Considerado o mestre do suspense, Musso constrói magistralmente uma trama que se move entre o romance e o thriller, com um fim de tirar o fôlego.
Sinopse:
Nova Iorque, Aeroporto JFK.
Na cheia sala de embarque, um homem e uma mulher chocam, espalhando as suas coisas pelo chão. Depois de uma discussão normal, recuperam os haveres e cada um segue o seu caminho.
Madeline e Jonathan nunca se viram na vida e é improvável que se voltem a encontrar. Mas, ao apanharem as coisas, trocaram inadvertidamente de telemóveis. Quando se apercebem do engano, já estão a dez mil quilómetros um do outro: ela é florista em Paris, ele tem um restaurante em São Francisco.
Não tarda para que os dois cedam à curiosidade, analisando o conteúdo dos telemóveis.
Uma dupla indiscrição, que conduz a uma revelação inesperada: as suas vidas estão ligadas por um segredo que pensavam estar enterrado para sempre...
Sobre o autor:
Guillaume Musso nasceu em 1974 e descobriu a literatura aos dez anos, idade em que decidiu que um dia haveria de escrever romances. É um dos autores mais populares de França, bem como em todos os países onde as suas obras são publicadas.
Inspirado pela cidade de Nova Iorque, onde viveu quando tinha dezanove anos e travou conhecimento com viajantes de todo o mundo, regressou à sua França natal para estudar Ciências Económicas.
Os leitores facilmente notam nos seus livros as marcas que os EUA deixaram nele.
Guillaume Musso divide o seu tempo entre o trabalho como professor num liceu no sul de França e os seus romances.
Críticas da Imprensa:
«Musso confirma o seu talento como um grande contador de histórias.» TV Mag/Le Figaro
«Um escritor firme, muito inteligente, Guillaume Musso continua a fazer grandes romances.» Le Parisien
«Guillaume Musso conhece a arte de fazer as suas narrativas sentimentais com a eficácia dos autores de livros policiais.» L'Express
"A Baronesa" de Hannah Rottschild (opinião)
Escolhi este livro porque não só a autora me interessava (já
havia lido dela o livro “A Improbabilidade do Amor”), como o próprio tema em si
me parecia promissor: a história de Nica Rottschild, uma mulher que supostamente
ouviu uma música em Nova Iorque e que por ela abandonou o marido, cinco filhos
e a fortuna da família, nunca mais olhando para trás.
Mas a história tem muito mais que se lhe diga. Aliás, Nica
Rottschild e a família Rottschild têm muito mais que se lhe diga.
Quando estava na página 60/65, li no Facebook o comentário
de uma leitora que me deixou de pé atrás. “Desisti na página 100!” Confesso que
não estava a sentir-me muito cativada com a leitura, pois a autora começa por
uma abordagem, talvez um pouco cansativa, à história da família Rottschild, mas
esperava que a qualquer momento isso mudasse. E sim, mudou por volta da página
120/130 quando a história começa finalmente a centralizar-se na vida de Nica Rottschild, a
mulher que a todos chocou naquela época.
E quem foi Nica Rottschild?
Realmente não se pode falar de um membro da família Rottschild
sem abordar inicialmente a história da família. Esta família, de origem judaico-alemã,
estabeleceu-se como uma verdadeira dinastia bancária na Europa. Prosperou em
finais do séc. XVIII e atingiu o seu auge no séc. XIX, sendo considerada uma
das famílias mais ricas do mundo. Ainda hoje, os seus tentáculos estendem-se a
diversas áreas como a mineração, bancos, energia, agricultura mista, vinho e
instituições de caridade.
![]() |
| Nica com Thelonious Monk, com quem se dizia ter um relacionamento mais íntimo. Não ficou provado que assim foi. |
É exatamente no início do séc. XIX que, no ramo inglês desta família, nasce Kathleen Annie Pannonica Rottschild, a mais nova de quatro. Em criança foi educada na rigidez do seio familiar, algo que veio com certeza influenciar o seu apetite pela liberdade. Casou, como era esperado, com um Barão francês, Jules de Koenigswarter, de quem
teve 5 filhos e com quem viveu durante 15 anos. Atravessou o período de guerra
na Europa enviando os seus filhos para local seguro nos EUA, e contribuiu para
o esforço militar como parte clandestina do exército francês ao lado do seu
marido.
![]() |
| Nica com Charlie Mingus |
Após isto, creio que a rotineira realidade de esposa de um barão não cairia
muito bem a qualquer mulher, pelo que não foi surpresa alguma quando abandonou marido e filhos e se instalou em Nova Iorque, assumindo-se como
patrona de alguns nomes do jazz, tendo ajudado inúmeros talentos a se afirmarem. Entre eles
destacam-se os nomes de Thelonious Monk e Charlie Parker.
![]() |
| Nica com Sidney Bechet, Russell Moore e Miles Davis. |
Não
creio que a autora tenha contemplado fazer uma verdadeira biografia desta
senhora, sua tia-avó. Ou pelo menos, não creio que ela o tenha conseguido a 100%.
Talvez por dificuldades na obtenção de informações (é sabido que os Rottschild tinham
por hábito destruir informações sobre os seus membros familiares – diários,
registos médicos, etc), ou pelo facto de ter sido considerado um escândalo no
seio familiar e falar disso não ser “de bom tom”… O
que sei é que Hannah Rottschild conseguiu suscitar-me uma grande curiosidade
sobre a família Rottschild, para além de me deliciar com os pormenores musicais
deste seu livro. Não foram poucas as vezes que fui ouvir este ou aquele tema de
Thelonious Monk ou de Charlie Parker, para perceber melhor do que se falava.
Como sou fã de jazz, foi ouro sobre azul. ;)
Não
é uma leitura para todos, mas por diversas razões, uma leitura muito interessante.
Gostei imenso.
Em destaque: "Um Verão em Veneza" de Nicky Pellegrino
Um verão roubado.
Uma cidade única.
Dez segredos para
a felicidade.
