Uma deliciosa história de amor na era das ligações sem fios. Sinopse: Alice está casada com William há vinte anos. Recorda-se, como se fosse ontem, do dia em que o conheceu. No entanto, ultimamente, é ao Facebook, e não ao marido, que confia os seus pensamentos mais íntimos. Um dia, recebe um questionário anónimo sobre amor e casamento da parte de um Investigador 101. Decide responder, sob o pseudónimo Mulher 22, sem imaginar que isso mudará a sua vida. Confissão após confissão, Alice sente-se cada vez mais livre e também mais apaixonada pelo Investigador 101, genuinamente interessado nos seus sentimentos como há muito ninguém estava. Alice não tarda a ver-se confrontada com uma decisão potencialmente devastadora: cessar toda a comunicação com o Investigador 101 para salvar o casamento ou admitir que o coração lhe levou a melhor e está novamente apaixonada.
Com uma voz fresca, comovente e divertida, "As Mulheres Casadas Não Falam de Amor" é a história de uma mulher que, tentando reencontrar-se, corre o risco de descobrir que, afinal, quer estar onde sempre esteve.
Sobre a autora: Melanie Gideon nasceu e cresceu no estado de Rhode Island, nos Estados Unidos da América. As Mulheres Casadas Não Falam de Amor é o seu primeiro romance.
#1 AUTOR BESTSELLER DO NEW YORK TIMES APRESENTA NOVO ROMANCE
Data de Publicação: 23 de Maio 2013
Sinopse:
1952. Em Shadbagh, uma pequena aldeia no Afeganistão, Saboor
é um pai que um dia se vê obrigado a tomar uma das decisões mais difíceis da
sua vida: vender a filha mais nova, Pari, a um casal abastado em Cabul e assim
poder continuar a sustentar a restante família. A separação é particularmente
devastadora para Abdullah, o irmão mais velho que cuidou de Pari desde a morte
da mãe de ambos. Nenhum dos dois imaginava que aquela viagem até à capital iria
instalar um vazio nas suas vidas que seria capaz de atravessar décadas e
quilómetros e condicionar os seus destinos...
Neste seu terceiro romance,
Khaled Hosseini traz-nos uma belíssima e comovente saga familiar que reflete
sobre como os laços que nos unem sobrevivem aos obstáculos que a vida nos
impõe.
Sobre o autor:
Khaled Hosseini
nasceu em 1965 em Cabul, no Afeganistão. A sua família encontrava-se em
Paris quando em 1980 se deu a invasão soviética, tendo pedido asilo político
aos EUA, onde o autor vive atualmente. Formado em Biologia e Medicina, publicou
em 2003 o seu primeiro livro, O Menino de Cabul, que rapidamente se tornou um
enorme sucesso a nível internacional. Em 2006, Hosseini foi nomeado Embaixador
da Boa Vontade do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. Em
2007 lançou Mil Sóis Resplandecentes, que a Presença publicou nesta coleção. As
duas obras juntas venderam mais de 10 milhões de exemplares nos EUA e mais de
38 milhões no resto do mundo. Este seu
mais recente romance será inicialmente publicado em cerca de 20 países.
FUNDAÇÃO KHALED HOSSEINI:
Hosseini é ainda fundador da
The Khaled Hosseini Foundation, uma instituição sem fins lucrativos que providencia
assistência humanitária ao povo Afegão. A Fundação apoia projetos que abrigam
famílias refugiadas e proporciona condições económicas e educativas para o
bem-estar de mulheres e crianças.
Críticas da Imprensa Estrangeira:
«Extraordinário.» - People
«Excecional.» - Time
«Comovente.» - New York Times Book Review
«Espetacular.» - USA Today
Para mais informações sobre este livro visite a página do mesmo no site da Editorial presença » aqui.
Rosália tinha apenas 14 anos quando foi contratada
para servir sob as ordens de Maria em São Bento. É muitas vezes mencionada como
“a pequena que fazia rir Salazar”. Um Salazar diferente daquele que nos habituámos
a reconhecer como um ditador implacável. Um Salazar mais humilde, mais humano. É
a história dos últimos anos desse Salazar que nos é apresentada neste livro.
Miguel Carvalho construiu esta obra com base em diversas
publicações, incluindo documentos e artigos da imprensa da época. O resultado é
um livro fabuloso, escrito com uma imparcialidade notável. Miguel Carvalho
soube entrelaçar os factos conhecidos com as recordações de Rosália, obtendo um
timbre mais pessoal e íntimo. O testemunho de Rosália é precioso, pois ela foi
alguém que esteve lá, perto dos que encerravam o poder nas suas mãos. Ela testemunhou, em primeira fila, muitos dos acontecimentos que marcaram os últimos anos de
vida de Salazar, foi inclusive a única criada presente no quarto do ditador
aquando da sua morte. Na sua inocência e juventude, Rosália fez parte de um
conjunto de criadas que sob o jugo apertado de dona Maria, a governanta, pode
apreciar uma vida um pouco diferente da que se vivia fora dos muros de São
Bento. Como era Salazar na intimidade? Qual a sua relação com dona Maria? O que realmente aconteceu aquando da famosa "queda da cadeira" no forte do Estoril?
