Nem sei bem por onde começar a escrever sobre este livro. :) É tão simples e ao mesmo tempo tão complexo que me deixou um pouco sem palavras. Mas vamos tentar.
Começo talvez pelo enredo. Kristin Hannah conseguiu pegar num tema já um pouco visto, abordá-lo de uma forma original e, simultaneamente, tocar em diversos pontos nevrálgicos para uma romântica incurável como eu.
Liam Campbell nunca imaginou o quão devastador seria para a sua família quando a sua esposa tem um grave acidente e fica em estado comatoso. Imbuído de uma esperança e fé inabalável, ele senta-se, dia após dia, à cabeceira de Mikaela recordando-lhe da sua vida em conjunto e do amor que os une. Com a ajuda da sua sogra ele vai tentando gerir a situação, o seu trabalho e os filhos, mas o tempo vai passando e Mikaela não acorda. Liam descobre sem querer um segredo do passado da mulher que regressa para ameaçar as fundações da sua família. Sem querer dizer muito mais, deixo na ar a pergunta: será que o amor de Liam é o suficiente para recuperar a mulher das garras do passado? Ou será que o passado ainda tem força para destruir o seu lar?
Não só o enredo é interessante e nos faz empenhar em desvendá-lo, como a fluidez da escrita de Kristin Hannah nos mantém presos à narrativa. É uma história muito curiosa e as voltas e reviravoltas no enredo surpreendem mesmo! Gostei bastante. Fez-me lembrar um pouco as histórias de Nicholas Sparks. Recomendo!
P.S. A capa é linda! Dá vontade de emoldurá-la, não dá? ;)
"Olá Farol" de Sophie Blackall
Tenho um segredo para vos contar... sempre quis ser faroleira. Teria imenso tempo para os meus livros e para os meus hobbies, e simultaneamente, teria por companhia o mar que tanto amo. Sei que devo estar enganada, que a função tem mais que se lhe diga, mas nos meus sonhos, viver num farol é maravilhoso.
Olhem só esta delícia de livro...
As ilustrações são lindíssimas. Só apetece entrar para dentro do livro!
E depois desta história... está decidido, numa próxima vida hei-de ser faroleira. ;)
Quanto a este livro que ficou a morar na minha estante, mesmo juntinho ao quadro dos faróis, recomendo-o para todas as idades. Há quanto tempo não se deliciam com um livro ilustrado?
Olhem só esta delícia de livro...
As ilustrações são lindíssimas. Só apetece entrar para dentro do livro!
E depois desta história... está decidido, numa próxima vida hei-de ser faroleira. ;)
Quanto a este livro que ficou a morar na minha estante, mesmo juntinho ao quadro dos faróis, recomendo-o para todas as idades. Há quanto tempo não se deliciam com um livro ilustrado?
Em destaque: "Chuva Miúda" de Luis Landero
Sinopse:
Gabriel decide celebrar o octogésimo aniversário da mãe e, para isso, terá de contactar as irmãs a fim de reunir a família para a feliz ocasião. Todavia, estes telefonemas entre irmãos despertam rancores antigos, relembram erros do passado e põem em confronto diferentes visões do mesmo episódio. Aurora, a discreta mulher de Gabriel, é a confidente pela qual passam todas as histórias que durante anos estiveram guardadas no mais fundo de cada uma das personagens.
Chuva Miúda é um romance poderoso sobre a família - com os seus segredos e rancores -, mas também sobre a memória e a forma como o mesmo momento é lido e lembrado por todos aqueles que o viveram.

Sobre o autor:
Luis Landero nasceu em Badajoz, em 1948. Licenciado em Filologia Hispânica pela Universidad Complutense, lecionou Literatura na Escuela de Arte Dramático de Madrid e foi professor convidado em Yale. Estreou-se na literatura em 1989 com o romance Jogos da Idade Tardia (Prémio da Crítica e Prémio Nacional de Narrativa 1990), a que se seguiram inúmeros títulos, entre eles Hoy, Júpiter (XV Prémio Arcebispo Juan de San Clemente), El balcón en invierno (Prémio Libro del Año del Gremio de Libreros de Madrid e Prémio Dulce Chacón 2015). Traduzido para várias línguas, Luis Landero é considerado um dos nomes essenciais da literatura espanhola.