Sinopse:
Addolorata - mais conhecida como Dolly - sabe que devia sentir-se feliz. Vive em Londres, é apaixonada pelo seu restaurante Little Italy, pelo marido e pela filha pequena. Mas algo não está bem. Dolly parece ter perdido a alegria. A vida familiar caiu na rotina e o restaurante sofre com os sítios da moda. A gota que faz transbordar o copo chega sob a forma de Guy Rochester - um crítico gastronómico influente que arrasa o Little Italy na sua crónica semanal.
Desejosa de aventura e com as duras palavras de Guy na cabeça, Dolly faz o impensável. Deixa Londres, o marido e a filha e parte sozinha para umas férias em que planeia reencontrar a alegria que era tão sua até há pouco… antes de a responsabilidade da vida adulta a sufocar e transformar numa mulher quase irreconhecível.
É em Veneza que conhece a excêntrica Coco, que lhe vai abrir as portas para o modo de vida veneziano. Enfeitiçada pela cidade, pelos seus labirintos de canais, pontes e piazzas, e arrebatada pelas iguarias de fazer crescer água na boca, Dolly decide ficar até ao final do verão. Na sua busca pelos prazeres mais simples da vida, elabora uma lista das dez coisas que a deixam mais feliz. Mas haverá algum lugar nessa lista para aquilo que deixou para trás?
Uma exuberante fusão de cores e sabores pela mão exímia de Nicky Pellegrino, uma das escritoras mais queridas das leitoras portuguesas.
Sobre a autora:
Nicky Pellegrino nasceu em Liverpool, filha de mãe inglesa e de um italiano apaixonado pela gastronomia do seu país. Esse fascínio pela culinária foi herdado por Nicky, que transpõe para as suas obras de ficção verdadeiros festins de aromas e sabores, que aguçam o apetite de tão vívidos. A viver atualmente na Nova Zelândia, com o marido, dois cães e dois cavalos, Nicky dedica o seu tempo ao jornalismo em regime freelance e à escrita de romances. Os seus livros foram já traduzidos para doze línguas.
Uma cidade única.
Dez segredos para
a felicidade.
Sinopse:
Addolorata - mais conhecida como Dolly - sabe que devia sentir-se feliz. Vive em Londres, é apaixonada pelo seu restaurante Little Italy, pelo marido e pela filha pequena. Mas algo não está bem. Dolly parece ter perdido a alegria. A vida familiar caiu na rotina e o restaurante sofre com os sítios da moda. A gota que faz transbordar o copo chega sob a forma de Guy Rochester - um crítico gastronómico influente que arrasa o Little Italy na sua crónica semanal.
Desejosa de aventura e com as duras palavras de Guy na cabeça, Dolly faz o impensável. Deixa Londres, o marido e a filha e parte sozinha para umas férias em que planeia reencontrar a alegria que era tão sua até há pouco… antes de a responsabilidade da vida adulta a sufocar e transformar numa mulher quase irreconhecível.
É em Veneza que conhece a excêntrica Coco, que lhe vai abrir as portas para o modo de vida veneziano. Enfeitiçada pela cidade, pelos seus labirintos de canais, pontes e piazzas, e arrebatada pelas iguarias de fazer crescer água na boca, Dolly decide ficar até ao final do verão. Na sua busca pelos prazeres mais simples da vida, elabora uma lista das dez coisas que a deixam mais feliz. Mas haverá algum lugar nessa lista para aquilo que deixou para trás?
Uma exuberante fusão de cores e sabores pela mão exímia de Nicky Pellegrino, uma das escritoras mais queridas das leitoras portuguesas.
Sobre a autora:
Nicky Pellegrino nasceu em Liverpool, filha de mãe inglesa e de um italiano apaixonado pela gastronomia do seu país. Esse fascínio pela culinária foi herdado por Nicky, que transpõe para as suas obras de ficção verdadeiros festins de aromas e sabores, que aguçam o apetite de tão vívidos. A viver atualmente na Nova Zelândia, com o marido, dois cães e dois cavalos, Nicky dedica o seu tempo ao jornalismo em regime freelance e à escrita de romances. Os seus livros foram já traduzidos para doze línguas.
Feira do Livro - Vales de Desconto da Porto Editora
Começa amanhã e vai até ao próximo dia 13 de junho. :)
As Leituras da Fernanda, com o gentil apoio da Porto Editora, tem o prazer de disponibilizar para os seus seguidores e amigos vales de desconto de 10€, 15€ e 5€.
Para utilizá-los basta que os imprimam e respeitem as indicações neles impressas.
BOA FEIRA DO LIVRO 2016! :)
Em destaque: "A Incrível Viagem de Arthur Pepper" de Phaedra Patrick
Repleta de personagens inesquecíveis e episódios memoráveis, A Incrível Viagem de Arthur Pepper é uma história imperdível sobre o despertar para as possibilidades infinitas da vida.
Sinopse:
Arthur Pepper, de 69 anos, leva uma vida simples e rotineira, como quando a sua mulher, Miriam, era viva. Levanta-se às 7h30, rega a sua planta Frederica e vai tratar do jardim. O dia a dia de Arthur corre como deve ser. Sem surpresas. Sem sobressaltos. Até que no primeiro aniversário da morte da mulher, tudo muda.
Ele encontra no meio dos pertences de Miriam uma pulseira que não se recorda de ter visto antes. Uma pulseira com oito berloques diferentes, cada um mais misterioso do que o outro. Num deles encontra até um número de telefone. Intrigado, Arthur resolve telefonar e descobrir a quem pertence aquele número. As revelações que se seguem vão lançá-lo numa jornada surpreendente.
De Londres a Paris, cidades que nunca imaginou visitar, Arthur irá fazer novas e fascinantes descobertas não só sobre a sua mulher, mas também sobre si próprio. Encantador e comovente, mordaz e cheio de humor, este romance é ideal para leitoras de ficção romântica.
Sobre a autora:
Phaedra Patrick já teve muitas profissões: foi empregada de mesa, designer de vitrais, participou na organização de festivais de cinema e trabalhou em comunicação.
