Não peguei nele mais cedo por sinceramente não me apetecia ler mais um livro sobre a Segunda Guerra Mundial, apesar do tema me agradar bastante. Mas estava numa fase pós-férias, cheia de trabalho, em que não me apetecia sequer ler. Ao vê-lo na estante, decidi pegar-lhe, apesar de como disse anteriormente, não me apetecer ler sobre este tema. Ainda bem que o fiz, pois de imediato me senti cativada e saltei fora do marasmo literário em que me encontrava.
Opinião: "Uma Rapariga Judia em Paris" de Melanie Levensohn
Não peguei nele mais cedo por sinceramente não me apetecia ler mais um livro sobre a Segunda Guerra Mundial, apesar do tema me agradar bastante. Mas estava numa fase pós-férias, cheia de trabalho, em que não me apetecia sequer ler. Ao vê-lo na estante, decidi pegar-lhe, apesar de como disse anteriormente, não me apetecer ler sobre este tema. Ainda bem que o fiz, pois de imediato me senti cativada e saltei fora do marasmo literário em que me encontrava.
Em destaque: "Uma Rapariga Judia em Paris" de Melanie Levensohn
Numa cidade sob ocupação nazi, Judith, uma jovem estudante judia, conhece Christian, por quem se apaixona. Porém, Christian é filho de um banqueiro rico e simpatizante do nazismo, e a sua família nunca aprovará a relação. À medida que os alemães impõem cada vez mais restrições sobre os judeus, Judith é forçada a viver na clandestinidade. O casal planeia então fugir para a Suíça. Mas, pouco antes, Judith desaparece sem deixar rasto.
Montreal, 1982
No leito da morte, Lica Grunberg revela à filha Jacobina que ela tem uma meia-irmã mais velha, Judith, que ele viu pela última vez em Paris antes de sair de França para começar uma nova vida na Roménia. Lica escapou aos nazis, mas perdeu o contacto com Judith, e o seu último desejo é que Jacobina encontre a irmã.
Jacobina demora anos a iniciar a busca, até que é incentivada pela nova amiga Béatrice. Ambas acabam por descobrir um segredo obscuro da família, que abarca dois continentes e seis décadas, e que mudará as suas vidas para sempre.
Sobre a autora:
Melanie Levensohn estudou Literatura e Relações Internacionais em França e no Chile, e obteve o seu mestrado no Instituto de Estudos Políticos de Paris. Tornou-se porta-voz da Organização Mundial da Saúde em Genebra, relatando crises humanitárias. De 2006 a 2013, trabalhou como especialista em comunicações no Banco Mundial, em Washington, D. C. Quando se casou, foi viver para a Califórnia, onde geriu ao longo de dez anos uma propriedade vinícola premiada. Em 2021, a família regressou a Genebra.


