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"Um Clarão de Luz" de Jodi Picoult (OPINIÃO)

Este não é um tema fácil, aliás, como muitos dos temas abordados nos livros de Jodi Picoult. E claro, como sempre mexe com as nossas emoções e convicções. Jodi consegue colocar-nos a discutir com nós próprios, analisando cada uma das partes e circunstâncias. No meio de tudo isto, aprendemos. Aprendemos a ser mais tolerantes e aprendemos a ver e respeitar os pontos de vista dos outros. Porque ninguém é dono da verdade absoluta. Simplesmente porque ela não existe. Principalmente num tema como este. Pró-escolha ou Pró-vida?

Neste livro, Jodi recria uma situação que não é pouco provável de acontecer nos E.U.A. Um centro que presta cuidados de saúde reprodutiva a mulheres (incluindo a realização de abortos) é invadido por um homem armado que desata a disparar, causando feridos e fazendo reféns. O centro está cheio de funcionários e pacientes, pelo que de imediato é lançado o alerta junto das forças policiais e o caos rebenta.

Jodi Picoult escolhe as suas personagens a dedo. Pessoas simples, como qualquer um de nós, mas com algo na sua história pessoal que as liga ao tema. E por vezes, essa ligação, nem é assim tão linear. Como por exemplo uma das pessoas que se encontra dentro do Centro naquele fatídico dia, era uma jovem que apenas estava lá para ter a sua primeira consulta de planeamento familiar; outra, uma mulher mais velha, tinha ido mostrar os resultados dos exames que confirmariam que tinha cancro de colo do útero. E o atirador? Quais as suas razões para aquela atitude? E o negociador de reféns? Qual a sua ligação? Todas as personagens envolvidas neste caso têm algo para partilhar sobre o assunto. E aos poucos, vamos sabendo das suas histórias, mesmo as mais escondidas, e percebendo os seus motivos e as suas convicções e opiniões.

Apesar da situação que a autora nos apresenta, este é daqueles livros em que o final não é o mais importante, embora exista alguma tensão até ao fim. É o próprio desenvolvimento da história que tem a máxima importância. É aí que nós nos questionamos perante as informações que vamos recebendo. E no fim, não sei se ficamos mais certos das nossas convicções, se mudamos de ideia ou se ficamos mais baralhados. Uma coisa é certa, ficamos mais abertos às opiniões dos outros, mais susceptíveis de entender as razões dos outros, e acima de tudo, a querer falar sobre o assunto.

E mais do que um livro sobre o tema do aborto, direitos das mulheres vs. direitos dos seres que elas geram, este é um livro sobre pais e mães e as capacidades e responsabilidades de cada um.

Em suma, adorei. É daqueles livros que só nos apetece partilhar e falar com os amigos. Um livro excelente para grupos de discussão e clubes de leitura. Recomendo.

P.S. Outra das características desta autora que eu adoro, é a habilidade que nos tem de fazer apreender e até memorizar algo especial. Um clarão de luz, o nome do título deste livro, é também o que acontece quando um espermatozóide fecunda um ovo. Tem a ver com algo de científico, com o aumento súbito dos níveis de cálcio que provocam a libertação de zinco ou, para quem preferir, é sinónimo de que aconteceu algo realmente especial - a criação de uma nova vida.

Em destaque: "Um Clarão de Luz" de Jodi Picoult

Um dia quente de outono começa como qualquer outro no Centro - uma clínica que presta cuidados de saúde reprodutiva a mulheres. 
Como habitualmente, os seus funcionários acolhem as pacientes que ali se encontram para aconselhamento e tratamentos. De repente, pelo final da manhã, um homem armado entra nas instalações e começa a disparar, causando feridos e fazendo reféns.

agente de polícia Hugh McElroy, especialista em negociar a libertação de reféns, estabelece um perímetro de segurança e traça um plano para comunicar com o atirador. Ao olhar sub-repticiamente para as mensagens recebidas no seu telemóvel, apercebe-se, horrorizado, de que Wren, a sua filha de apenas quinze anos, se encontra no interior da clinica.
Wren não está só. Ela vai partilhar as horas seguintes, sob um clima de grande tensão, com outras pessoas: uma enfermeira em pânico, que tem de se autocontrolar para salvar a vida de uma mulher ferida; um médico que põe a sua fé à prova como nunca antes acontecera; uma ativista pró-vida, que se tinha feito passar por paciente e é agora vítima da mesma raiva que ela própria sentia; uma jovem que quer abortar. E o próprio atirador, completamente transtornado, a querer ser ouvido.

Um Clarão de Luz é uma narrativa que equaciona a complexa temática dos direitos das mulheres grávidas e dos direitos dos seres que elas estão a gerar, além de refletir sobre o significado de ser boa mãe e bom pai.

Novo romance de Jodi Picoult, autora bestseller, com mais de 40 milhões de exemplares vendidos internacionalmente (170 mil em Portugal), publicada em 35 países. Um romance desafiador, absorvente e apaixonante.

"Uma Verdade Simples" de Jodi Picoult (opinião)

Assim que comecei a ler este livro percebi que não dos mais recentes desta autora. Não é que me fizesse grande diferença, pois adoro tudo o que ela escreve! Mas gosto de saber estas coisas. E realmente reconheci a diferença na forma como ela organiza a história, como nos apresenta as personagens e a sua predileção com os tribunais. Nada de transcendente, atenção, mas houve uma altura que todos os livros de Jodi Picoult tinham uma parte circunstancial passada dentro de uma sala de tribunal e relacionada com o trabalho da defesa ou da acusação. Bem, ultimamente, nos seus livros, Jodi deixou um pouco de lado a obsessão pelos tribunais e passou a incluir temas secundários que se entrelaçam com o tema principal, e que enriquecem ainda mais as suas histórias. Falo por exemplo destes dois livros: Tempo de Partir (santuário de elefantes) e Lobo Solitário (estudo dos lobos). Quem tem vindo a acompanhar a sua evolução como autora perceberá do que falo.