Desde sempre desejou dedicar-se à escrita. Começou por participar em diversos concursos de contos, através dos quais ganhou algum sucesso no meio literário. Hoje escreve a tempo inteiro.
Saiba mais sobre a autora em www.phaedra-patrick.com
Sinopse:
Arthur Pepper, de 69 anos, leva uma vida simples e rotineira, como quando a sua mulher, Miriam, era viva. Levanta-se às 7h30, rega a sua planta Frederica e vai tratar do jardim. O dia a dia de Arthur corre como deve ser. Sem surpresas. Sem sobressaltos. Até que no primeiro aniversário da morte da mulher, tudo muda.
Ele encontra no meio dos pertences de Miriam uma pulseira que não se recorda de ter visto antes. Uma pulseira com oito berloques diferentes, cada um mais misterioso do que o outro. Num deles encontra até um número de telefone. Intrigado, Arthur resolve telefonar e descobrir a quem pertence aquele número. As revelações que se seguem vão lançá-lo numa jornada surpreendente.
De Londres a Paris, cidades que nunca imaginou visitar, Arthur irá fazer novas e fascinantes descobertas não só sobre a sua mulher, mas também sobre si próprio. Encantador e comovente, mordaz e cheio de humor, este romance é ideal para leitoras de ficção romântica.
Sobre a autora:
Phaedra Patrick já teve muitas profissões: foi empregada de mesa, designer de vitrais, participou na organização de festivais de cinema e trabalhou em comunicação.
Desde sempre desejou dedicar-se à escrita. Começou por participar em diversos concursos de contos, através dos quais ganhou algum sucesso no meio literário. Hoje escreve a tempo inteiro.
Saiba mais sobre a autora em www.phaedra-patrick.com
Em destaque: "Acasos Felizes" de Suzanne Nelson
Três vidas.
Três histórias marcadas pelo sofrimento.
Três destinos alterados para sempre por um par de sapatos.
Sinopse:
Dalya é filha de um sapateiro e vive em Berlim, na década de 1930. Apesar de ter apenas 15 anos, sabe que o seu destino é seguir as pisadas do pai e tornar-se também ela criadora de sapatos. Mas quando Dalya é levada para um campo de concentração com a família, a sua vida muda para sempre, e vê-se obrigada a deixar para trás tudo aquilo que conhece bem como um lindo par de sapatos, o primeiro feito por si.
Esses sapatos fazem uma viagem no espaço e no tempo até aos dias de hoje, indo parar a uma loja de artigos em segunda mão. Nesta loja entram Ray e Pinny, duas raparigas que não podiam ser mais diferentes uma da outra: Ray é órfã, vive numa instituição, mas sonha fugir para Nova Iorque, e Pinny é uma otimista incurável, pois acredita que, apesar de ter síndrome de Down, isso não a impedirá de concretizar os seus sonhos.
Um único par de sapatos cor-de-rosa irá unir estas três vidas, marcadas pela perda, numa história de coragem, amor e memórias e dos acasos felizes que nos interligam a todos.
Sobre a autora:
Suzanne Nelson sempre sonhou ser escritora. Depois de anos a trabalhar como editora de livros infanto juvenis em Nova Iorque, mudou-se para o Connecticut, com o marido e os seus três filhos, e passou a dedicar-se à escrita. Conta já com vários livros publicados.
Saiba mais em www.suzannenelson.com.
Três histórias marcadas pelo sofrimento.
Três destinos alterados para sempre por um par de sapatos.
Sinopse:
Dalya é filha de um sapateiro e vive em Berlim, na década de 1930. Apesar de ter apenas 15 anos, sabe que o seu destino é seguir as pisadas do pai e tornar-se também ela criadora de sapatos. Mas quando Dalya é levada para um campo de concentração com a família, a sua vida muda para sempre, e vê-se obrigada a deixar para trás tudo aquilo que conhece bem como um lindo par de sapatos, o primeiro feito por si.
Esses sapatos fazem uma viagem no espaço e no tempo até aos dias de hoje, indo parar a uma loja de artigos em segunda mão. Nesta loja entram Ray e Pinny, duas raparigas que não podiam ser mais diferentes uma da outra: Ray é órfã, vive numa instituição, mas sonha fugir para Nova Iorque, e Pinny é uma otimista incurável, pois acredita que, apesar de ter síndrome de Down, isso não a impedirá de concretizar os seus sonhos.
Um único par de sapatos cor-de-rosa irá unir estas três vidas, marcadas pela perda, numa história de coragem, amor e memórias e dos acasos felizes que nos interligam a todos.
Sobre a autora:
Suzanne Nelson sempre sonhou ser escritora. Depois de anos a trabalhar como editora de livros infanto juvenis em Nova Iorque, mudou-se para o Connecticut, com o marido e os seus três filhos, e passou a dedicar-se à escrita. Conta já com vários livros publicados.
Saiba mais em www.suzannenelson.com.
Em destaque: "Somos todos feitos de estrelas" de Rowan Coleman
Se pudesse deixar uma carta a despedir-se de quem mais ama?
O que escreveria?
Sinopse:
Noite após noite, Stella Carey, enfermeira num centro de cuidados paliativos, dedica-se a escrever cartas de despedida em nome de doentes, contendo desejos finais e, muitas vezes, segredos guardados ao longo de uma vida, prometendo enviá-las aos seus entes queridos após a sua morte.
Ninguém sabe que o casamento de Stella está prestes a desmoronar-se. O seu marido, Vincent, regressou da guerra marcado física e psicologicamente, e já não é o mesmo homem por quem se apaixonara. As noites dão a Stella a tranquilidade que não encontra em casa e a esperança de poder fazer a diferença na vida dos seus doentes através das cartas que escreve.
Até que, um dia, Stella escreve uma carta que contém uma revelação capaz de mudar o rumo de uma vida, e sente o dever de a enviar quanto antes para conceder a alguém uma última oportunidade de reconciliação e de um final feliz.
