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Opinião: "Um Fogo Lento" de Paula Hawkins

Terminei-o agora mesmo e já estou arrependida de o ter lido. Porquê? Simples: de certeza que vai haver filme e eu já sei o final. BUÁÁÁÁÁ! Fora de brincadeiras... que livraço! (diz-se filmaço, também posso dizer livraço, não posso?). Foi uma leitura que me manteve agarrada do princípio ao fim. 

Achei que todas as personagens eram importantes, cada uma com o seu papel e o seu lugar. Não demasiadas, mas sim as suficientes. A minha favorita foi a velhota Irene. Adorei como a autora a retratou, espelhando a realidade do envelhecer. E claro, não posso deixar de mencionar que esta senhora, qual Miss Marple, teve o seu papel bem importante em toda a história! ;)

Relativamente à identificação das personagens, que eu achei que me dificultou a vida no primeiro e segundo livro da autora, neste pareceu-me que a questão estava resolvida, pelo que abandonei o bloco de notas após os quatro primeiros capítulos. Acho que isso melhorou a rapidez com que o leitor se envolve na história. A medida que a leitura avança. mais difícil nos é interrompê-la!

Falando na história, é óbvio que este livro também vai virar filme! As cenas estão bem pensadas, a interação entre as personagens também, e o local onde se desenrola a maior parte da ação é muito colorido e vibrante, para além de muito peculiar - o Regeant's Cannal, em Londres. Aposto que para o ano teremos Um Fogo Lento no grande écran!


Neste livro, e uma vez mais, a autora consegue enganar-nos desde o princípio. Manipula a nossa opinião, à medida que nos vai fornecendo informações sobre as personagens. Misturando várias histórias vai igualmente atirando achas para a fogueira que é a nossa mente, enquanto a verdade se mantem em lume-brando, num fogo lento.

Merece as minhas 5 estrelas!! Recomendo.

Em destaque: "Um Fogo Lento" de Paula Hawkins

O livro mais aguardado do ano. 

O novo êxito da autora bestseller mundial.

Sinopse:
Um homem é encontrado brutalmente assassinado em Londres, dentro de um barco, o que levanta uma série de questões sobre três mulheres que o conheciam.

Laura é a jovem problemática que foi vista pela última vez com a vítima. Carla é a tia inconsolável, ainda de luto por outro familiar falecido pouco tempo antes. E Miriam é a vizinha bisbilhoteira que encontrou o corpo coberto de sangue, mas que claramente esconde segredos da polícia.

Três mulheres com ligações distintas a este homem. Três mulheres consumidas pelo ressentimento que estão ansiosas por se vingarem do mal que lhes foi infligido. E, quando toca a vingança, mesmo as melhores pessoas são capazes dos atos mais terríveis.

Até onde irão estas mulheres para encontrar a paz de espírito?
E durante quanto tempo podem os segredos arder em fogo lento antes de irromperem em chamas descontroladas?

Com a mesma força com que cativou dezenas de milhões de leitores em A Rapariga no Comboio e Escrito na Água, Paula Hawkins desenvolve brilhantemente uma história inesquecível de segredos, assassínio e vingança.


Críticas:

«Em Fogo Lento tem todas as reviravoltas que um grande thriller deveria ter, mas é também profundo, inteligente e imensamente humano… Paula Hawkins é a herdeira de Patricia Highsmith.»
Lee Child

Sobre a autora:
Paula Hawkins foi jornalista na área financeira durante quinze anos, antes de se dedicar inteiramente à escrita de ficção. Nascida e criada no Zimbabué, mudou-se para Londres em 1989, onde vive atualmente. A Rapariga no Comboio foi o seu primeiro livro e foi um verdadeiro fenómeno, tendo sido traduzido em mais de 40 línguas, com cerca de 23 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Em Portugal, foi também um enorme êxito, atingindo os 152 000 exemplares editados. Do livro resultou um filme de sucesso, protagonizado por Emily Blunt, que alcançou o primeiro lugar das bilheteiras.