E na verdade o meu instinto estava certo. Este livro foi originalmente escrito em 2000 e até teve direito a um filme em 2004 (Plain Truth - ver o link: http://www.imdb.com/title/tt0420075/). Mas nem por isso deixa de ser atual e de estar extremamente bem escrito, tendo-me proporcionado umas maravilhosas horas de lazer e aprendizagem, mexendo com os meus sentimentos e arrebatando o meu coração de leitora.

Adorei o pano de fundo desta história – uma comunidade Amish nos EUA, na Pensilvânia. 
As Pessoas Simples sempre foram um "povo" que me fascinou. Com a ajuda de Jodi Picoult fiquei a saber muito mais sobre esta comunidade, sobre a sua maneira de ser e sobre os seus costumes conservadores.

Muito mais do que a restrição da utilização de equipamentos elétricos ou telefones e automóveis, muito mais do que a obrigação de se vestirem de determinada forma, ou usarem o cabelo e barba assim ou assado, os Amish tentam levar um estilo de vida o mais simples possível (daí o nome Pessoas Simplesobservando os ideais de humildade e desprendimento dos bens materiais. Para eles o desprendimento pessoal e a bondade são os pilares do seu comportamento. São também desprovidos de sentimentos de orgulho e vaidade, ou pelo menos tentam combater esses sentimentos. A mentira e a violência é contra a sua forma de ser, pelo que por exemplo, os membros destas comunidades não ingressam nas Forças Armadas dos seus países. Vivem essencialmente da agricultura, como a produção de tabaco, e da produção de lacticínios. Uma das festividades mais fascinantes dos Amish enquanto comunidade é a construção dos celeiros. Nessa ocasião, a todos se juntam para construir o celeiro para um deles, e é mesmo uma festa! O gesto serve para simbolizar o ato de desprendimento pessoal e o intuito de ajudar os demais. Também esse evento está maravilhosamente descrito por Jodi Picoult neste livro.


Bem, tudo isto para vos enquadrar na maravilhosa história que Jodi Picoult nos conta neste “Uma Verdade Simples”. No celeiro de uma família Amish é encontrado um bebé morto. Será possível que uma jovem Amish, de apenas 18 anos, que se julga ser a mãe desse bebé, lhe tenha tirado a vida? Todas as personagens são riquíssimas e fascinantes e a história está contada de vários pontos de vista, o que para mim enriquece imenso a narração dos acontecimentos. Sei, pelos agradecimentos no final do livro, que a autora esteve em contacto com uma das comunidades Amish para conseguir ser o mais fiel possível à sua realidade, o que para mim mostra o quão dedicada é esta autora que adoro. ;)

Mais um livro fantástico que saiu das mãos de uma verdadeira contadora de histórias, que se nunca leram têm mesmo de conhecer! Recomendo sem hesitações.

P.S. Um miminho para vocês... o filme "Plain Truth" está no YouTube, inteirinho e com boa qualidade. :) Para quem o quiser ver deixo-vos o link abaixo. Entretanto, fica o trailer:



Link do filme: https://youtu.be/BdSMCbDUXWo

Em destaque: "Uma Verdade Simples" de Jodi Picoult

Um crime terrível abala a calma pitoresca de uma comunidade amish

Sinopse:
A descoberta de um bebé morto num celeiro dos amish abala profundamente a comunidade. Mas a investigação policial conduz a uma descoberta mais chocante: há provas circunstanciais que sugerem que foi Katie Fisher, uma jovem amish solteira de dezoito anos, que se julga ser a mãe do bebé, que lhe tirou a vida. Quando Ellie Hathaway, uma advogada desiludida da grande cidade, chega a Paradise, na Pensilvânia, para defender Katie, dá-se um choque entre as duas culturas e, pela primeira vez na sua carreira fulgurante, Ellie enfrenta um sistema de justiça muito diferente do seu.

Mergulhando profundamente no mundo daqueles que vivem uma «vida simples», Ellie terá de chegar a Katie. E, ao desvendar uma morte complexa, Ellie é obrigada a olhar também para dentro de si, para confrontar os seus medos e desejos quando um homem do seu passado entra de novo na sua vida.

Críticas da Imprensa:

«Um drama repleto de suspense, com camadas densas.» People

«Cativante e com grande impacto.» Entertainment Weekly

«Picoult é mestre na arte de contar histórias.» Houston Chronicle

Sobre a autora:
Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e escrita criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante. O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram Jodi Picoult a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa correctora, foi copywriter numa agência de publicidade, trabalhou numa editora e foi professora de inglês. Aos 38 anos é autora de onze best sellers e em 2003 foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction.

"Terra de Espíritos" de Jodi Picoult (opinião)

Demorei uma semana a digerir esta leitura. Sim, Jodi Picoult costuma a escrever livros de digestão lenta... muito lenta. Há que interiorizar a história, entender as personagens e por fim saborear mais um excelente livro, como ela já nos habituou.

O "Terra de Espíritos" sai um pouquinho fora do normal. Não que a autora não tenha abordado o misticismo do tema fantasmagórico anteriormente, mas talvez não o tenha feito de forma tão veemente. O livro já tem uns anitos mas não deixa de ser atual, só que, para quem está habituado a ler todos os livros dela, este, confesso, destoa um bocado dos últimos.