Sobre a autora:
Rowan Coleman é autora bestseller do Sunday Times e do New York Times. Além de tentar acompanhar o crescimento dos filhos e as aventuras de uma família alargada, Rowan dedica-se à escrita, sendo autora de mais de uma dezena de romances.
Os seus livros já foram traduzidos em países como Alemanha, França, Itália, Polónia, Rússia, Sérvia ou Turquia. O seu romance The Memory Book foi selecionado para o Richard and Judy Book Club, e Runaway Wife foi o romance vencedor do Best Romantic Read 2012.
Saiba mais sobre a autora em www.rowancoleman.co.uk.
O que escreveria?
Sinopse:
Noite após noite, Stella Carey, enfermeira num centro de cuidados paliativos, dedica-se a escrever cartas de despedida em nome de doentes, contendo desejos finais e, muitas vezes, segredos guardados ao longo de uma vida, prometendo enviá-las aos seus entes queridos após a sua morte.
Ninguém sabe que o casamento de Stella está prestes a desmoronar-se. O seu marido, Vincent, regressou da guerra marcado física e psicologicamente, e já não é o mesmo homem por quem se apaixonara. As noites dão a Stella a tranquilidade que não encontra em casa e a esperança de poder fazer a diferença na vida dos seus doentes através das cartas que escreve.
Até que, um dia, Stella escreve uma carta que contém uma revelação capaz de mudar o rumo de uma vida, e sente o dever de a enviar quanto antes para conceder a alguém uma última oportunidade de reconciliação e de um final feliz.
Sobre a autora:
Rowan Coleman é autora bestseller do Sunday Times e do New York Times. Além de tentar acompanhar o crescimento dos filhos e as aventuras de uma família alargada, Rowan dedica-se à escrita, sendo autora de mais de uma dezena de romances.
Os seus livros já foram traduzidos em países como Alemanha, França, Itália, Polónia, Rússia, Sérvia ou Turquia. O seu romance The Memory Book foi selecionado para o Richard and Judy Book Club, e Runaway Wife foi o romance vencedor do Best Romantic Read 2012.
Saiba mais sobre a autora em www.rowancoleman.co.uk.
"Maria" de Rodrigo Alvarez (opinião)
«Maria, é para muitos a mulher que se transformou em exemplo
de bondade, maternidade e, mais do que tudo, da palavra mulher.»
É assim que Rodrigo Alvarez termina a biografia da mulher
que deu à luz Cristo, dividindo a História em antes e depois.
Mas o trabalho que este jornalista brasileiro levou a cabo
não foi pêra doce. De forma a conseguir reconstituir os passos desta icónica personagem,
o autor teve de recorrer a imensas e variadíssimas fontes, muitas vezes
contraditórias, como os próprios textos bíblicos ou documentos históricos,
pesquisas arqueológicas e até relatos não reconhecidos pela Igreja Católica.
O resultado, no entanto, é magnífico. Rodrigo consegue pintar uma imagem quase real de Maria, e explicar-nos o caminho que o seu nome percorreu para que, mais de 400 anos depois da morte de Jesus, tenha passado a ser exaltada como a Mãe de Deus.
É uma leitura muito interessante para todos os que têm
curiosidade sobre a vida de Maria. Cristãos e não só. Os relatos históricos são
fantásticos. Trazendo até nós, curiosidades sobre diversos períodos da
História, desde a antiguidade até aos dias de hoje.
Com esta leitura fiquei a conhecer um pouco
mais sobre o nascimento da Igreja Católica e também
sobre a Reforma Protestante. Já para não falar nas diversas aparições da Virgem por todo o mundo, como as da Nossa Senhora de Guadalupe, em Tepeyac a noroeste
da Cidade do México, da Nossa Senhora de Lourdes, em França, e da Nossa Senhora
de Fátima, em Portugal.
Muito bom.
Para mais informações sobre o livro ou sobre o autor, ou até começar a ler as primeiras páginas, convido-vos a visitar a página do livro no site da Porto Editora » aqui.
Podem também adquirir o livro na Wook com um desconto de 10% e portes grátis.
Podem também adquirir o livro na Wook com um desconto de 10% e portes grátis.
Em destaque: "O Assassínio de Cinderela" de Mary Higgins Clark e Alafair Burke
Sinopse:
Laurie Moran, produtora televisiva, está delirante com o sucesso do seu programa Sob Suspeita. Além do mais, este programa, que recria casos por resolver, ajudou a solucionar um homicídio logo no primeiro episódio.
Agora, Laurie tem o caso ideal para o seu próximo programa: o Homicídio de Cinderella. Quando a bonita estudante universitária Susan Dempsey foi encontrada morta, o caso levantou muitas perguntas. Porque estava o seu carro estacionado a quilómetros do seu corpo? Teria chegado a aparecer para a audição combinada em casa de um realizador? Porque quererá o namorado de Susan esquivar-se a perguntas sobre a relação deles? E porque faltava um sapato a Susan quando o seu corpo foi encontrado? Laurie sabe que este caso vai dar um excelente programa, especialmente porque os suspeitos pertencem à elite de Hollywood e do mundo da tecnologia.
O suspense e o drama são perfeitos para o pequeno ecrã, mas estará o assassino de Cinderela pronto para um grande plano?
Sobre as autoras:
Mary Higgins Clark é autora de mais de trinta romances que obtiveram um êxito assinalável, tendo vendido mais de 150 milhões de exemplares dos seus livros em todo o mundo. Foi secretária e hospedeira, mas depois de se casar dedicou-se à escrita. Com a morte prematura do marido, que a deixou com cinco filhos pequenos, a autora investiu na escrita de guiões para rádio e, depois, nos romances. Rapidamente se tornou um dos grandes nomes da literatura de suspense, conquistando os tops de vendas, a crítica e os fãs. Foi eleita Grand Master dos Edgar Awards 2000 pela Mystery Writers of America, que também lançou um prémio anual com o seu nome. Já foi presidente da Mystery Writers of America, bem como do International Crime Congress.