Gabriel decide celebrar o octogésimo aniversário da mãe e, para isso, terá de contactar as irmãs a fim de reunir a família para a feliz ocasião. Todavia, estes telefonemas entre irmãos despertam rancores antigos, relembram erros do passado e põem em confronto diferentes visões do mesmo episódio. Aurora, a discreta mulher de Gabriel, é a confidente pela qual passam todas as histórias que durante anos estiveram guardadas no mais fundo de cada uma das personagens.
Chuva Miúda é um romance poderoso sobre a família - com os seus segredos e rancores -, mas também sobre a memória e a forma como o mesmo momento é lido e lembrado por todos aqueles que o viveram.

Sobre o autor:
Luis Landero nasceu em Badajoz, em 1948. Licenciado em Filologia Hispânica pela Universidad Complutense, lecionou Literatura na Escuela de Arte Dramático de Madrid e foi professor convidado em Yale. Estreou-se na literatura em 1989 com o romance Jogos da Idade Tardia (Prémio da Crítica e Prémio Nacional de Narrativa 1990), a que se seguiram inúmeros títulos, entre eles Hoy, Júpiter (XV Prémio Arcebispo Juan de San Clemente), El balcón en invierno (Prémio Libro del Año del Gremio de Libreros de Madrid e Prémio Dulce Chacón 2015). Traduzido para várias línguas, Luis Landero é considerado um dos nomes essenciais da literatura espanhola.
Em destaque: "O Meu Mapa de Ti" de Isabelle Broom
Sinopse:
Umas férias na deslumbrante ilha grega de Zakynthos, com o seu céu azul perfeito, praias de areia branca e águas cristalinas, deveriam ser um sonho tornado realidade. Mas, para Holly, mais parecem um pesadelo. Ao chegar à ilha para tomar posse da casa que acabou de herdar, Holly não sabe o que esperar. E, na verdade, não está preparada para os segredos de família que está prestes a descobrir.
Com a ajuda de Aidan, o seu vizinho encantador, Holly dispõe-se a explorar a ilha, na esperança de juntar as peças da sua história perdida. No entanto, a vida real, incluindo o namorado que deixou em Inglaterra, ameaçam este seu plano. Holly pensa que está a seguir os segredos do passado. No entanto, será possível que acabe por traçar o seu mapa do futuro?
Críticas de Imprensa:
«Muito bem escrito. Perfeito para uma tarde de descontracção no sofá.» Daily Mail
«Gloriosamente livre, romântico sem preconceitos, espirituoso e imensamente agradável.» Sunday Mirror
Sobre a autora:
Isabelle Broom nasceu em Cambridge nove dias antes do início dos anos de 1980 e estudou na Media Arts em Londres antes de integrar a revista Heat, onde continua e hoje é editora da rubrica Book Reviews.
Sente-se sempre feliz quando está numa aventura. Isabelle viaja pelo mundo procurando cenários para os seus romances, além de fazer a peregrinação anual àquele que considera ser o seu verdadeiro lar, a ilha grega de Zakynthos.
Vive em Suffolk, onde partilha uma casa de campo com o seu cão, Max.
Opinião: "Filho da Mãe" de Hugo Gonçalves

"Filho da Mãe" é um romance autobiográfico em que o autor aborda a perda da sua mãe aos 8 anos. Numa narrativa ora literária, ora poética, Hugo Gonçalves atinge, a meu ver, os seus objetivos: ficar a conhecer um pouco melhor a sua mãe e simultaneamente tentar perceber no passado a explicação para o seu percurso de vida.
É uma leitura interessante do ponto de vista psicológico, mas acima de tudo é uma leitura lindíssima. Não é fácil escrever com alma, e Hugo Gonçalves fê-lo com a simplicidade de quem pega numa caneta e expõe o seu íntimo. Não há subterfúgios, nem equívocos. O que lemos é o que está no seu coração.
Julgo que foi precisa alguma coragem para o autor se expor assim, colocando-se à mercê de quem o lê, pois acredito que, acima de tudo, ele escreveu o livro para si próprio, como que uma auto análise. A delicadeza com que partilha os seus mais íntimos pensamentos e sentimentos, leva-me a crer que de alguma forma ele acreditou conseguir ajudar outros que sofram da mesma mágoa - perder um progenitor cedo demais.