O tema principal que está escondido por baixo da superfície é um dos acontecimentos negros da história da América - o projeto Eugenia. Já tive a oportunidade de ler sobre este tema e foi bastante interessante vê-lo desenvolvido desta forma. A par e passo com o projeto Eugenia temos então os ditos fantasmas e um mistério com mais de 70 anos.

As personagens estão desenvolvidas de uma forma magnífica. Desde Ross Wakeman, que tenta reconetar-se com a sua falecida noiva, à sua irmã, Shelby, que tenta proporcionar ao seu filho que sofre de uma doença genética que o torna alérgico ao sol, uma vida o mais normal possível, e um polícia que tenta sobreviver a um desgosto de amor... Jodi alterna o presente com o passado e aí as personagens são ainda mais extraordinárias, sendo que a história que elas contam contribuem para a resolução dos mistérios no presente. Absolutamente fabuloso!!

A história está muito bem conseguida, mas não se enganem, é um livro que exige do leitor um certo nível de paciência e atenção. O número de personagens (reais ou não) é grande o que nos leva a sentirmo-nos algo baralhados... mas com calma e perseverança avançamos rumo à solução. É como se tivéssemos em mão um puzzle impossível de 5.000 peças. Até um determinado ponto parece que nunca vamos conseguir entender a imagem que está escondida, mas a partir de uma determinada altura, não só a conseguimos visualizar na nossa mente, como a vamos completando peça a peça.

Foi uma leitura um pouco difícil, mas que nem por isso deixou de me agradar sobejamente.
Recomendo! :)

Em destaque: "Terra de Espíritos" de Jodi Picoult

Pode o verdadeiro amor ultrapassar a morte?

Sinopse:
Numa pequena cidade de Vermont, um pequeno terreno é posto à venda, levantando uma onda de protestos. Segundo os índios Abenaki, naquele terreno situa-se um ancestral cemitério índio. Para os acalmar, o investidor que ali pretende fazer um centro comercial contrata Ross Wakeman, um especialista em investigação paranormal.

Ross tentou o suicídio por diversas vezes, na esperança de se juntar a Aimee, a noiva que morreu oito anos antes. Mas após diversas noites a investigar, tudo o que Ross encontra é Lia Beaumont, uma mulher misteriosa que, tal como Ross, pretende desafiar as fronteiras que separam a vida da morte.
Assim tem início uma extraordinária história de amor, marcada pelo destino e por um crime passional.

Jodi Picoult centra-se numa parte obscura e pouco conhecida da história norte-americana, o projeto eugénico dos anos 30, para neste contexto explorar a maneira como as coisas voltam para nos assombrar – tanto literal como figuradamente.

Críticas da Imprensa:

«Uma histórica de fantasmas complexa e cheia de suspense que encanta e ilumina até à sua fortíssima conclusão.» Amazon.com

«Um romance hipnotizante que olha para o espírito humano e para a profundidade do amor.» Publishers Weekly

«Uma cativante história de amor e de segundas oportunidades.» Booklist

Sobre a autora:
Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e Escrita Criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante. O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram a autora a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa corretora e numa editora, foi copywriter numa agência de publicidade e foi professora de Inglês.

É uma das autoras mais populares da atualidade. Em 2003, foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction.

"O Poder das Pequenas Coisas" de Jodi Picoult (opinião)

Sabes que um livro é bom quando te provoca e mexe contigo.
Sabes que um livro é muito bom quando te emociona.
Sabes que um livro é extraordinário quando tens de interromper a leitura por diversas vezes para processar o que estás a ler. Este foi assim.

Os livros da Jodi Picoult são sempre assim. Eu já devia estar preparada. Até pela leitura da sinopse dá para perceber que não vai ser uma leitura fácil. Mas a verdade é que eu não estava preparada. Não estava minimamente preparada. Esta leitura fez-me sentir como se estivesse prestes a ser sugada por um tornado ou fustigada numa tempestade tropical que de repente se transformou em furacão. Tudo voa à nossa volta e quase não conseguimos mantermo-nos em terreno estável. É impressionante o que a leitura de um livro nos pode fazer. A sério. Este ultrapassou mesmo todas as minhas expectativas.

O tema é forte. Envolve a morte de um bebé, uma família supremacista branca, e claro, uma enfermeira afro-americana e a sua família. Poder-se-ía dizer que o tema principal é o racismo. E não estaria propriamente errado. Mas na realidade, e é aqui que Jodi Picoult se torna numa autora de excelência, o que está em causa é a equidade. Não a igualdade, pois essa nem sempre é justa, mas sim a equidade.
E o que é a equidade? Se forem à Wikipédia encontram a seguinte definição:
«Equidade consiste na adaptação da regra existente à situação concreta, observando-se os critérios de justiça e igualdade.»
Sabem aquela máxima? Uma imagem vale mais que mil palavras...


Na primeira foto temos uma situação de igualdade. Todos os meninos receberam um caixote do mesmo tamanho para poderem ver o jogo. Mas a verdade é que o resultado não é justo. O menino mais pequeno não consegue ver nada.
Na segunda foto temos uma situação de equidade, em que todos recebem as ferramentas de que precisam para estarem em pé de igualdade.
Dá para perceber bem o que é a equidade?

