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Opinião: "O Enigma do Quarto 622" de Joël Dicker

Foi o primeiro livro que li deste autor, e atenção, que valente estreia! Uma lufada de ar fresco na ronda dos policiais. Sim senhora, este homem sabe escreve, inventar, dar a volta, rodopiar e fazer o pino. Meu Deus! 

Não sabia o que ía encontrar, mas sabem, veio mesmo a calhar, pois sentia-me a precisar algo diferente... (Ambrósio?) 

E realmente, o Sr. Joël Dicker entregou-mo. 

É uma história com várias histórias que se entrelaçam entre si, e que até acho que devem ter um pouco de verdade, como todos os bons autores o fazem. Uma pessoa começa a ler, e de repente já passou não sei quanto tempo e já vamos nas cento e tal páginas. Fulminante, a escrita deste autor. 

O livro podia ser um pouco mais pequeno, porque andar para trás e para a frente com aquelas seiscentas e tal páginas, por muito entusiasmantes que sejam, é cansativo. Mas de cada vez que o abria e começava a ler, a minha mente voava para onde o autor me levasse e tudo o resto fugia, inclusive o tempo. 

Há quem diga que este é o pior livro deste autor, e se assim é, tenho mesmo de ler outro rapidamente. Dizem também que é uma homenagem ao seu editor, Bernard de Fallois, recentemente falecido, e na verdade, fiquei a desejar ter conhecido tal personagem, pois parece-me ter sido um homem fascinante. 

Para mim o verdadeiro enigma deste livro é que se assemelha a uma escada em caracol, que nos leva a diferentes pisos onde existe informação importantíssima sobre a própria história. E a cereja no topo do bolo é sem dúvida o último piso. Deslumbrem-se. E mais não digo. ;)

Em destaque: "O Enigma do Quarto 622" de Joël Dicker

Um mistério vertiginoso! Joël Dicker está de volta com o romance mais pessoal de sempre.

Sinopse:
Numa noite de dezembro, um cadáver jaz no chão do quarto 622 do Palace de Verbier, um luxuoso hotel nos Alpes suíços. A morte misteriosa ocorre em plena festa anual de um prestigiado banco suíço, nas vésperas da nomeação do seu presidente. A investigação policial nada conclui e a passagem do tempo leva a que o caso seja praticamente esquecido.

Quinze anos mais tarde, o escritor Joël Dicker hospeda-se nesse mesmo hotel para recuperar de um desgosto amoroso e para fazer o luto do seu estimado editor. Ao dar entrada no hotel para o que esperava ser uns dias de tranquilidade e inspiração, não imaginava que acabaria a investigar esse crime do passado. Não o fará sozinho: Scarlett, uma bela mulher hospedada no quarto ao lado do seu, acompanhá-lo-á na resolução do mistério, ao mesmo tempo que vai decifrando a receita para escrever um bom livro.

O que aconteceu naquela noite de Inverno no Palace de Verbier?
Que crime terrível teve lugar no quarto 622?
E porquê?
Estas são as perguntas-chave deste thriller veloz, construído com a habitual mestria de Joël Dicker, que pela primeira vez nos leva ao seu país para narrar uma história surpreendente.

Um triângulo amoroso, jogos de poder, traição e inveja - nada falta a esta intriga magnética, em que a verdade é muito diferente do que imaginávamos.

Sobre o autor:
Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985. A verdade sobre o caso Harry Quebert é o seu segundo romance, com o qual arrecadou vários prémios: Prix de la Vocation Bleustein-Blanchet, o Grande Prémio do Romance da Academia Francesa, o Prémio Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para Melhor Romance em língua francesa. O seu primeiro romance, Les derniers jours de nos pères, venceu o Prémio dos Escritores de Genève. O desaparecimento de Stephanie Mailer é o seu quarto romance e confirma a mestria de Dicker no género do mistério literário.

Em destaque: "O Livro dos Baltimore" de Joël Dicker

Sinopse: 
Até ao dia do Drama, existiam dois ramos da família Goldman: os de Baltimore e os de Montclair.
O ramo de Baltimore, próspero e bafejado pela sorte, mora numa luxuosa mansão e encarna a imagem da elite americana. Já os Goldman de Montclair são uma típica família de classe média e vivem numa casa banal em Nova Jérsia. Tudo isto se transforma com o Drama.
Movido pelas memórias felizes dos tempos áureos de Baltimore, Marcus Goldman procura descobrir o que se passou no dia do Drama, que mudaria para sempre o destino da família.
O que aconteceu realmente aos Goldman de Baltimore?

Sobre o autor: 
Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985. A verdade sobre o caso Harry Quebert é o seu segundo romance, com o qual arrecadou vários prémios: Prix de la Vocation Bleustein-Blanchet, o Grande Prémio do Romance da Academia Francesa, o Prémio Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para Melhor Romance em língua francesa. O seu primeiro romance, Les derniers jours de nos pères, venceu o Prémio dos Escritores de Genève.
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