E o resultado foi este livro. Um maravilhoso conto sobre um filho que perde uma mãe, sem nunca deixar de ser seu filho. Lindíssimo.
Em destaque: "Em Nome do Amor" de Kristin Hannah
Uma paixão pode salvar uma vida
Sinopse:
Sinopse:
Quando Mikaela Campbell, esposa e mãe amada, entra em coma, cabe ao seu marido, Liam, manter a família unida e cuidar dos filhos desolados e assustados. Os médicos dizem-lhe que não tenha esperança de que ela recupere, mas ele acredita que o amor é capaz de fazer o que a medicina não consegue. Todos os dias, senta-se ao lado dela, conta-lhe histórias da vida preciosa que construíram juntos, na esperança de que ela acorde. Mas depois descobre provas do passado secreto da mulher: um primeiro casamento com a estrela de cinema Julian True.
Desesperado por trazer Mikaela de volta a qualquer custo, Liam sabe que tem de pedir ajuda a Julian. Mas irá essa decisão custar-lhe a mulher, a família e tudo o que estima?
Desesperado por trazer Mikaela de volta a qualquer custo, Liam sabe que tem de pedir ajuda a Julian. Mas irá essa decisão custar-lhe a mulher, a família e tudo o que estima?
Críticas de Imprensa
«Tendo como cenário o esplendor da cadeia montanhosa North Cascade do estado de Washington, o (...) romance de Kristin Hannah vai buscar elementos à telenovela, ao cinema e aos contos de fadas para fazer um discurso simples sobre as complicações do amor.»
Publishers Weekly
«Um caso de leitura pela noite fora, não vai conseguir pousar o livro... Vai fazê-lo rir e chorar.»
The New York Post
Publishers Weekly
«Um caso de leitura pela noite fora, não vai conseguir pousar o livro... Vai fazê-lo rir e chorar.»
The New York Post
Sobre a autora:
Kristin Hannah nasceu em 1960 no sul da Califórnia. Aos 8 anos a família mudou-se para Western Washington. Trabalhou em publicidade, licenciou-se em Direito e trabalhou alguns anos em advocacia, em Seattle. Quando a gravidez a obrigou a ficar de cama durante vários meses, Kristin retomou uns textos antigos que tinha escrita em parceria com a falecida mãe, que sempre dissera que ela seria escritora. O marido encorajou-a e assim que o filho nasceu, Kristin abandonou a anterior atividade profissional e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. O primeiro êxito surgiu em 1990 e desde então que a sua profissão é escrever. A autora já publicou 19 romances. Ganhou prestigiados prémios como um "Rita Award" (Romance Writers of América) em 2004 com Between Sisters, e o National Reader's Choice. A sua obra está traduzida em várias línguas. Vive com o marido e filho na costa noroeste dos Estados Unidos.
Opinião: "As Senhoras de Missalonghi" de Colleen McCullough
Li este livro há quase 9 anos e reli-o agora com a nova edição da Bertrand. Foi um absoluto prazer trazer novamente à vida as três senhoras de Missalonghi, principalmente Missy, uma personagem absolutamente fantástica.
Quem não conhece Colleen McCullough tem aqui uma oportunidade fantástica de se estrear na sua escrita. Não se vão desiludir, bem pelo contrário. Se for como aconteceu comigo, irão querer descobrir mais sobre esta autora e ler todos os seus livros.
A história das senhoras de Missalonghi está maravilhosamente bem contada e é um verdadeiro hino à independência das mulheres numa época em que o homem era rei e senhor do seu castelo. Neste caso específico, os homens eram donos e senhores da família e negócios da pequena vila de Byron, descurando as necessidades e bem estar das senhoras da família que tinham sido menos bafejadas pelo amor, sendo solteiras ou viúvas.
Tal como o disse na altura (e podem ler a minha opinião aqui), este livro é um pequeno tesouro, felizmente agora resgatado da memória dos tempos pela Bertrand. Bem haja pela oportunidade de reler esta história maravilhosa e recordar a escrita de uma autora que nos deixou saudades.