Alafair Burke é autora best-seller de mais de uma dúzia de livros. Antiga advogada de acusação, é hoje professora de direito criminal em Manhattan.
Saiba mais sobre a autora em http://alafairburke.com/
Laurie Moran, produtora televisiva, está delirante com o sucesso do seu programa Sob Suspeita. Além do mais, este programa, que recria casos por resolver, ajudou a solucionar um homicídio logo no primeiro episódio.
Agora, Laurie tem o caso ideal para o seu próximo programa: o Homicídio de Cinderella. Quando a bonita estudante universitária Susan Dempsey foi encontrada morta, o caso levantou muitas perguntas. Porque estava o seu carro estacionado a quilómetros do seu corpo? Teria chegado a aparecer para a audição combinada em casa de um realizador? Porque quererá o namorado de Susan esquivar-se a perguntas sobre a relação deles? E porque faltava um sapato a Susan quando o seu corpo foi encontrado? Laurie sabe que este caso vai dar um excelente programa, especialmente porque os suspeitos pertencem à elite de Hollywood e do mundo da tecnologia.
O suspense e o drama são perfeitos para o pequeno ecrã, mas estará o assassino de Cinderela pronto para um grande plano?
Sobre as autoras:
Mary Higgins Clark é autora de mais de trinta romances que obtiveram um êxito assinalável, tendo vendido mais de 150 milhões de exemplares dos seus livros em todo o mundo. Foi secretária e hospedeira, mas depois de se casar dedicou-se à escrita. Com a morte prematura do marido, que a deixou com cinco filhos pequenos, a autora investiu na escrita de guiões para rádio e, depois, nos romances. Rapidamente se tornou um dos grandes nomes da literatura de suspense, conquistando os tops de vendas, a crítica e os fãs. Foi eleita Grand Master dos Edgar Awards 2000 pela Mystery Writers of America, que também lançou um prémio anual com o seu nome. Já foi presidente da Mystery Writers of America, bem como do International Crime Congress.
Alafair Burke é autora best-seller de mais de uma dúzia de livros. Antiga advogada de acusação, é hoje professora de direito criminal em Manhattan.
Saiba mais sobre a autora em http://alafairburke.com/
"Vidas Esquecidas" de Diane Chamberlain (opinião)
Desde que li o primeiro livro de Diana Chamberlain, não a perdi de vista. Este "Vidas Esquecidas" é o terceiro que leio, e achei-o tão empolgante e emocionante, se não mais, do que os anteriores.
Mas desta vez achei-o mais poderoso, quase que provocador. É que a autora inspirou-se num tema bastante controverso e sobre o qual eu não fazia a mínima ideia. O termo eugenia (eugenics em inglês), para quem não sabe, foi criado em finais do séc. XIX pelo antropólogo inglês Francis Galton para definir "o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente".
Galton, primo de Darwin, foi influenciado pelo conceito do processo natural de seleção, achando que o Homem poderia aprimorar a população humana através de um processo de seleção artificial, quer através de casamentos seletivos, quer mais tarde por um processo de esterilização seletiva.
Este novo conceito foi rapidamente difundido por todo o mundo, chegando a ser implementado em diversos países durante bastante tempo.
Nos E.U.A. no início do séc. XX, o estado de Indiana foi o primeiro a legalizar a esterilização coerciva, seguido de imediato por outros 27 estados. Ao abrigo desta medida, julga-se terem sido esterilizadas por determinação legal, cerca de 118.000 pessoas. Os brancos, negros e judeus mais pobres, e normalmente alvo de contribuições sociais, eram considerados como ociosos, imorais, incultos, promíscuos, portadores de "debilidade mental" ou de outra doença do foro psicológico, sendo essas as razões apresentadas perante a comissão do estado, para que se avançasse com o processo de esterilização. A grande maioria das esterilizações eram efetuadas em crianças e jovens, com idades a rondar os 14 anos, e sem o conhecimento dos mesmos. E claro, que na grande maioria dos casos as razões apresentadas eram totalmente inverosímeis.
Voltando ao livro, a autora pega então neste tema tão revoltante e controverso, e cria a história de duas jovens. Uma, recém casada, que inicia a sua vida profissional como assistente social. A outra, um pouco mais jovem, oriunda de uma família pobre, e obviamente alvo de uma iminente esterilização coerciva. A assistente social que se vê perante este assalto à dignidade humana, e cuja responsabilidade lhe é entregue nas mãos, tentará ao máximo ajudar aquela família, vindo então a descobrir uma verdade ainda mais complexa e terrível que a faz abandonar todas as suas convições e seguir o seu sentido de obrigação moral. Fenomenal!
Adorei. Um livro poderoso que me fez investigar mais sobre este assunto, que é ainda tema recorrente nos EUA, visto que o processo de indemnização às vítimas ainda está ativo.
Recomendo entusiasticamente a leitura deste "Vidas Esquecidas", para que não se esqueçam os erros cometidos.
Para mais informações sobre este assunto podem visitar o site: http://www.wral.com/news/state/nccapitol/story/9761898/
Mas desta vez achei-o mais poderoso, quase que provocador. É que a autora inspirou-se num tema bastante controverso e sobre o qual eu não fazia a mínima ideia. O termo eugenia (eugenics em inglês), para quem não sabe, foi criado em finais do séc. XIX pelo antropólogo inglês Francis Galton para definir "o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente".
Galton, primo de Darwin, foi influenciado pelo conceito do processo natural de seleção, achando que o Homem poderia aprimorar a população humana através de um processo de seleção artificial, quer através de casamentos seletivos, quer mais tarde por um processo de esterilização seletiva.
Este novo conceito foi rapidamente difundido por todo o mundo, chegando a ser implementado em diversos países durante bastante tempo.