Mas, e o que tem a equidade a ver com este livro de Jodi Picoult? 
Como ela muito bem explica nas suas notas finais (Quase tão boas quanto o próprio livro! Eu sei que há quem não as leia. Com estas, não deixem de o fazer.), demorou algum tempo para perceber que, como em quase tudo na vida, existem dois tipos de racismo. O ativo, como as personagens supremacistas brancas da história, e o passivo, como ela própria, e, na verdade, a maioria de nós. Ou seja, aquele que não faz nada mas que usufrui das vantagens de não ser negro e, obviamente, nem o reconhece. Ao tornar-se consciente desta diferença, Jodi Picoult sentiu que tinha de escrever um livro destes. Polémico, com toda a certeza! Mas verdadeiro e vindo do coração. Ela confessa que demorou alguns anos a conseguir ganhar coragem e as bases certas para o escrever, mas finalmente a oportunidade chegou quando se deu o acontecimento que dá início à história. (Sim, a história da enfermeira aconteceu mesmo!)
E não podia ser em melhor altura, dado os recentes acontecimentos neste nosso Mundo e principalmente nos E.U.A.

Também não posso deixar de mencionar o quanto adoro o título e que não fazia ideia que onde ela o tinha ido buscar. Vi numa entrevista que foi "criado" com base numa das citações atribuídas a Martin Luther King Jr.:

Se eu não puder fazer grandes coisas, posso fazer pequenas coisas de uma forma grande.


Este livro é um verdadeiro abre-olhos. Não podem mesmo deixar de o ler.

Para mais informações sobre este livro podem espreitar a página do mesmo no site da Editorial Presença.

Em destaque: "O Poder das Pequenas Coisas" de Jodi Picoult

Jodi Picoult regressa com novo romance!
Nas livrarias no próximo dia 15 de março. 
E aqui no blog teremos passatempo em breve. ;)

Sinopse:
Ruth Jefferson é uma enfermeira obstetra com mais de vinte anos de experiência. Um dia, durante o seu turno, começa uma avaliação de rotina a um recém-nascido. Minutos depois é informada de que lhe foi atribuído outro paciente. Os pais do bebé são supremacistas brancos e não querem que Ruth, afro-americana, toque no seu filho. O hospital acede a esta exigência, mas no dia seguinte o bebé enfrenta complicações cardíacas. Ruth está sozinha na enfermaria. Deve ela cumprir as ordens que lhe foram dadas ou intervir? O que se segue altera a vida de todos os intervenientes e põe em causa a imagem que têm uns dos outros.

Com uma empatia, inteligência e simplicidade notáveis, Jodi Picoult aborda temas como a raça, o privilégio, o preconceito, a injustiça e a compaixão num livro magistral sem respostas fáceis.

Críticas da Imprensa:

«O romance mais importante de Jodi Picoult. Irá desafiar os leitores e reforçar o debate sobre racismo e preconceito.» The Washington Post

«Uma leitura empolgante do princípio ao fim, como Jodi Picoult já nos habituou. Este romance mantém um ritmo rápido e constante, difícil de interromper.» San Francisco Book Review

«Nenhum livro poderia ser mais oportuno do que este. Uma história que me obrigou a analisar as minhas próprias convicções e preconceitos.» Metro

«Este livro é perturbador e comovente, mas absolutamente brilhante. Merece ser lido por um público vasto.» Sun

«Jodi Picoult é a melhor na sua arte, e a tolerância é aquilo que melhor faz.» Sunday Telegraph


Sobre a autora:
Jodi Picoult é a autora de 26 romances bestsellers muito apreciados internacionalmente. Os seus livros estão publicados em 35 países, tendo já vendido mais de 40 milhões de exemplares.

Jodi Picoult tirou o curso de Escrita Criativa na Universidade de Princeton e obteve uma pós-graduação em Harvard. É uma escritora agraciada com vários prémios literários e distinções de grande prestígio.

Quatro dos seus romances deram origem a telefilmes e My Sister's Keeper foi adaptado ao grande ecrã, com realização de Nick Cassavetes, tendo passado nas salas portuguesas com o título Para a Minha Irmã.

Os seus últimos oito livros entraram diretamente para o primeiro lugar na lista de bestsellers do New York Times. Tempo de Partir foi publicado em 2015 pela Presença. Jodi Picoult vive nos Estados Unidos da América com o marido e os três filhos .

"Para a Minha Irmã" de Jodi Picoult

A Publishers Weekly descreveu-o como «um romance que hipnotiza».
Eu descrevo-o simplesmente como um livro que nos arranca das garras da banalidade e nos faz acordar para a realidade e para as coisas da vida que são realmente importantes.

Jodi Picoult, uma das autoras de romance feminino mais internacionais e populares da atualidade, está de regresso com uma nova edição do livro: Para a Minha Irmã

Esta autora, que se encontra no meu Top 5 é uma verdadeira maga com as palavras. A forma como ela abraça o leitor e o leva a sentir-se parte da história, é absolutamente fenomenal.

Todas as suas obras possuem personagens marcantes que se debatem com difíceis questões éticas e morais. Neste livro, um dos meus favoritos de sempre, Jodi Picoult aborda a problemática da genética e das consequências de criar uma vida apenas para prestar assistência médica a outra. 

Até onde se pode ir para salvar a vida de um filho? - é a questão que ela nos coloca.

Narrado a diversas vozes, uma das características dos livros desta autora, é impressionante sentirmos que conseguimos interiorizar a opinião desta personagem, para logo a seguir nos condoermos com as dúvidas de outra.

Levado ao grande écran com nomes como Cameron Diaz, Alec Baldwin, Abigail Breslin e Sofia Vassilieva, este é um romance provocador que questiona os limites da sobrevivência a qualquer custo.

Vi a versão cinematográfica algum tempo depois de ter lido o livro, e confesso, achei que fizeram uma boa adaptação. O livro, no entanto, supera grandemente o filme, pelo que vos aconselho a lerem o livro. É verdadeiramente brutal!

Se não conhecem esta autora, Jodi Picoult, esta é uma ótima oportunidade para ficarem a conhecê-la.
Um livro a não perder!

