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"Cidades de Papel"


Ontem fui ao cinema. Fui à ante estreia do filme Cidades de Papel, com base no livro com o mesmo nome, de John Green, o autor de "A Culpa é das Estrelas"
Este, "Cidades de Papel", foi um livro que não li, mas que já me arrependi de não o ter feito. A história é tão simples e descontraída! E podemos encontrar aquele tipo de humor a que este autor já nos habituou, interessante e perspicaz, bem com umas quantas importantes mensagens subliminares sobre a vida.
Diverti-me mesmo muito! :)

O meu filhote de 14 anos foi comigo. Também ele gostou imenso do filme (já tinha gostado do outro), e estou certa, que mesmo com todas as reticências dele relativamente a ler (só lê a série Cherub!), se lhe apresentar um livro de John Green, ele vai querer lê-lo. Depois digo-vos como correu. ;)


Visitem a página do livro no site da Editorial Presença, onde podem também encontrar o trailer do filme!


Em destaque: "Will e Will" de John Green e David Levithan

Um nome, um destino.

Sinopse:
Evanston não fica muito longe de Naperville nos subúrbios de Chicago, mas os jovens Will Grayson e Will Grayson bem que podiam viver em planetas diferentes.
Quando o destino os leva à mesma encruzilhada, os Will Graysons veem as suas vidas a sobreporem-se e a seguirem novas e inesperadas direções. Com um empurrão de amigos novos e velhos - incluindo o enorme e enormemente fabuloso Tiny Cooper, jogador ofensivo na equipa de futebol americano da escola e autor de musicais - Will e Will embarcam nas suas respetivas aventuras românticas e na produção épica do musical mais extraordinário da história.

Sobre os autores:

John Green é autor de vários bestsellers do New York Times. Também é coautor, com David Levithan, de Will e Will. Em 2006 recebeu o Michael L. Printz Award, em 2009 um Edgar Award, e foi duas vezes finalista do Los Angeles Times Book Prize.
David Levithan é um autor premiado de vários livros para adolescentes que foram bestsellers do New York Times. Também é coautor, com John Green, de Will e Will. Trabalha ainda como editor e, no seu tempo livre, tira muitas fotografias.

Opinião: "O Teorema Katherine" de John Green

Esta foi uma leitura muito divertida.
Confesso que depois de "A Culpa é das Estrelas", não sabia o que esperar de John Green. Ou era um outro êxito ou algo não tão bom... Mas a verdade é que encontrei algo de diferente. "O Teorema Katherine" é um livro hilariante, muitíssimo bem escrito, entusiasmante e inteligente.
Mas a sua riqueza está acima de tudo nas personagens. Especialmente nas três personagens principais, Collin, Hassan e Lindsay...

Tudo começa quando Collin, tentando superar mais um desgosto por ter sido abandonado pela sua 19ª Katherine, decide ir fazer uma viagem, levando a reboque o seu melhor amigo Hassan.
Rumam sem destino pelas estradas americanas até pousarem numa pequena cidade do Tennessee, chamada Gutshot. Nessa cidade, onde decidem ficar durante algum tempo, conhecem Lindsay, que acaba por se juntar ao duo e transformar este livro numa verdadeira aventura.

Como disse anteriormente, a beleza deste livro está nestas três personagens. O intelecto de Collin é fascinante, a personalidade do seu amigo Hassan é hilariante e Lindsay, com a sua doçura e sentido de humor, foi a adição perfeita. 
Collin tenta encontrar o Teorema que possa prever como vai terminar a relação entre duas pessoas. Ao mesmo tempo é-lhes proposto um trabalho de pesquisa sobre as vidas das pessoas que vivem em Gutshot e é nessa busca que os três acabam por ser confrontados com dúvidas sobre as suas próprias vidas.

Foi mesmo uma boa leitura!
Ah, e as notas de rodapé são uma adição mágica à história. São comentários feitos pelo próprio Collin, cheios de sarcasmos e muita inteligência.
Gostei imenso, apesar da matemática. ;)

Para mais informações espreitem aqui.


Em destaque: "O Teorema Katherine"

O primeiro amor (após 19 tentativas vãs)

Dezanove foram as vezes que Colin se apaixonou.
Das dezanove vezes a rapariga chamava-se Katherine.
Não Katie ou Kat, Kittie ou Cathy, e especialmente não Catherine, mas KATHERINE.
E das dezanove vezes, levou com os pés.

Desde que tinha idade suficiente para se sentir atraído por uma rapariga, Colin, ex-menino prodígio, talvez génio matemático, talvez não, doido por anagramas, saiu com dezanove Katherines. E todas o deixaram. Então ele decide inventar um teorema que prevê o resultado de qualquer relacionamento amoroso. E evitar, se possível, ter o coração novamente destroçado. Tudo isso no curso de um verão glorioso passado com o seu amigo Hassan a descobrir novos lugares, pessoas estranhas de todas as idades e raparigas especiais que têm a grande vantagem de não se chamarem Katherine.

Sobre o autor:
John Green é autor de vários bestsellers do New York Times, e de entre os muitos prémios que recebeu destacam-se o Printz Medal, um Printz Honor e o Edgar Award. Foi por duas vezes finalista do LA Times Book Prize.