![]() |
| Parte de um folheto a favor da Esterilização Selectiva. |
Nos E.U.A. no início do séc. XX, o estado de Indiana foi o primeiro a legalizar a esterilização coerciva, seguido de imediato por outros 27 estados. Ao abrigo desta medida, julga-se terem sido esterilizadas por determinação legal, cerca de 118.000 pessoas. Os brancos, negros e judeus mais pobres, e normalmente alvo de contribuições sociais, eram considerados como ociosos, imorais, incultos, promíscuos, portadores de "debilidade mental" ou de outra doença do foro psicológico, sendo essas as razões apresentadas perante a comissão do estado, para que se avançasse com o processo de esterilização. A grande maioria das esterilizações eram efetuadas em crianças e jovens, com idades a rondar os 14 anos, e sem o conhecimento dos mesmos. E claro, que na grande maioria dos casos as razões apresentadas eram totalmente inverosímeis.
![]() |
| Exemplo de um pedido para a esterilização de uma mulher. |
Após a eugenia nazi o entusiasmo por este conceito diminuiu consideravelmente por todo o mundo, no entanto, o estado da Carolina do Norte foi um dos últimos a abandonar a prática, sendo que a última esterilização coesiva legal foi efetuada em 1974.
Voltando ao livro, a autora pega então neste tema tão revoltante e controverso, e cria a história de duas jovens. Uma, recém casada, que inicia a sua vida profissional como assistente social. A outra, um pouco mais jovem, oriunda de uma família pobre, e obviamente alvo de uma iminente esterilização coerciva. A assistente social que se vê perante este assalto à dignidade humana, e cuja responsabilidade lhe é entregue nas mãos, tentará ao máximo ajudar aquela família, vindo então a descobrir uma verdade ainda mais complexa e terrível que a faz abandonar todas as suas convições e seguir o seu sentido de obrigação moral. Fenomenal!
Adorei. Um livro poderoso que me fez investigar mais sobre este assunto, que é ainda tema recorrente nos EUA, visto que o processo de indemnização às vítimas ainda está ativo.
Recomendo entusiasticamente a leitura deste "Vidas Esquecidas", para que não se esqueçam os erros cometidos.
Para mais informações sobre este assunto podem visitar o site: http://www.wral.com/news/state/nccapitol/story/9761898/
Em destaque: "O Livro dos Baltimore" de Joël Dicker
Sinopse:
Até ao dia do Drama, existiam dois ramos da família Goldman: os de Baltimore e os de Montclair.
O ramo de Baltimore, próspero e bafejado pela sorte, mora numa luxuosa mansão e encarna a imagem da elite americana. Já os Goldman de Montclair são uma típica família de classe média e vivem numa casa banal em Nova Jérsia. Tudo isto se transforma com o Drama.
Movido pelas memórias felizes dos tempos áureos de Baltimore, Marcus Goldman procura descobrir o que se passou no dia do Drama, que mudaria para sempre o destino da família.
O que aconteceu realmente aos Goldman de Baltimore?
Sobre o autor:
Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985. A verdade sobre o caso Harry Quebert é o seu segundo romance, com o qual arrecadou vários prémios: Prix de la Vocation Bleustein-Blanchet, o Grande Prémio do Romance da Academia Francesa, o Prémio Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para Melhor Romance em língua francesa. O seu primeiro romance, Les derniers jours de nos pères, venceu o Prémio dos Escritores de Genève.
Até ao dia do Drama, existiam dois ramos da família Goldman: os de Baltimore e os de Montclair.
O ramo de Baltimore, próspero e bafejado pela sorte, mora numa luxuosa mansão e encarna a imagem da elite americana. Já os Goldman de Montclair são uma típica família de classe média e vivem numa casa banal em Nova Jérsia. Tudo isto se transforma com o Drama.
Movido pelas memórias felizes dos tempos áureos de Baltimore, Marcus Goldman procura descobrir o que se passou no dia do Drama, que mudaria para sempre o destino da família.
O que aconteceu realmente aos Goldman de Baltimore?
Sobre o autor:
Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985. A verdade sobre o caso Harry Quebert é o seu segundo romance, com o qual arrecadou vários prémios: Prix de la Vocation Bleustein-Blanchet, o Grande Prémio do Romance da Academia Francesa, o Prémio Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para Melhor Romance em língua francesa. O seu primeiro romance, Les derniers jours de nos pères, venceu o Prémio dos Escritores de Genève.
Em destaque: "Gosto de Gostar" de Helena Sacadura Cabral
«Gosto de gostar dos meus filhos, gosto de gostar dos meus amigos, gosto de gostar do meu trabalho, até gosto de gostar de mim. Enfim, "gostar de gostar" é, de facto, muito mais do que gostar.»
Sinopse:
Sol numa manhã de Outono, o cheiro a alfazema das gavetas das nossas avós, uma tarde entre amigos, o calor da família. Pessoas, lugares, canções, perfumes, recordações: são inúmeras as coisas de que gostamos de gostar e que tornam as nossas vidas mais plenas.
É de como "gostar de gostar" preenche a nossa vida que Helena Sacadura Cabral fala nestas páginas.
Sobre a autora:
Helena Sacadura Cabral é licenciada em Economia, tendo obtido o prémio para o melhor aluno do Instituto Superior de ciências Económicas e Financeiras. Desempenhou vários lugares de chefia na Administração Pública, tendo sido a primeira mulher a ser admitida nos quadros técnicos do Banco de Portugal. Além de colunista de diversos jornais e revistas, mantém colaboração regular em televisão. Autora de duas dezenas de livros, concilia ainda a participação activa com a atualização dos seus quatros blogues.
Sinopse:
Sol numa manhã de Outono, o cheiro a alfazema das gavetas das nossas avós, uma tarde entre amigos, o calor da família. Pessoas, lugares, canções, perfumes, recordações: são inúmeras as coisas de que gostamos de gostar e que tornam as nossas vidas mais plenas.
É de como "gostar de gostar" preenche a nossa vida que Helena Sacadura Cabral fala nestas páginas.
Sobre a autora:
Helena Sacadura Cabral é licenciada em Economia, tendo obtido o prémio para o melhor aluno do Instituto Superior de ciências Económicas e Financeiras. Desempenhou vários lugares de chefia na Administração Pública, tendo sido a primeira mulher a ser admitida nos quadros técnicos do Banco de Portugal. Além de colunista de diversos jornais e revistas, mantém colaboração regular em televisão. Autora de duas dezenas de livros, concilia ainda a participação activa com a atualização dos seus quatros blogues.