"Escrito na Água" de Paula Hawkins (opinião)

Este novo livro de Paula Hawkins supera, e muito, o anterior.
Sabendo o que me custou deslindar a história no A Rapariga no Comboio, parti para a leitura preparada: de bloco e lápis na mão! À medida que me iam surgindo as personagens, fui criando um registo dos seus nomes e relações umas com as outras. Garanto-vos, resulta mesmo! A história torna-se muito mais fácil de entender, e por mais voltas e reviravoltas que dê o enredo, sabemos sempre em que pé estamos e de quem se fala. É um truque que já utilizei anteriormente, quando lia, por exemplo, Mary Higgins Clark, em que é necessário estar a par de todas as personagens, que normalmente são muitas.

Posto isto, falo-vos desta história com a certeza de que não se desiludirão. Está muitíssimo bem construída e os pilares onde assentam os acontecimentos são extraordinários. A ação desenrola-se na atualidade, numa pequena aldeia em Inglaterra. Beckford é conhecida por ser um local de aparentes suicídios por afogamento. Em tempos idos, o Poço das Afogadas, era palco de algo muito macabro, o afogamento das bruxas, uma prática muito comum na Europa dos séculos XVI e XVII. Se nadassem eram bruxas e depois mortas, se se afogassem, eram inocentes, mas entretanto, também estavam mortas. Não tinham hipótese.

Com base na História, a autora cria uma história fabulosa, deixando no ar a questão: será que os afogamentos atuais têm a ver com os do passado, sendo que as mulheres problemáticas se sentem atraídas para o Poço das Afogadas? Ou será que, como diz o rumores, Beckfors é um local onde se "tratam" das mulheres problemáticas, e tudo não passa de uma desculpa para esconder a verdade?



Todas as personagens têm o seu papel, a sua importância, e não há dúvida que o bloquinho de notas deu mesmo muito jeito. ;) Nenhuma delas é de confiança. Todas têm a sua história, e os seus segredos. A autora separa-as por capítulos, e aos poucos vai-nos apresentando a história de cada uma e a forma como se interligam. Simultaneamente vamos descobrindo os últimos acontecimentos que chocou toda a gente e em que a polícia não sabe cem como classificar. Como em todos os bons livros de mistério e crime, nem tudo o que parece é. E mais não digo.

Foi uma leitura que me prendeu e que não demorei muito a terminar, tal era a ânsia de chegar ao fim e deslindar tudo. Percebo perfeitamente porque vai ser igualmente adaptado para o cinema. E vai ser um assombro de filme que não vou querer perder!

Adorei! Adorei! Adorei!

Em destaque: "Escrito na Água" de Paula Hawkins

«Um dos livros mais aguardados de 2017.»
Revista TIME

CUIDADO COM AS ÁGUAS CALMAS.
NÃO SABEMOS O QUE ESCONDEM NO FUNDO.

Sinopse:
Nel vivia obcecada com as mortes no rio.
O rio que atravessava aquela vila já levara a vida a demasiadas mulheres ao longo dos tempos, incluindo, recentemente, a melhor amiga da sua filha. Desde então, Nel vivia ainda mais determinada a encontrar respostas.
Agora, é ela que aparece morta.
Sem vestígios de crime, tudo aponta para que Nel se tenha suicidado no rio. Mas poucos dias antes da sua morte, ela deixara uma mensagem à irmã, Jules, num tom de voz urgente e assustado. Estaria Nel a temer pela sua vida?
Que segredos escondem aquelas águas?
Para descobrir a verdade, Jules ver-se-á forçada a enfrentar recordações e medos terríveis há muito submersos naquele rio de águas calmas, que a morte da irmã vem trazer à superfície.

Um livro profundamente original e surpreendente sobre as formas devastadoras que o passado encontra para voltar a assombrar-nos no presente. Paula Hawkins confirma, de forma triunfal, a sua mestria no entendimento dos instintos humanos, numa história com tanta ou maior intensidade do que A Rapariga no Comboio.

