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"Um Amor Quase Perfeito" de Sherry Thomas

Quando peguei neste livro, e ao ver uma capa tão sedutoramente leve e fresca, estava à espera de encontrar um romance também leve e fresco. Era mesmo o tipo de leitura que estava a precisar. Algo que me entretivesse sem que me envolvesse demasiado na leitura. E foi o que encontrei. Mas encontrei também para além de um romance refrescante, uma história surpreendentemente sensual e até divertida.  
A história é realmente giríssima, e está contada de uma forma deveras interessante: passamos o livro todo a saltitar entre décadas (as duas últimas do séc. XIX, por sinal), tentando perceber o que de tão grave aconteceu em 1883 entre Gigi e Camden, para que agora, em 1893 a relação entre os dois esteja no estado em que está. E em que estado está? Efervescente, qual vulcão prestes a entrar em erupção. Em constante picardia, eles não se suportam, mas ao mesmo tempo também é notório para toda a gente, que não conseguem viver separados, e foi por puro milagre que conseguiram essa proeza durante os últimos 10 anos.
Ao fim e ao cabo penso que a autora conseguiu transpor para o papel a fórmula mágica de tantos pares românticos nas nossas séries televisivas favoritas. Lembram-se de Modelo e Detective? E mais recentemente de Castle ou até a Anatomia de Grey? É essa mesma química entre personagens que nos dá tanto gozo ver, que encontramos neste livro. ;) Gostei!

Podem ler mais sobre este livro aqui.

Em destaque: "Um Amor Quase Perfeito" de Sherry Thomas

Também em Maio a Quinta Essência publicou mais um livro que me parece bastante promissor, principalmente para aqueles corações mais românticos: uma bela história agridoce que fala de amor e de desilusões, de perdão e de segundas oportunidades.

Considerado «um dos cinco Melhores Livros de 2008» pela Publishers Weekly, como o «Melhor Primeiro Romance Histórico» pela Romantic Times e nomeado para «Melhor Primeiro Romance» e «Melhor Romance Histórico» nos RITA Awards de 2009.

Sinopse:
Durante dez anos Camden e Gigi, Lorde e Lady Tremaine, tiveram o mais perfeito dos casamentos, baseado na cortesia, no respeito e… na distância. Um segredo, uma traição e um oceano separa-nos desde o dia seguinte ao seu enlace. Gigi vive na bela mansão londrina do casal, enquanto Camden se estabeleceu em Nova Iorque. Nenhum se mete na vida do outro. É uma combinação que não podia ser mais ideal e civilizada aos olhos da alta sociedade vitoriana, embora ninguém saiba o que aconteceu para acabar com o apaixonado amor que existia entre ambos.
Agora as coisas vão mudar. Gigi é uma mulher inteligente, sofisticada, rica e muito segura de si. Decidiu agarrar-se à sua última oportunidade de ser feliz e aceitar a proposta de casamento do seu pretendente, Lorde Frederick, um jovem pintor. Assim, escreve ao marido, enviando-lhe os papéis do divórcio. Mas em vez de devolvê-los assinados, Camden apresenta-se à porta da mansão de Londres para lhe oferecer um acordo: vai conceder-lhe o divórcio - afinal, já não se amam, não é? - mas antes Gigi deve dar-lhe um filho, um herdeiro. Se ela não aceitar, ele não lhe concede o divórcio. Gigi aceita, mas impõe um período de um ano. Um ano em que se acumulam as lembranças da paixão que outrora os uniu, um ano em que segredos são revelados, um ano em que o desejo volta mesmo contra vontade, e um ano em que ambos devem decidir se o casal mais admirado de Londres deve voltar a apaixonar-se... ou separar-se para sempre.

Críticas da Imprensa:

«Inteligente e viciante. Um começo extraordinário.» Eloisa James

 «Um bom argumento e personagens brilhantes são a marca deste primeiro romance. Lady Tremaine, uma mulher inteligente e directa, com um velado sentido de humor, é uma heroína excepcional.» Publishers Weekly

«A mais original escritora de romances históricos da actualidade. É uma rebelde que salta as normas e, sobretudo, uma romântica. A sua forma de escrever, terna e apaixonada, é um achado. Um Paixão quase Perfeita augura o início de uma carreira deslumbrante.» Lisa Kleypas
  
«Excelente… a elegância da escrita, a caracterização excepcional dos personagem e o delicioso romantismo da história conquistarão os leitores.» Chicago Tribune
  
Sobre a autora:
Sherry Thomas chegou aos Estados Unidos aos treze anos. No espaço de um ano, com a ajuda do seu fiel dicionário de inglês-chinês, já lia romances históricos de 600 páginas. O vocabulário que respigou dessas histórias marcadas pelo tom de insaciável paixão tornou-se muito útil quando começou ela própria a escrever romances.
Sherry tem um bacharelato em Economia pela Universidade da Luisiana e um mestrado em Contabilidade pela Universidade do Texas. Vive na zona central do Texas com o marido e os dois filhos. Quando não está a escrever, gosta de ler, jogar jogos de computador com os filhos e… ler ainda mais um pouco.
Um Amor quase Perfeito foi considerado um dos cinco Melhores Livros de 2008 pela revista Publishers Weekly, nomeado para «Melhor Primeiro Romance» e «Melhor Romance Histórico» nos RITA Awards de 2009 e recebeu o prémio de «Melhor Primeiro Romance Histórico» da revista Romantic Times.