Quem não conhece Colleen McCullough tem aqui uma oportunidade fantástica de se estrear na sua escrita. Não se vão desiludir, bem pelo contrário. Se for como aconteceu comigo, irão querer descobrir mais sobre esta autora e ler todos os seus livros.
A história das senhoras de Missalonghi está maravilhosamente bem contada e é um verdadeiro hino à independência das mulheres numa época em que o homem era rei e senhor do seu castelo. Neste caso específico, os homens eram donos e senhores da família e negócios da pequena vila de Byron, descurando as necessidades e bem estar das senhoras da família que tinham sido menos bafejadas pelo amor, sendo solteiras ou viúvas.
Tal como o disse na altura (e podem ler a minha opinião aqui), este livro é um pequeno tesouro, felizmente agora resgatado da memória dos tempos pela Bertrand. Bem haja pela oportunidade de reler esta história maravilhosa e recordar a escrita de uma autora que nos deixou saudades.
Em destaque: "A Última Carta" de Cecelia Ahern
Quando o amor é eterno, há sempre algo mais para dizer
Sinopse:
Faz sete anos que o marido de Holly Kennedy morreu - seis, desde que ela leu a sua última carta, na qual lhe pedia que encontrasse coragem para forjar uma nova vida.
Holly orgulha-se da forma como tem evoluído e crescido. Até que recebe a mensagem:
"Precisamos desesperadamente da sua ajuda, Holly. Estamos a ficar sem ideias e ... " - ela respira fundo, em busca de energia - "#todos nós estamos a ficar sem tempo."
Os membros do Clube P. S. Eu amo-te, inspirados nas últimas cartas do seu marido, Gerry, querem que Holly os ajude a escrever as suas próprias mensagens de despedida para os que lhes são queridos.
Holly vê-se atraída, de novo, para um mundo que se esforçou tanto por deixar para trás. Relutante, começa a relacionar-se com o clube, mesmo quando a amizade deles ameaça destruir a paz que ela acredita ter alcançado.
Porque cada uma dessas pessoas espera de Holly a ajuda para deixar algo significativo àqueles que mais ama, ela embarcará numa jornada notável que a desafiará a questionar se abraçar o futuro implicar trair o passado e o que significa amar alguém para sempre ...
Os elogios da crítica:
«Uma história maravilhosa, encorajadora e comovente que vai pôr os leitores a chorar, mas os deixará, sem dúvida, de alma cheia.» Irish Independent
«Tocante, cheio de humor... vital. Ahern escreve com honestidade e empatia. Senti um nó na garganta quando terminei de ler.» Irish Times
«Explora, com carinho, humor e emoção, uma das experiências fundamentais humanas.» Sunday Independent
«Cecelia Ahern é, sem dúvida, uma contadora de histórias incrivelmente talentosa. Comovente, agridoce e muito bem escrito.» RTE Guide
«Este livro, como o primeiro, falou directamente ao meu coração. Talvez seja a forma realista e a simplicidade das observações de Ahern que o torna tão impactante.» Irish News
«Os fãs de PS Eu te amo, estão com sorte. O calor emana das páginas deste romance adorável e inspirador.» Good Housekeeping
«Um romance comovente, terno e positivo.» Woman & Home
«Sábio e inspirador - mas mantenha uma caixa de lenços de papel à mão. Vai precisar.» Sunday Express
«Adorei esta história inspiradora sobre esperança e amor.» Prima
«Este é um romance para encantar os fãs fiéis e os novos leitores.» Woman's Weekly
Cecelia Ahern, depois de se licenciar em Jornalismo e Comunicação, escreveu este primeiro romance aos 21 anos. Foi um sucesso internacional sem precedentes, tendo sido levado ao grande ecrã, o que acrescentou ainda mais fãs a esta história de amor, que é um clássico dos nossos tempos.
Desde então, Cecelia publica, com grande sucesso, um romance por ano. Até ao momento, os seus livros venderam 25 milhões de exemplares, foram publicados em mais de 40 países, em 30 línguas. Só em Portugal, PS - Eu amo-te vendeu, até à data, mais de 57 000 exemplares, e mais de 1 milhão em todo o mundo.
Além de ser uma romancista amplamente premiada, Cecelia Ahern também cria projectos originais para televisão.
A última carta é a aguardada sequela de PS Eu amo-te.
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