Em destaque: "À Procura de Alaska" de John Green

Primeiro amigo, primeiro amor, últimas palavras 

Sinopse: 
Na escuridão atrás de mim, ela cheirava a suor, luz do sol e baunilha, e, nessa noite de pouco luar, eu pouco mais podia ver além da sua silhueta, mas, mesmo no escuro, consegui ver-lhe os olhos - esmeraldas intensas. E não era só linda, era também uma brasa." Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada... e completamente fascinante. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas, quando a tragédia lhe bate à porta, Miles descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional. Nunca mais nada será o mesmo.

Sobre o autor:
John Green é autor de vários bestsellers do The New York Times. Recebeu o Michael L. Printz Award e o Edgar Award. Foi por duas vezes finalista do L. A. Times Book Prize. Os seus livros foram traduzidos em mais de vinte línguas. John é também o cocriador, com o seu irmão Hank, do vlogbrothers, uma série de vídeos on-line que já foram visionados mais de 100 milhões de vezes.

Para mais informações sobre este livro espreite aqui.  

Do mesmo autor de "A Culpa é das Estrelas"!
Espreite a minha opinião aqui.

"A Culpa é das Estrelas" de John Green


Por norma, assim que termino a leitura de um livro corro para o computador mais próximo para escrever a minha opinião. Gosto de a escrever a quente, ainda a saborear as últimas palavras do livro. É certo que por vezes tenho de deixar assentar a poeira, interiorizando o que li, deixando o que senti cristalizar-se dentro de mim antes de o passar para o papel.
Com este “A Culpa é das Estrelas”, porém, algo de estranho aconteceu. Ando há dois dias com o livro de um lado para o outro sem conseguir colocar em palavras aquilo que sinto. A sério! Terminei-o na 3ª feira e não só não conseguia escrever uma única linha sobre ele, como não conseguia deixá-lo em casa. Mas como tenho de o fazer, aqui estou eu numa tentativa, esperemos que não frustrada, de escrever uma opinião.

Para ser sincera, a única palavra que me ocorreu assim que o acabei de ler foi… UAU! 
O meu marido estava perto de mim e perguntou, “Então?” (ele sabe sempre quando um livro me toca de forma especial). Ao que eu apenas respondi “Não sei.” - E a verdade era essa, não conseguia explicar-lhe o que estava a sentir. “Não sabes como?”, insistiu ele. “Simplesmente não sei. Não sei o que sinto, embora o meu peito esteja prestes a explodir, as lágrimas que já deviam ter rompido continuem nas represas dos meus olhos, e a minha mente se encontre a viajar a 1.000 kms por hora.” -“Só isso?”, rematou ele sorrindo, adivinhando logo qual irira ser a sua próxima leitura.

Agora três dias depois, sinto que já estou ligeiramente distante daquele sentimento arrebatador que me tirou a voz da mão e apesar do livro continuar aqui ao meu lado, acho que já consigo escrever um pouco sobre ele. Sem dúvida que a forma como me tocou foi demasiado profunda.
Escrito com uma riqueza impressionante, bebi de cada sílaba o máximo que pude. Li e reli vários parágrafos, só para poder apreciar a maravilhosa dança das palavras, o jogo de sentimentos tão habilmente entrelaçados em cada frase. Absolutamente genial!
A história podia ser apenas mais uma simples história. Banal, até. Um pouco impressionante, talvez, ligeiramente propícia a roçar a lamechice. Mas não é nada disso. Bem pelo contrário! aquilo que John Green faz com ela é fenomenal. E a conclusão a que chego é que quero mais. Quero ler mais deste autor cujo dom não é contar histórias, mas sim encantar leitores e permitir que as suas personagens ganhem asas e voem para fora do livro connosco a ver.
Estou conquistada, absolutamente rendida a este autor. Quero mais.
Este é mesmo um dos melhores livros do ano.
Definitivamente a não perder.

Para mais informações sobre este livro fabuloso, podem espreitar aqui ou visitar o blog “Livros com Sentido”.

Em destaque: "A Culpa é das Estrelas" de John Green

Sinopse:
Apesar do milagre da medicina que fez diminuir o tumor que a atacara há alguns anos, Hazel nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, sendo o capítulo final da sua vida parte integrante do seu diagnóstico. Mas com a chegada repentina ao Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro de uma atraente reviravolta de seu nome Augustus Waters, a história de Hazel vê-se agora prestes a ser completamente rescrita. 

PERSPICAZ, ARROJADO, IRREVERENTE E CRU, A Culpa é das Estrelas é a obra mais ambiciosa e comovente que o premiado autor John Green nos apresentou até hoje, explorando de maneira brilhante a aventura divertida, empolgante e trágica que é estar-se vivo e apaixonado

Sobre o autor:
John Green é autor de vários bestsellers do The New York Times. Recebeu o Michael L. Printz Award e o Edgar Award. Foi por duas vezes finalista do L. A. Times Book Prize. Os seus livros foram traduzidos em mais de vinte línguas. John é também o cocriador, com o seu irmão Hank, do vlogbrothers, uma série de vídeos on-line que já foram visionados mais de 100 milhões de vezes.

Tirem as dúvidas. E riam-se com a loucura de Alvie Knightly!

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Um livro fora de série! Fenomenal. :)

Uma leitura magnífica.

 

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