Os Direitos da Criança em Notícia». Continua a colaborar mensalmente com a revista Pais & Filhos e, quando não está a escrever, vira diariamente os «Dias do Avesso» em conversa com Eduardo Sá, na Antena 1.


"D. Teresa" de Isabel Stilwell (Opinião)

Não sei como foi possível nunca ter lido nada de Isabel Stilwell até agora. Não só é uma grande falha minha enquanto leitora, como enquanto portuguesa! Mas espero que agora, após este primeiro livro, e já que comecei pela ordem certa, consiga colmatar esta falha, lendo os restantes livros da sua autoria.

É realmente uma autora extraordinária, tanto a nível de escrita como a nível de pesquisa. Com este "D. Teresa" aprendi muitíssimo sobre como surgiu Portugal, de quem somos descendentes, e de onde vem este fogo que nos faz ser tão diferentes dos outros habitantes da Penísula Ibérica.

D. Teresa de Portugal foi a mãe de D. Afonso Henriques, e ao fim ao cabo a primeira rainha de Portugal. Era uma mulher extraordinária, filha de Afonso VI, Rei de Leão e Castela e da senhora do Bierzo, Ximena Moniz. Foi educada por D. Urraca, sua tia, a partir dos 6 anos de idade, o que lhe garantiu uma vontade indomável de ser rainha e senhora do que era seu por direito. Esta personagem tão fundamental da nossa história, reconhecida como Rainha em 1116 pelo Papa Pascoal II, era uma mulher de armas, que governou sem hesitações num mundo de homens e pleno de conspirações. Conhecêmo-la dos livros de história e reza a lenda que o filho lhe bateu, mas com este livro, apaixonamo-nos por Teresa, a filha, a mulher e a mãe. Uma mulher à frente do seu tempo e a quem devemos a formação de Portugal.

Isabel Stilwell é uma maga com as palavras. Transforma a História em romance e encanta os seus leitores com um discurso simples e despretencioso, mas riquíssimo não só pelos pormenores como pelas imagens que consegue criar nas nossas mentes. Adorei o facto de termos um primeiro narrador isento e e impessoal para a história em si, e depois outro, a própria Ximena, mãe de Teresa, que quase que em forma de diário nos dá conta do seu lado da história.

É um livro extraordinário que me proporcionou umas boas horas de puro prazer e que recomendo, mesmo para quem acha que não gosta de romances históricos. Muito bom!
Obrigada, Isabel Stilwell.

Tive o prazer de estar no lançamento deste livro.
Foi uma apresentação muitíssimo interessante, a cargo do Prof. Guilherme de Olveira Martins,
que soube dar o tom certo à tarefa que tinha em mãos.
No final tive oportunidade de trocar uma ou duas palavras com a autora,
e claro, ter o meu livro autografado. :)

Para mais informações sobre este livro ou sobre a autora, queiram por favor visitar a página do mesmo no site da Editorial Presença » aqui.

Em destaque: "D. Teresa" de Isabel Stilwell

Esta é a história de Teresa, uma mulher de armas, à frente do seu tempo, que governou num mundo de homens e de conspirações.

Filha de Ximena Moniz do Bierzo, de quem herdou os olhos verdes e a astúcia, e de Afonso VI de Leão e Castela. Viúva aos 25 anos do Conde D. Henrique de Borgonha regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o Papa Pascoal II reconhecia-a como Rainha.

Pelo Condado Portucalense confrontou a meia-irmã e rival Rainha Urraca de Castela, o pai, a igreja Católica, os nobres portucalenses e até mesmo o seu próprio filho D. Afonso Henriques, na lendária Batalha de São Mamede. Trinta e três anos depois de ter chegado ao condado, via-se obrigada a fugir, derrotada e traída. Restava-lhe o consolo de ter a seu lado o seu amado, Fernão Peres de Trava, e a certeza de que Alberto, seu fiel amigo, escreveria, com verdade, a sua história.

Isabel Stilwell é a autora de romances históricos mais lida em Portugal. D.Teresa - Uma Mulher que Não Abriu Mão do Poder é um romance emocionante sobre esta personagem fundamental da nossa história - mãe de D.Afonso Henriques, amante de Fernão Trava e Rainha de Portugal.

Para mais informações sobre este livro, podem consultar a página do mesmo no site da Editorial Presença » aqui.

Tirem as dúvidas. E riam-se com a loucura de Alvie Knightly!

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Um livro fora de série! Fenomenal. :)

Uma leitura magnífica.

 

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