Cheio de revelações e pormenores sobre o dia-a-dia da casa
de Salazar, este é realmente um livro fabuloso, que me deu imenso prazer ler.
Miguel Carvalho, jornalista e autor, conquistou-me em
absoluto e espero reencontrá-lo brevemente noutras publicações do género. Um
excelente trabalho! Parabéns.
Para mais informações sobre este livro, espreite aqui.
Recheado de fotografias inéditas, Fialho Gouveia:
Biografia sentimental é mais do que o retrato de um jornalista e
apresentador ímpar: é a história de um período fundamental da vida portuguesa.
O prefácio é de Marcelo Rebelo de Sousa.
Fialho Gouveia era descrito pelos amigos como homem bom,
repórter talentoso, benfiquista entusiasta e, acima de tudo, uma referência
ética e cívica para todos. Já era uma das vozes mais populares da rádio quando
participou na fundação da RTP, em Março de 1957. Desde logo se tornou uma
das caras mais importantes do «pequeno ecrã». Criou e apresentou, com Raul
Solnado e Carlos Cruz, o Zip-Zip, o primeiro talk-show português; fez a
reportagem em directo do 25 de Abril, numa emissão histórica da RTP; e foi a
face e a alma de alguns dos mais conhecidos programas dos anos 80 e 90, como A
Visita da Cornélia, A Arca de Noé e Entre Famílias.
A sua filha, Maria João, oferece-nos pela primeira vez um
relato íntimo e comovente do conhecido apresentador, em todas as suas facetas -
a harmonia familiar e o sucesso popular, mas também as mentiras e as amarguras
que lhe roubaram a alegria nos seus últimos dias.
Na passada quarta feira, tive a maravilhosa oportunidade de conhecer pessoalmente Lissa Price, a autora do livro “Destinos Interrompidos”, publicado recentemente pela Planeta. Este encontro teve lugar na FNAC do Colombo, por altura da apresentação do livro aos seus leitores portugueses.
Inicialmente, Lissa fez uma pequena introdução à história, e partilhou connosco alguns detalhes e pormenores interessantes sobre o livro, tal como, por exemplo, de onde lhe surgiu a ideia para o mundo dos “Starters” (título original em inglês).
«Há alguns anos dirigi-me à Coscoes (uma superfície comercial muito conhecida nos E.U.A.) para receber uma vacina contra a gripe. Entretanto, julgo que houve uma ruptura de stock pelo que não havia vacinas suficientes. Foi então estabelecido um sistema de triagem: apenas os mais vulneráveis (crianças, jovens e idosos) receberiam a vacina. Nessa altura pensei para comigo, e se em vez de gripe, se tratasse de uma doença mortal? Isto não faz sentido. Os que sobreviveriam seriam exatamente os membros mais frágeis da sociedade! Então, a doença mortal tornou-se na Guerra dos Esporos e o “Destinos Interrompidos” nasceu.»
Já li o livro “Destinos Interrompidos” - foi na realidade o meu primeiro livro do género (embora aprecie ver filmes de ficção científica, em especial os que têm um cenário pós-apocalíptico) e adorei!
Uma das coisas que mais me atraiu durante a leitura, foi a percepção de como este era um livro limpo, positivo. Quer dizer, apesar de se passar num mundo escuro e destruído, existe um certo brilho, uma luz que emerge dali. A meu ver, e nisto Lissa concordou comigo, esta sensação tem muito a haver com Callie, a protagonista principal de “Destinos Interrompidos”.
Perguntei-lhe então se Callie tinha sido inspirada em alguém seu conhecido. Ela própria talvez?
«Gosto de pensar que Callie é uma amálgama de algumas pessoas que eu conheço, no entanto, tenho de admitir que acho que ela é um pouco parecida comigo. Quando era nova passei por uma situação muito difícil e complicada – um desastre natural (terramoto) – e nessa altura tive de encontrar força e coragem suficientes para sobreviver. Acho que a maior parte dos jovens têm essa força e coragem dentro deles, e que aparecerá sempre que for necessária. Por isso acho que na verdade Callie é inspirada nesses jovens. Os que lutarão com unhas e dentes pela sua sobrevivência.»
Qual é a sua parte favorita do livro? A que lhe deu mais gozo escrever?
(SPOILER ALERT!) «Julgo que foi o confronto final entre Callie e O Velho. Porque quando o estava a escrever, surgiu-me naturalmente horripilante!»
Obrigada Lissa por nos ter visitado em Portugal! E obrigada também à Planeta Editora por nos ter proporcionado esta oportunidade. :)
Ficamos ansiosamente à espera da publicação do próximo livro, “Enders”.
Para quem ainda não conhece o livro "Destinos Interrompidos" deixo-vos aqui o fabuloso booktrailer:
Podem também espreitar a minha opinião aqui. Boas leituras!