Para lerem a sinopse ou mais informações sobre este livro, queiram visitar a página do mesmo no site da Bertrand » aqui.

Resultado do Passatempo "Lobo Solitário"

Este foi um passatempo que me deu bastante prazer poder levar a cabo!
Primeiro, porque fui uma das 7 contempladas pela Bertrand para a divulgação do livro e consequentemente, para fazer um passatempo; Segundo, porque Jodi Picoult é sem dúvida uma das melhores autoras que já li, e poder proporcionar a outras pessoas a possibilidade de a ler, é maravilhoso.

O "Lobo Solitário" é um livro fabuloso! Espero que a vencedora se delicie tanto com esta leitura como eu. Já leram a minha opinião? Podem fazê-lo aqui. :)

Mas vamos ao que interessa... deixo-vos as respostas às perguntas colocadas:

Como se chamam os filhos de Luke? Cara e Edward.
A que espécie animal dedicou Luke toda a sua vida? Lobo.
Qual a escolha que os seus filhos têm agora de fazer? O destino do pai.
Que outros livros de Jodi Picoult já leu? 'Para a minha irmã', 'No seu mundo', 'Compaixão', 'Frágil', 'O Pacto'

E a vencedora, cuja participação foi sorteada de entre 297 participantes considerados válidos, é:

Ana Teresa de Sousa Melo
da Parede 

Irás receber este livro na morada que forneceste.
Espero que gostes!



"Lobo Solitário" de Jodi Picoult (opinião)

Não é segredo nenhum que Jodi Picoult é uma das minhas autoras favoritas. Li todos os livros que foram publicados em Portugal, e devorei cada um deles com a mesma dedicação. É óbvio que tenho os meus favoritos, mas gostei de todos eles, e todos, mas todos me ensinaram qualquer coisa importante. Essa, é para mim, uma das principais características dos livros de Jodi.
Ela tem a habilidade de nos contar uma história aparentemente simples, mas que à medida que avançamos se revela bem mais complexa do que esperávamos. Entretanto, aborda temas atuais e controversos, que não nos deixam indiferentes, e nos faz querer tomar partido de um dos lados. Ora de um, ora de outro. É incrível! Ela consegue mostrar imparcialmente ao contar a versão de cada um dos lados, de tal forma que nos faz andar a saltitar de opinião.

Em alguns livros, ela acrescenta às suas histórias um tema de fundo não só interessante como fora do comum. Em "Tempo de Partir" foi o estudo dos elefantes e no "À Procura do Amor" o das baleias-corcundas. Neste "Lobo Solitário", obviamente, o tema são os lobos, como funciona o seu universo e como afinal de contas, não são assim tão diferentes de nós. Ou nós, deles.

No "Lobo Solitário", Jodi atira-nos para as mãos mais um tema tabu: a quem deve ser dado o direito de escolher desligar o suporte vital de Luke, um homem com uma vida profissional extraordinária, dedicada por completo ao estudo dos lobos, e uma vida familiar não tão bem sucedida.

Ao contrário de Portugal, pelo menos até há pouco tempo, caso não haja um Testamento Vital,  é à equipa médica que cabe a decisão de desligar ou não as máquinas no caso de morte cerebral. Nos E.U.A. é a família mais próxima.

Num dos lados do ringue temos então Cara, a filha mais nova, com 17 anos e 9 meses, a três meses de ter o direito a opinar sobre o assunto, e que vive há já quatro anos com o pai.
Do outro lado está Edward, o filho mais velho de Luke, que abandonou a família assim que fez 18 anos após uma discussão com o pai, cujo teor se desconhece.
Para dar um sabor algo agridoce ao enredo, a autora acrescenta Georgie, a mãe de Cara e de Edward, que entretanto, depois do divórcio com Luke há alguns anos, tem uma nova família: um marido, Joe, que vem a ser o advogado de Edward, e dois filhos pequenos – gémeos.


Preparadas as personagens, começa a batalha. E que batalha! As verdades que vêm ao de cima, tendo estado escondidas durante tantos anos, vão abanar os frágeis alicerces sobre os quais haviam sido construídas as vidas dos envolvidos. Até nós, leitores, a certa altura nos sentimos abalados, sem saber para que lado nos havemos de virar. As palavras não verbalizadas como culpa, ressentimento, lealdade, força e amor, ecoam em nós, levando-nos a meditar sobre as nossas próprias vidas.

Já dizia Voltaire, “A pena é mais poderosa que a espada”. 
Jodi Picoult atinge-nos onde nem sequer sabíamos que doía.

Em suma, mais um livro simplesmente arrebatador desta autora que nunca nos desilude.


P.S. Não podia deixar de falar sobre o tema de fundo, os lobos, pois fiquei tão rendida com o que aprendi, que me deu muita vontade de conhecer melhor essas criaturas tão fascinantes.
Jodi teve uma boa ajuda para poder aprofundar este tema e criar uma personagem tão interessante como Luke - Shaun Ellis, que dedicou a sua vida ao estudo dos lobos, e que criou “The Wolf Centre and Foundation” onde continua a trabalhar para compreender melhor os lobos e o seu comportamento.
Para saber mais sobre este assunto e conhecer melhor o homem-lobo, Shaun Ellis, visitem o site: http://www.thewolfcentreanddogeducationcentre.co.uk/

Para mais informações sobre o livro podem espreitar aqui ou visitar a página do mesmo no site da Bertrand » aqui.

Em destaque: "Lobo Solitário" de Jodi Picoult


É com muito gosto que vos informo ter sido um dos 7 bloggers selecionados para a divulgação oficial de «Lobo Solitário», de Jodi Picoult, uma das minhas autoras favoritas, talvez mesmo, a favorita. ;)

Os meus agradecimentos, desde já, à Bertrand, não só por esta honra, mas principalmente por ter apostado nesta autora que tanto me encanta.