Em destaque: "Irmãs" de Claire Douglas
Uma mentiu. Uma morreu.
Sinopse:
Quando uma das irmãs morre, a outra tem de ser forte para sobreviver Após um acidente trágico, atormentada pela morte da irmã gémea, Abi começa uma nova vida em Bath. Porém, quando conhece os irmãos Bea e Ben, é rapidamente levada para o seu meio privilegiado e perturbante. Quando uma das irmãs mente, tem de esconder o seu segredo a todo o custo Enquanto Abi tenta responder às exigências dos seus amigos instáveis, sucedem-se estranhos acontecimentos – desaparecem cartas importantes e surgem mensagens ameaçadoras. Será obra da bela e caprichosa Bea? Ou estará Abi disposta a tudo para obter atenção?
Quando a verdade vem ao de cima, poderá a irmã sobreviver?
Sobre a autora:
Claire Douglas é jornalista há quinze anos, escreve artigos para revistas femininas e jornais. Quis ser escritora desde os sete anos. Viu o seu sonho finalmente reconhecido quando recebeu o Marie Claire Debut Novel Award com o primeiro romance, Irmãs. Claire Douglas vive em Bath com o marido e os dois filhos.
Citações e Críticas:
«Intenso e claustrofóbico… Perfeito para os fãs de A Rapariga no Comboio.» | Marie Claire
«A tensão sente-se em cada página. Uma leitura compulsiva que nos leva ao limite.» | The Sun
«Assim que terminei a primeira página, soube que não ia conseguir parar de ler.» | Good Housekeeping
«Tão complexo e negro quanto inesquecível.» | Woman and Home
«O enredo deste thriller psicológico notável apressa-nos para o capítulo seguinte.» | Fabulous
Sinopse:
Quando uma das irmãs morre, a outra tem de ser forte para sobreviver Após um acidente trágico, atormentada pela morte da irmã gémea, Abi começa uma nova vida em Bath. Porém, quando conhece os irmãos Bea e Ben, é rapidamente levada para o seu meio privilegiado e perturbante. Quando uma das irmãs mente, tem de esconder o seu segredo a todo o custo Enquanto Abi tenta responder às exigências dos seus amigos instáveis, sucedem-se estranhos acontecimentos – desaparecem cartas importantes e surgem mensagens ameaçadoras. Será obra da bela e caprichosa Bea? Ou estará Abi disposta a tudo para obter atenção?
Quando a verdade vem ao de cima, poderá a irmã sobreviver?
Sobre a autora:
Claire Douglas é jornalista há quinze anos, escreve artigos para revistas femininas e jornais. Quis ser escritora desde os sete anos. Viu o seu sonho finalmente reconhecido quando recebeu o Marie Claire Debut Novel Award com o primeiro romance, Irmãs. Claire Douglas vive em Bath com o marido e os dois filhos.
Citações e Críticas:
«Intenso e claustrofóbico… Perfeito para os fãs de A Rapariga no Comboio.» | Marie Claire
«A tensão sente-se em cada página. Uma leitura compulsiva que nos leva ao limite.» | The Sun
«Assim que terminei a primeira página, soube que não ia conseguir parar de ler.» | Good Housekeeping
«Tão complexo e negro quanto inesquecível.» | Woman and Home
«O enredo deste thriller psicológico notável apressa-nos para o capítulo seguinte.» | Fabulous
Em destaque: "A Baronesa" de Hannah Rothschild
Uma história real.Sinopse:
Nica Rothschild nasceu no seio de uma família rica. Casou com um barão e era mãe de cinco filhos. Parecia destinada a uma vida fácil e convencional. Uma viagem a Nova Iorque mudou tudo. Estava já a caminho do aeroporto quando ouviu uma música tocada por um pianista desconhecido, Thelonious Monk. Nica ouviu a gravação vinte vezes seguidas, perdeu o avião e nunca mais voltou para casa. Acabava de nascer a paixão abrasadora que viria a consumir o resto dos seus dias. Como que enfeitiçada, largou tudo e instalou-se em Nova Iorque. E a cidade rendeu-se. O seu Bentley descapotável passou a ser presença familiar à porta dos clubes de jazz. A visão de Nica a fumar e a beber whisky de uma garrafinha disfarçada de Bíblia era uma constante. Foi deserdada mas a sua influência não conheceu limites.
Quem foi esta mulher que atravessava com o mesmo à-vontade imponentes mansões inglesas e campos de batalha em África, onde trabalhou como motorista e criptógrafa? Que viveu com o mesmo ardor os tempos negros do Holocausto e a fervilhante noite nova-iorquina? Cujo nome ficaria para sempre ligado à vida cultural do século XX? Esta obra - escrita pela sua sobrinha-neta - não é apenas a biografia de uma mulher muito à frente do seu tempo. É um sedutor e inédito vislumbre de um mundo interdito à maioria das pessoas.
O retrato de uma era perdida para sempre.
Sobre a autora:Hannah Rothschild é escritora, realizadora e empresária. Os seus documentários foram exibidos nos canais BBC e HBO, bem como em vários festivais de cinema. Já escreveu argumentos para o realizador Ridley Scott e para a produtora Working Title, e os seus artigos figuram em publicações como a Vanity Fair, The New York Times, Harper’s Bazaar e Vogue, entre outras. Foi recentemente nomeada diretora da National Gallery, sendo a primeira mulher a ocupar o cargo. Integra ainda o conselho de administração da Tate Gallery e de Waddesdon Manor, e é vice-presidente do Hay Literary Festival.
"Eu, Maria Pia" de Diana de Cadaval (opinião)
E neste dia de chuva, termino mais uma leitura. Enquanto Maria Pia se despede do mundo, as gotas na minha janela, escorrem luminosas, banhadas por este sol tímido que, como esta rainha, ousou brilhar num dia de tempestade.