Last Wednesday,
I had the wonderful opportunity to personally meet Lissa Price, the author of “Starters”
and enjoy a good conversation time with her. This took place at Colombo’s FNAC where she was presenting her
book here in Portugal.
First,
Lissa made a small presentation of the story, and shared with us some curious
details about it. For instance, where did she got the idea for this book:
«A few
years ago, I was trying to get a flu shot at Coscoes, and then suddenly that
there wasn’t enough vaccine. So, they set up a triage system: only the more vulnerable would get the shot (the
young and the elderly). At that point I thought
what if this was a killer disease? It doesn’t make any sense. The only ones
left would be the most fragile members of society! So this killer disease
became the Spore Wars and that Starters was born.»
I already
read this amazing book and in fact, although I really enjoy watching sci-fi movies (especially
with a post-apocalyptic scenario), this was my first book of this genre. One of the things that I felt that attracted
me while I was reading it, was how “clean” this book was. I mean, in spite of
all the darkness and uggliness of that world, there’s some kind of light coming out of it. I
believe, and Lissa surely agreed with me, that this is much due to Callie, the
main protagonists of Starters. I then asked her if Callie was inspired in
someone she knows. Herself, maybe?
«I like to
think that she’s an amalgamation of some people I know, but I really feel that
she’s a little like me. When I was young I went through a natural disaster
situation (an earthquake). It was very hard and difficult, and suddenly I had to
my best to survive. Somehow I got the
courage to do so, and I made it. I think that most of the teens have that strength
and courage within themselves. And it will turn up, when it’s needed. So, Callie is in fact the reflection of those
teens. The ones that would fight their best in order to survive, I’m sure.»
What was
your favorite part of this book? The one that you most enjoyed writing?
(SPOILER
ALERT!) «I think that the confrontation between Callie and The Old Man at the
end. Because when it came to me, it felt so deliciously creepy.»
Thank you
so much, Lissa for visiting us in Portugal!
We’ll be looking
forward to your next book – Enders!
Quinto romance da autora no catálogo da Porto Editora nas
livrarias a 20 de maio!
Este não é apenas mais um romance de uma autora de sucesso. Viver
depois de ti tem merecido os melhores elogios. Na recensão feita pelo
prestigiado The New York Times pode ler-se: «quando terminei a leitura deste
romance, quis voltar a lê-lo».
Jojo Moyes é uma ex-jornalista, que trabalhou no The
Independent, até se ter tornado escritora a tempo inteiro. Foi jornalista
especializada na área da cultura e correspondente em Hong Kong. Publicou, até
hoje, onze romances.
Sinopse:
Lou Clark sabe muitas coisas. Sabe quantos passos deve dar
entre a paragem do autocarro e a sua casa. Sabe que trabalha na casa de chá The
Buttered Bun e sabe que não está apaixonada pelo namorado, Patrick. O que ela
não sabe é que vai perder o emprego e que todas as suas certezas vão ser postas
em causa.
Will Traynor sabe que o acidente de motociclo lhe tirou o
desejo de viver. Sabe que agora tudo lhe parece triste e inútil e sabe como pôr
fim a este sofrimento. O que não sabe é que Lou vai irromper na sua vida com
toda a energia e vontade de viver. E nenhum deles sabe que as suas vidas vão
mudar para sempre.
Em "Viver depois de ti", Jojo Moyes aborda um tema difícil e
controverso com sensibilidade e realismo, obrigando-nos a refletir sobre o
direito à liberdade de escolha e as suas consequências.
Jojo Moyes nasceu em 1969 e cresceu em Londres. Estudou Jornalismo
e foi correspondente do jornal The Independent até 2002, quando publicou o seu
primeiro romance, Retrato de Família, e resolveu dedicar-se à escrita a tempo
inteiro. Foi uma das poucas autoras a ganhar por duas vezes o prémio Romantic
Novel of the Year, primeiro com Foreign Fruit (2003) e com A Última Carta de
Amor (2010).
Críticas da Imprensa:
«Jojo Moyes oferece-nos um livro majestoso com um conjunto
de personagens carismáticas, credíveis e profundamente envolventes. Lou e Will
ficarão com os leitores durante muito tempo.» The Independent on Sunday
«O romance de Jojo Moyes provoca-nos lágrimas redentoras,
lágrimas que são tudo menos gratuitas. Em algumas situações são mesmo necessárias.»
The New York Times
«Uma história de amor poderosa. Um enredo narrado com
mestria e percorrido por personagens atraentes e afáveis. Uma extraordinária leitura.»
Daily Mail
Para mais informações pode visitar a página do livro no site da Porto Editora » aqui.
Ler é voar. É descobrir o mundo. É encontrar coisas nossas nas histórias dos outros.
Este blog é o registo dos livros que li, que quero ler, que comprei, que quero comprar, que me ofereceram ou que me emprestaram. Enfim, os livros com que me cruzei e que de uma forma ou de outra deixaram uma impressão nas páginas da minha vida.