Entretanto, posso adiantar que vamos ter em breve um passatempo para sortear um exemplar deste livro, e que entretanto, irão poder ler a minha opinião.


Para vos abrir o apetite, deixo-vos com a sinopse:

Quando um lobo sabe que o seu tempo está a terminar e que já não é útil à sua alcateia, muitas vezes escolhe afastar-se. Morre assim afastado da sua família, do seu grupo, mantendo até ao fim todo o orgulho que lhe é próprio e mantendo-se fiel à sua natureza. 

Luke Warren passou a vida inteira a estudar lobos. Chegou inclusivamente a viver com lobos durante longos períodos. Em muitos sentidos, Luke compreende melhor as dinâmicas da alcateia do que as da sua própria família. A mulher, Georgie, desistiu finalmente da solidão em que viviam e deixou-o. O filho, Edward, de vinte e quatro anos, fugiu há seis, deixando para trás uma relação destroçada com o pai. Recebe então um telefonema alarmante: Luke ficou gravemente ferido num acidente de automóvel com Cara, a irmã mais nova de Edward. De repente, tudo muda: Edward tem de regressar a casa e enfrentar o pai que deixou aos dezoito anos. Ele e Cara têm de decidir juntos o destino do pai. 

Não há respostas fáceis, e as perguntas são muitas: que segredos esconderam Edward e Cara um do outro? Haverá razões ocultas para deixarem o pai morrer… ou viver? Qual seria a vontade de Luke? Como podem os filhos tomar uma decisão destas num contexto de culpa, sofrimento, ou ambos? E, sobretudo, terão esquecido aquilo que todo e qualquer lobo sabe e nunca esquece: cada membro da alcateia precisa dos outros, e às vezes a sobrevivência implica sacrifício. 

Lobo Solitário descreve de forma brilhante a dinâmica familiar: o amor, a proteção, a força que podem dar, mas também o preço a pagar por ela.


"A Contadora de Histórias" de Jodi Picoult (opinião)

Demorei quase uma semana a escrever esta minha opinião. Por uma simples razão: este livro não é simples. É tremendamente bom. Mas não é simples.

Aliás, os livros de Jodi nunca o são. Ela aborda temas tão atuais quanto controversos, e arranja sempre forma de arrastar a nossa mente para o torvelinho de situações e emoções que cria nas suas histórias. Mas logo nos primeiros capítulos uma pergunta impôs-se na minha mente: será que ela consegue fazer o mesmo com um tema não tão atual, embora igualmente controverso e chocante? A única resposta possível ao chegar à última página deste livro é sim. Inequivocamente, sim.

Neste “A Contadora de Histórias” não encontramos um livro típico de Jodi Picoult. Não existem tribunais, nem somos impelidos a tomar partido de um ou de outro lado. Ela simplesmente nos conta uma história dentro de uma outra história, e ao fim e ao cabo, mesmo sem o fazer, coloca-nos uma questão… e se fossemos nós naquela situação? É desta a forma que Jodi se revela como a brilhante autora que é. E é desta forma que mais uma vez que conquista o meu coração de leitora.
Não vos quero revelar muito sobre a história, pois este é mesmo daqueles livros que aconselho a irem descobrindo a história página a página. Cada personagem tem sempre um contributo importante, cada situação nos ajuda a construir uma opinião, cada linha, cada frase, tem o seu objetivo: ajudar-nos a perceber o que está em causa.

Foi uma leitura que adorei. Não me canso de recomendar esta autora, Jodi Picoult. Uma maestrina das palavras e da manipulação dos leitores. Absolutamente fabulosa. Não deixem de a ler.


Para mais informações sobre este livro podem espreitar aqui ou visitar a página do mesmo no site da Bertrand » aqui.

Em destaque: "A Contadora de Histórias" de Jodi Picoult

Amor. Traição. Perdão. Uma história que vai mudar tudo.

Sinopse:
Sage Singer é padeira de profissão. Trabalha de noite, a preparar o pão e os bolos para o dia seguinte, tentando fugir a uma realidade de solidão, a más memórias e à sombra da morte da mãe. Quando Josef Weber, um velhote que faz parte do grupo de apoio de Sage, começa a passar pela padaria, os dois forjam uma amizade improvável. Apesar das diferenças, veem um no outro as cicatrizes que mais ninguém consegue ver.

Tudo muda no dia em que Josef confessa um segredo vergonhoso há muito escondido e pede a Sage um favor extraordinário. Se ela disser que sim, irá enfrentar não só as repercussões morais do seu ato, como também potenciais repercussões legais. Agora que a integridade do amigo mais chegado que alguma vez teve está envolta numa névoa, Sage começa a questionar os seus pressupostos e as expectativas em torno da sua vida e da sua família.

Um romance profundamente honesto, em que Jodi Picoult explora graciosamente até onde podemos ir para impedir que o passado dite o nosso futuro.

"Tempo de Partir" de Jodi Picoult (opinião)

É tão bom quando nos é dada a oportunidade de voltar a ler um dos nossos autores favoritos, cuja escrita e cujas histórias nos cativam, envolvem e surpreendem sempre. É como voltar a casa após uma ausência prolongada. E que saudades eu tinha das histórias de Jodi Picoult!
Mais uma vez ela consegue o extraordinário. Tal como todos os seus outros livros que já li, este também não me deixou incólume. Está escrito de uma forma habilidosa, que nos vai encantando, qual serpente sibilante, e quando nos damos conta, estamos tão enredados na história que é completamente impossível parar de ler. Depois, quando menos esperamos, ela puxa-nos o tapete debaixo dos pés e ficamos a pairar no ar, sem saber exatamente como e onde cair. Absolutamente fabuloso!!