Sobre a autora:
Paula Hawkins foi jornalista na área financeira durante quinze anos, antes de se dedicar inteiramente à escrita de ficção. Nascida e criada no Zimbabué, mudou-se para Londres em 1989, onde vive atualmente.

A Rapariga no Comboio é a sua primeira obra, que imediatamente se tornou um verdadeiro fenómeno mundial, com cerca de 20 milhões de livros vendidos em todo o mundo.
O filme, produzido pela Dreamworks, estreou em outubro de 2016.

Com a mesma intensidade que cativou milhões de leitores de todo o mundo com o seu romance de estreia A Rapariga no Comboio, Paula Hawkins apresenta agora uma história perturbadora, imprevisível e complexa, passada numa pequena localidade ribeirinha. Quando os corpos de uma mãe solteira e da sua filha adolescente aparecem no fundo do rio, com poucas semanas de intervalo, a investigação subsequente descobre uma história labiríntica.

Tal como em A Rapariga no Comboio, o novo romance de Paula Hawkins, Escrito na Água, apoia-se na forte consciência do que são os instintos humanos e do mal que estes podem causar.

"A Rapariga no Comboio" de Paula Hawkins (opinião)

Ando a tornar-me numa fã de policiais. Bem, livros com mistério, com muito suspense e algum thriller.
Nete caso específico, lida a sinopse, como poderia resistir à leitura?
A história prometia. As viagens de comboio são mágicas. Janelas que se abrem para a vida de outros. Vidas que se espreitam, que se imaginam. E os parceiros habituais do percurso, estranhos que não são estranhos, mas que são desconhecidos? As viagens de comboio dão pano para mangas! E Paula Hawkins soube aproveitar muito bem este cenário. Juntou-lhe uma personagem principal frágil e descompensada, mais um conjunto de personagens adicionais que completam a trama e um enredo muito bem estudado e apresentado. Resultado? Um livro extraordinário, de leitura compulsiva e bastante desconcertante.

Com um grau de intensidade raramente encontrado na literatura, a autora tem-nos nas mãos desde o primeiro capítulo. Ela consegue manipular o nosso pensamento, influenciando a nossa opinião a seu bel prazer. Foi esta personagem? Foi aquela? O que aconteceu realmente?

Gosto da forma como o livro está escrito. À laia de diário de cada uma das personagens, que ao invés de nos esclarecerem algumas dúvidas, ainda nos baralham mais o sistema. E ao fim e ao cabo, ao conhecermos melhor as personagens principais, também chegamos à conclusão que nem sempre o que parece é.


Muito bom mesmo! É uma leitura que recomendo sem hesitações. Vai direto para o meu top de policiais e fico ansiosamente a aguardar o lançamento do filme! 

Em destaque: "A Rapariga no Comboio" de Paula Hawkins

O êxito de vendas mais rápido de sempre. O livro que vai mudar para sempre o modo como vemos a vida dos outros.

Todos os dias, Rachel apanha o comboio...
No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.
Até que um dia... 
Rachel assiste a algo errado com o casal... É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada. Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos.

De leitura compulsiva, este é o thriller do momento, absorvente, perturbador e arrepiante.

Sobre a autora:

Paula Hawkins foi jornalista na área financeira durante quinze anos, antes de se dedicar inteiramente à escrita de ficção. Nascida e criada no Zimbabué, mudou-se para Londres em 1989, onde vive atualmente.A Rapariga no Comboio é a sua primeira obra, que imediatamente se tornou um verdadeiro fenómeno mundial, com mais de 2 milhões de livros vendidos em apenas 3 meses e já em processo de adaptação ao cinema pelos estúdios Dreamworks. A Topseller irá publicar a sua próxima obra, que já está a ser escrita, em 2016.

Comece a ler as primeiras páginas aqui.