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"O Fado da Severa" de Maria João Lopo de Carvalho (OPINIÃO)

Em relação aos livros da Maria João Lopo de Carvalho uma coisa já eu percebi - as suas protagonistas principais são sempre mulheres de boa fibra, personagens da nossa história que deixaram marca e das quais ainda hoje se fala. Só por isso, sempre que esta autora lança um novo livro, eu fico interessada. ;)

Neste seu último livro, O Fado da Severa, Maria João conta-nos a história dessa mítica figura do fado, a Severa, e com ela a história de uma Lisboa dividida entre finos paços e ruelas imundas e escuras.

Maria Severa Onofriana era filha de um cigano e de uma mulher da vida, profissão que veio igualmente a abraçar. Tinha uma forma especial de cantar e de "bater" o fado, que lhe conquistou inúmeros admiradores, entre eles alguns nobres, como o Conde de Vimioso que por ela se perdeu de amores. Severa, como era conhecida, vendia o seu regaço mas nunca a sua alma. Por todos era bem conhecida como altiva e impetuosa, mas simultaneamente generosa e cheia de afetos para os que estimava. Longe de ser uma mulher vulgar, Severa é rotulada como a primeira fadista, e foi imortalizada em fados, livros e filmes, tal era a sua fama.

Maria João Lopo de Carvalho soube retratar muito bem a Lisboa boémia daquela época, o antro de prostituição que se vivia no Bairro Alto e Mouraria, assim como os dias festivos de tourada, porque o fado andava de mão dada com estes eventos tauromáquicos.

Ler este livro é fazer uma viagem ao passado com vividas sensações, pelo que desde já louvo o trabalho da autora, não só pelos factos e informações fidedignas. como pela linguagem utilizada que nos conduz numa visita imersiva à época.

É uma leitura extremamente interessante que muito apreciei que recomendo a todos os que quiserem ficar a saber um pouco mais sobre Lisboa e a origem do fado.

Bem haja, Maria João, pelo seu excelente trabalho!




Em destaque: "O Fado da Severa" de Maria João Lopo de Carvalho

A história e os amores da cantadeira da Mouraria que enfeitiçou a nobreza boémia.


Sinopse:
Na Mouraria, cruzam-se dois mundos quando a noite cai. O dos marujos, dos rufiões, das mulheres de má vida, as tabernas enchem-se com os filhos enjeitados da cidade. À procura de consolo, de um regaço pago, de vinho e de fadistagem. Vão eles e os nobres, embuçados, em busca do fruto proibido.
Longe do São Carlos, onde as damas e as joias são legítimas, dos palácios nas Laranjeiras, mergulham no mundo sórdido e apaixonante onde se canta e bate o fado. E ninguém o faz melhor do que Severa, filha de cigano e de meretriz. Do pai herda o tom de pele, o sangue quente; da mãe a profissão e as artes de prender os homens.

São muitos os que a visitam, mas só um lhe deixa marca, o conde de Vimioso. É dele e da Severa esta história, nascida entre corridas de toiros, casas de má fama, recitais privados. É esse o amor proibido que Maria João Lopo de Carvalho tão bem evoca, num tom que nos remete para uma Lisboa feroz e verdadeira.

Uma história onde brilham sempre a luz e as sombras dessa Lisboa e o indomável espírito de Severa: a cigana que inventou o fado, a mulher que vendeu o corpo - mas que nunca vendeu a alma.

Sobre a autora:
Maria João Lopo de Carvalho nasceu em 1962 e licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Nova de Lisboa. Professora de Português e de Inglês no ensino público e privado, representante em Portugal dos colégios ingleses Pilgrims, fundou e dirigiu a Know How, Sociedade de Ensino de Línguas e a Know How, Edições Produções e Publicidade destinada à tradução e à criação de livros personalizados para crianças e à conceção anual do Guia da Criança.

Publicou o primeiro romance, o best-seller Virada do Avesso, em 2000 e Acidentes de Percurso, em 2001.

Divorciada, mãe de dois filhos, fala e escreve pelos cotovelos e tem sempre tempo para tudo, sobretudo para os amigos.

Em destaque: "Até que o Amor me Mate - As mulheres de Camões" de Maria João Lopo de Carvalho

Depois de Marquesa de Alorna e Padeira de Aljubarrota, no seu novo livro Maria João Lopo de Carvalho lança um convite irresistível aos leitores: conhecer o poeta dos poetas através das sete mulheres que amou.