Desta vez Jodi Picoult aborda o massacre das populações de elefantes em África, estimado atualmente em 38.000 indivíduos por ano. A caça furtiva para o comércio do marfim tem vindo a aumentar, e por diversas razões, incluindo o patrocínio de exércitos rebeldes, dos quais pouco tempo depois ouvimos falar nas notícias, devidos a acontecimentos dramáticos como no Congo, Moçambique ou o Ruanda.
Alguns dos elefantes do Santuário de Elefantes do Tennessee,
em cujas histórias Jodi Picoult se baseou para os elefantes presentes nesta história
.
Através de Alice, a personagem do livro que é uma investigadora que dedica a sua vida ao estudo dos elefantes, aprendemos muito sobre essas criaturas maravilhosas que demonstram possuir uma capacidade cognitiva e emocional muito superior ao que inicialmente se imaginaria. Percebemos como são tão superiores a nós, pela forma como fazem o seu luto, como criam os seus filhos e pela sua capacidade de memorizar eventos e até perdoar. São eles as personagens mais silenciosas desta história, mas igualmente as mais poderosas.
Tal como os elefantes deste livro, os elefantes do Santuário de Elefantes do Tennessee tiveram a sorte de poder terminar os seus dias aqui, após serem resgatados a circos e zoos, onde os maus tratos são muito comuns.
Aconselho todos os apaixonados por animais a visitarem o site www.elephants.com 
do Santurário de Elefantes do Tennessee onde podem ver os elefantes em direto, via webcam, 
como as imagens acima e abaixo, descobrir mais sobre os residentes no santuário, adotar um elefante ou fazer um donativo.
Do resto, a história em si, não posso mesmo falar. E acreditem, é para vosso bem. Mais do que podem encontrar na sinopse, já é demais. Apenas vos digo que é um livro assombroso, que vos dará vontade de recomeçar a leitura assim que chegamos ao fim, para ver o que vos escapou. Mas os livros de Jodi Picoult são mesmo assim, provocadores, tempestuosos e criadores de emoções extremas. Eu bem sei o quão danada fiquei quando cheguei ao fim do livro. Ela brinca com os seus leitores, e com as emoções dos seus leitores! A mulher é maquiavélica! No bom sentido, é claro. Adoro os seus livros. Espero que não demore muito a chegar cá mais um. :)

Não se esqueçam de visitar a página do Santuário de Elefantes do Tennessee (vale mesmo a pena!) e para mais informações sobre este livro, espreitem a página do mesmo no site da Editorial Presença » aqui.

Em destaque: "Tempo de Partir" de Jodi Picoult

Jodi Picoult, uma das romancistas mais populares da atualidade, e uma das minhas autoras favoritas, chega novamente às livrarias a 15 de abril, agora publicada pela Editorial Presença. :)

Sinopse:
Durante mais de uma década, Jenna Metcalf não deixa de pensar na sua mãe, Alice, que desapareceu em misteriosas circunstâncias na sequência de um trágico acidente. A criança
que era então não conservou lembranças dos acontecimentos, mas Jenna recusa-se a acreditar que a mãe a tivesse abandonado e relê constantemente os diários que ela escrevia com as observações da sua pesquisa sobre elefantes, tentando encontrar uma pista oculta.

Desesperada por obter respostas, Jenna contrata dois improváveis ajudantes, uma médium famosa por encontrar pessoas desaparecidas e um detetive que já tinha estado envolvido na
investigação do desaparecimento de Alice, e parte determinada a descobrir a verdade.

Sobre a autora:
Jodi Picoult é a autora bestseller de 23 romances muito apreciados internacionalmente. Os seus livros estão publicados em 35 países, tendo já vendido mais de 40 milhões de exemplares. Jodi Picoult tirou o curso de Escrita Criativa na Universidade de Princeton e obteve uma pós-graduação em Harvard. É uma escritora agraciada com vários prémios literários e distinções de grande prestígio. Quatro dos seus romances deram origem a telefilmes, e My Sister's Keeper foi adaptado ao grande ecrã, com realização de Nick Cassavetes, e passou nas salas portuguesas com o título Para a Minha Irmã. Os seus últimos oito livros entraram diretamente para o primeiro lugar na lista de bestsellers do New York Times. Jodi Picoult vive no Estado do New Hampshire (EUA) com o marido e os três filhos.

Citações da Imprensa:

«Comovente... uma história cativante sobre laços familiares, amizade, perda.» The Washington Post

«É impossível parar de ler.» Observer

«A escrita de Jodi Picoult é magistral e convida à leitura pela noite dentro.» Financial Times


Para mais informações sobre este livro queiram por favor visitar a página do mesmo no site da Editorial Presença » aqui.

"À Procura do Amor" de Jodi Picoult


No post anterior falei sobre títulos. E este é um dos exemplos que dei.
O título original deste livro é Songs of the Humpback Whale – a tradução para português seria Canções da Baleia de Bossa. Nada atrativo pois não? Talvez por isso tenham utilizado o título À Procura do Amor
Confesso inicialmente não gostei. Já existem tantos títulos com a palavra “amor” que sinceramente estou um pouco farta. No entanto, tenho de concordar que, depois de ler o livro, faz todo o sentido. E não pensem em encará-lo à letra. É muito mais do que uma simples busca pelo amor.
No entanto, talvez eu tivesse optado por um título diferente… O Canto das Baleias. Que acham? É que na realidade o que se passa nesta história é tão forte, potente e mágico como esse canto misterioso que encanta, assusta e sobre o qual muito pouco sabemos.
Mas falemos sobre o livro.

Nenhum dos livros de Jodi Picoult é fácil. Mexem com os sentimentos do leitor, baralham-nos as ideias, fazem-nos questionar convicções enraizadas… Este não foge à regra.
É talvez, no entanto, um dos mais estranhos que já li. Não pela história em si, mas pela forma como está organizado. Acho que nunca li nenhum livro que estivesse organizado desta forma.
Passo a explicar…
Quem já leu livros desta autora, sabe que ela tem por hábito dividir os capítulos por narrador, alternando entre dois, três, quatro, enfim, uma série de narradores que são as próprias personagens e até lhes atribui tipos de letra diferentes (adoro isto!). É interessante, pois por vezes acabamos por ter a mesma situação contada de diversos pontos de vista o que enriquece imenso a história.
O peculiar desta vez é que uma das personagens anda para trás na sua narrativa. Ou seja, enquanto todos os outros vão avançando conforme os eventos vão acontecendo, esta personagem começa quase pelo fim e em cada capítulo que lhe é atribuído, vai recuando até ao evento inicial.
Quando percebi o que estava a acontecer, isto fez-me uma confusão enorme, mas lá mais para a frente, por incrível que pareça, cheguei à conclusão que era assim mesmo que as coisas faziam sentido. Não vos consigo explicar, apenas vos digo que foi realmente uma maneira original e lógica de apresentar a história.
Magia… é o que Jodi Picoult consegue fazer com as palavras.

De todas as pérolas que esta mulher escreve tenho de guardar mais uma. Aqui fica:

«Deixa-me dizer-te uma coisa sobre o amor. É sempre diferente. Não passa de uma reação química, uma seta por cima de uma equação, mas os elementos mudam. O amor mais frágil é aquele entre um homem e uma mulher. Novamente a química: quando introduzimos um novo elemento, nunca sabemos qual será a força da ligação original. Pode acabar por se formar uma nova união, deixando algo para trás. Acredito que podemos apaixonarmo-nos muitas vezes por muitas pessoas diferentes. Mas não acho que seja possível apaixonarmo-nos duas vezes da mesma maneira. Uma relação pode ser estável. Outra pode ser um inferno. Quem poderá dizer que uma é melhor do que a outra? O fator decisivo é a forma como tudo se encaixa. Isto é o amor e a vida.»

Para mais informações sobre este livro podem espreitar aqui ou visitar o site da Civilização.

Em destaque: "À Procura do Amor" de Jodi Picoult


Neste romance, Jodi Picoult entrelaça cinco vozes que contam uma história de amor, perda e autodescoberta. As vozes pertencem a uma mãe, à sua filha e a três homens muito diferentes.

Sinopse:
Durante anos, Jane Jones viveu na sombra do marido, Oliver Jones, um conhecido oceanógrafo de San Diego.
Mas na sequência de uma acesa discussão, Jane parte com a filha adolescente, Rebecca, numa odisseia pelo país, mapeada pelas cartas do irmão Joley, que as guia até ao seu pomar de macieiras em Massachusetts, onde a esperam algumas revelações surpreendentes sobre si própria.
Oliver, especializado em seguir baleias-corcundas pelos vastos oceanos, irá agora seguir a mulher através de um continente e vai descobrir uma nova forma de ver o mundo, a família e a si próprio: através dos olhos de Jane.

Imprensa Internacional: 
Este romance poderoso e comovente mostra como uma história pode
 ter tantas versões como narradores. - Publishers Weekly

A imaginação de Picoult é formidável. - Los Angeles Times Book Review

Uma viagem extraordinária e divertida, contada com grande talento e cheia de pormenores. - San Francisco Chronicle

Sobre a autora:
Jodi Picoult é licenciada em Escrita Criativa pela Universidade de Princeton e tem um mestrado em Educação da Universidade de Harvard. Galardoada com o New England Book Award em 2003 pela totalidade da sua obra, é autora de dezoito romances, todos bestsellers. Vive em New Hampshire com o marido e os três filhos.
Site oficial da autora: http://www.jodipicoult.com

"Uma Melodia Inesperada" de Jodi Picoult

Jodi Picoult está de volta. E este é daqueles livros!
Costumo dizer que um bom livro é aquele que nos provoca emoções fortes. Pois neste livro Jodi não se fez de rogada. Como habitualmente escolheu um tema controverso e extremamente actual. Mais do que um tema, por sinal - os direitos legais das relações homossexuais na nossa sociedade, a forma como ainda hoje em dia a igreja controla (ou tenta controlar) a opinião pública, e o drama da infertilidade. Basta que leiam a sinopse para ficarem a perceber do que fala este livro. Não ficarão é com a ideia de quão hábil é esta autora em manusear a informação de forma a nos virar para este ou para aquele lado, para depois, no capítulo seguinte conseguir o efeito oposto.

É mesmo um livro estrondoso que não vai deixar o leitor incólume. É impossível não tomar partido. É impossível que não mexa connosco. Este é daqueles livros que não se pode deixar de ler. Porque afinal, ler é também pensar, discutir e opinar. E não é possível ler este livro sem o fazer.
Muito, muito bom!

Para mais informações pode consultar aqui ou no site da Civilização.

Amanhã é o último dia!!

Ainda vão a tempo de participar neste passatempo, cujo prazo termina amanhã, dia 12/Nov às 23h59!
Não percam a oportunidade de ganhar um exemplar do novo livro de Jodi Picoult, Uma Melodia Inesperada.

AQUI.

Tirem as dúvidas. E riam-se com a loucura de Alvie Knightly!

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Um livro fora de série! Fenomenal. :)

Uma leitura magnífica.

 

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