Luís Vaz de Camões terá amado sete mulheres, as mesmas sete mulheres que mais o amaram ao longo dos seus 55 anos de vida. No seu novo livro, que no dia 2 de Junho chega às livrarias portuguesas, Maria João Lopo de Carvalho lança aos leitores o desafio de conhecer a história do homem, do poeta, do soldado, do marinheiro, que é também o nome mais importante da literatura portuguesa. Até que o Amor me Mate é uma história de conquistas e esperas, de amores e desamores, de tempos de ventura e desventura, de ódios e paixões; uma história contada no feminino a sete vozes que, vindas de longe e atravessando terras e mares, encontram porto de abrigo na intimidade dos nossos corações. Esta é a história de um homem que em palavras, versos, estrofes consegue viajar no tempo para nos trazer a história singular de um mundo maior e de um amor maior. Uma história imortal que 500 anos depois continua viva, nova, próxima e presente.

Para além do extenso trabalho de pesquisa, a aventura da escrita deste livro levou a autora a viajar, sozinha, ao longo de dois meses pelos locais por onde andou Camões antes de escrever Os Lusíadas. No outono de 2015, Maria João Lopo de Carvalho percorreu 16 cidades, passou por mais de 20 aeroportos e voou por dezenas de horas, levando nesta sua epopeia apenas uma mochila e, dentro desta, um exemplar de Os Lusíadas, a que chama o “bilhete de Identidade” dos portugueses que queiram percorrer estas terras.


Sobre a autora:
Maria João Lopo de Carvalho licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Nova de Lisboa. Foi professora de Português e de Inglês, criou a primeira escola de Inglês em regime extracurricular para os mais novos e trabalhou como copywriter em publicidade. Passou ainda pelas áreas de Educação e Cultura na Câmara Municipal de Lisboa.
Tem mais de setenta títulos editados, entre romances, livros de crónicas, manuais escolares – com a chancela do Instituto Camões – e dezenas de livros infanto-juvenis, a maior parte deles no Plano Nacional de Leitura. O seu primeiro best seller, Virada do Avesso, foi publicado pela Oficina do Livro em 2000. É presença regular na televisão e na imprensa, mas sobretudo nas escolas e bibliotecas de Norte a Sul do país, incentivando nos mais novos o gosto pela leitura.

Até que o Amor me Mate é o seu terceiro romance histórico, depois de Marquesa de Alorna (2011) e Padeira de Aljubarrota (2013), ambos best sellers.

Opinião: "A Padeira de Aljubarrota" de Maria João Lopo de Carvalho

No passado fim de semana tive o prazer de estar presente na apresentação do novo livro de Maria João Lopo de Carvalho, "A Padeira de Aljubarrota", na FNAC de Cascais. E devo dizer-vos que esta senhora é um verdadeiro espetáculo! Apareceu sózinha, ligeiramente atrasada como é da praxe, e em 2 minutos, talvez nem tanto, conquistou a plateia que ali se encontrava deixando-nos suspensos nas suas palavras.
O seu entusiasmo e amor por Portugal, que é também notório na sua escrita, transparecia, e saímos dali a transbordar de orgulho deste nosso pequeno e belo jardim à beira mar, e com um coração cheio de esperança, que o mesmo povo que em 1385 lutou e venceu, volte a lutar e a ultrapassar a atual crise.

Sobre "A Padeira de Aljubarrota" que me acompanhou durante a última semana, tenho a dizer que é um livro maravilhoso. Escrito de forma soberba, leva-nos a conhecer Portugal na Idade Média, e a acompanhar de perto os eventos que tiveram lugar durante o reinado de D. Fernando I, o Formoso, e a crise política que se lhe seguiu, culminando com a ascenção ao trono de D. João I, o Mestre de Avis.

O livro está por assim dizer dividido em duas partes, capítulo sim, capítulo não, é-nos apresentada a história de uma Beatriz - Brites de Almeida (Brites era a forma arcaica de Beatriz), a mulher que se julga ter transformado em lenda com o nome de Padeira de Aljubarrota. Nos capítulos intercalares, outra Beatriz nos surge - a jovem Beatriz de Portugal, filha de D. Fernando e D. Leonor Teles, casada com o Rei de Castela após uns quantos noivados, e que do alto dos seus 11 anos nos conquista o coração, com as suas tiradas infantis e tão inocentes.

Adorei esta leitura, não só, porque aprendi imenso mas também porque a forma como a Maria João escreve é extremamente envolvente, levando-nos a ler quase de uma só assentada as 584 páginas do livro. Isto é uma grande valia para quem escreve romances históricos. Poucos autores têm esta habilidade! Está visto que vou ter de ler o "Marquesa de Alorna"...

Bem haja, Maria João, por partilhar connosco o seu amor por Portugal, inspirando-nos com o nosso próprio passado! E obrigada também por esta tão simpática dedicatória. ;) Adorei conhecê-la!


Em destaque: "Padeira de Aljubarrota - Mulher de Armas e Heroína de Portugal” de Maria João Lopo de Carvalho

Um livro dedicado uma mulher de armas que pode e deve servir de inspiração nos dias de hoje. 

“A história invulgar de uma mulher do povo que consegue domar o seu próprio destino.”
Helena Sacadura Cabral

“Uma narrativa que nunca se distrai do seu objectivo: humanizar a lenda para nos revelar mais sobre a história da nossa nacionalidade (…) Há uma Brites de Almeida em todas as mulheres portuguesas. Cruzo-me com uma por dia, pelo menos.”
Rita Ferro

Sinopse:
Quando, a 22 de outubro, chegar às livrarias o novo romance de Maria João Lopo de Carvalho baseado na agitada vida da Padeira de Aljubarrota, a percepção dos portugueses sobre uma das suas maiores heroínas vai, necessariamente, mudar. A lenda de Brites de Almeida, cuja acção terá contribuído para combater o invasor Castelhano em finais do século XIV, ganha outra dimensão. A autora leva-nos a descobrir uma mulher extraordinária, corajosa e forte mas também uma mulher com desejos e sonhos, para quem o relacionamento com os homens foi bem mais do que um pormenor. Ao episódio de bravura que a História consagrou juntam-se muitos outros de sedução, sensualidade, aventura e romance, dando origem a uma história de amor, traição e coragem em tempos de crise, condição que o povo português, afinal, sempre viveu de perto.

Muitas histórias correram sobre a humilde mulher que, em 1385, numa aldeia perto de Alcobaça, pôs a sua extrema força e valentia ao serviço da causa nacional, ajudando assim a assegurar a independência do reino, então seriamente ameaçada por Castela. É nos seus lendários feitos e peripécias, contados e acrescentados ao longo dos tempos, que se baseia este romance, onde as intrigas da corte e os tímidos passos da rainha-infanta D. Beatriz de Portugal se cruzam  com os caminhos da prodigiosa padeira de Aljubarrota, Brites de Almeida, símbolo máximo da resiliência e bravura de todo um povo.

Este é o romance nunca feito sobre a maior heroína da nossa história, cruzando a voz de Brites de Almeida com a voz de D. Beatriz de Portugal. Asas e Raízes, imaginação e rigor histórico no período mais conturbado que Portugal viveu na época medieval. 600 anos depois do seu feito heróico, a enorme popularidade da padeira e a sua figura inspiradora permitiram a Maria João Lopo de Carvalho criar um romance com outro ritmo, bem ao jeito do leitor que aprecia as peripécias de uma lutadora e corajosa mulher do povo que marcou a diferença num tempo em que sangue, suor e lágrimas não faltavam por terras de Portugal. E que melhor exemplo de bravura para os portugueses num período de lutas tão complexas como as que travamos todos nós nos dias de hoje?

Sobre a autora:
Maria João Lopo de Carvalho licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas. Foi professora de português e de inglês e trabalhou comocopywriter em publicidade. Passou ainda pelas áreas de Educação e Cultura na Câmara Municipal de Lisboa. O seu primeiro bestsellerVirada do Avesso, foi publicado pela Oficina do Livro em 2000. Tem mais de cinquenta títulos editados, entre romances, livros de crónicas, manuais escolares e dezenas de livros infanto-juvenis, a maioria deles no Plano Nacional de Leitura. Em 2011, editou o primeiro romance histórico Marquesa de Alorna que, em pouco tempo, se tornou um bestseller.

Tirem as dúvidas. E riam-se com a loucura de Alvie Knightly!

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Leia o livro e depois veja o filme. Uma história verídica a não perder.

Um livro fora de série! Fenomenal. :)

Uma leitura magnífica.

 

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