Gostei imenso de conhecer a penúltima rainha de Portugal. Assumindo a coroa com apenas 15 anos, aquando do seu casamento com D. Luís I de Portugal, Maria Pia de Sabóia ficou conhecida como O Anjo da Caridade e Mãe dos Pobres. Fundou inúmeros estabelecimentos de solidariedade social e foi uma rainha atenta às necessidades dos mais pobres e das vítimas de catástrofes nacionais, como foi exemplo as cheias de 1876 ou o calamitoso incêndio do Teatro Baquet, no Porto. Foi igualmente uma mãe extremosa, sendo uma voz ativa na educação dos filhos, coisa que não era propriamente comum nessa época e nos lares mais nobres.
Mas a par e passo com a sua piedade para com os mais necessitados, Maria Pia era também uma rainha exuberante com a sua toilette e decoração das suas casas. Habituada aos luxos de Turim, não se viu rogada a gastos exagerados, rapidamente criticados, tanto no parlamento como na imprensa. Em resposta chegou a proferir uma frase que ficou na história: "Quem quer rainhas, paga-as!»
No final, após o regicídio dos seus filho e neto (D. Carlos e D. Luís Filipe), esta rainha acabou por sucumbir ao desgosto, dando mostras de um início de demência. O golpe final foi talvez o ter sido votada ao exílio aquando da implantação da república em 1910. Morreu um ano depois, em Piemonte (Itália), expressando o desejo de regressar a Portugal para ser enterrada junto dos seus, o que nunca chegou a acontecer.
Diana de Cadaval, a autora, conseguiu trazer esta rainha à vida, e torná-la real aos nossos olhares de leitores, quer através de correspondência trocada com a sua irmã Maria Clotilde, quer através da sua própria voz, na forma de um diário pessoal. Foi a primeira vez que li algo desta autora e gostei muito.
É um livro que recomendo para quem quer saber um pouco mais sobre a História de Portugal, pois não só retrata muitíssimo bem a sociedade da época, como aborda alguns eventos que nos marcaram enquanto povo português.
Gostei imenso de conhecer a penúltima rainha de Portugal. Assumindo a coroa com apenas 15 anos, aquando do seu casamento com D. Luís I de Portugal, Maria Pia de Sabóia ficou conhecida como O Anjo da Caridade e Mãe dos Pobres. Fundou inúmeros estabelecimentos de solidariedade social e foi uma rainha atenta às necessidades dos mais pobres e das vítimas de catástrofes nacionais, como foi exemplo as cheias de 1876 ou o calamitoso incêndio do Teatro Baquet, no Porto. Foi igualmente uma mãe extremosa, sendo uma voz ativa na educação dos filhos, coisa que não era propriamente comum nessa época e nos lares mais nobres.
![]() |
| Maria Pia, aos 15 anos. |
No final, após o regicídio dos seus filho e neto (D. Carlos e D. Luís Filipe), esta rainha acabou por sucumbir ao desgosto, dando mostras de um início de demência. O golpe final foi talvez o ter sido votada ao exílio aquando da implantação da república em 1910. Morreu um ano depois, em Piemonte (Itália), expressando o desejo de regressar a Portugal para ser enterrada junto dos seus, o que nunca chegou a acontecer.Diana de Cadaval, a autora, conseguiu trazer esta rainha à vida, e torná-la real aos nossos olhares de leitores, quer através de correspondência trocada com a sua irmã Maria Clotilde, quer através da sua própria voz, na forma de um diário pessoal. Foi a primeira vez que li algo desta autora e gostei muito.
É um livro que recomendo para quem quer saber um pouco mais sobre a História de Portugal, pois não só retrata muitíssimo bem a sociedade da época, como aborda alguns eventos que nos marcaram enquanto povo português.
"A Livraria dos Finais Felizes" de Katarina Bivald (opinião)
Na minha estante há um cantinho especial para os livros sobre livros, leitores, livrarias, bibliotecas... Falo daqueles livros que enunciam uma série de livros que já lemos, ou que no mínimo já ouvimos falar, que falam dos vários tipos de leitores, da história de uma ou outra livraria, dos problemas com que os aficionados pelos livros se debatem, das manias dos livrólicos, estão a ver? Como não gostar de um livro assim? Nós, leitores, conseguimos nos rever com grande facilidade, já para não falar de que podemos encontrar dicas sobre um livro ou outro que ainda não lemos! ;) Enfim... anda tudo à volta dos livros.
Bem, o título deste livro, "A Livraria dos Finais Felizes", não poderia ser mais sugestivo. E cumpriu o seu objetivo. Conquistou-me de imediato, como provavelmente o fará em relação a todos os livrólicos. E não só, sugestionou como cumpriu. Este é verdadeiramente um livro sobre livros, e sobre o amor aos livros, e sim, claro, sobre o amor e a amizade.
A ação desenrola-se numa pequena cidade no Iowa, E.U.A. Daquelas em que se passa quase sem dar por isso se não estivermos com atenção. Broken Wheel (= roda partida - Adoro o nome!) ganhou o nome por causa da roda de uma caravana que se partiu na altura dos pioneiros. Esses pioneiros que por ali ficaram foram os antepassados dos atuais habitantes desta cidade. E que habitantes tão interessantes! Cada um deles com as suas peculiaridades, problemas, paixões e ódios, hábitos e rotinas.
Ora é mesmo ali no meio que vai cair uma jovem desempregada sueca, Sara, que decidiu ir finalmente conhecer a sua penpal Amy, com quem se correspondia há algum tempo, trocando impressões sobre livros e trocando livros. Daí até ela conseguir abrir uma livraria e pôr aquela gente toda a ler, é que é uma verdadeira aventura! E mais não conto. ;)
Esta foi uma leitura muito divertida e desempoeirada. Adorei todas as referências a livros e autores, claro, e como não podia deixar de ser revi-me um pouco na Sara, cuja paixão pelos livros deixa toda a gente de boca aberta. ;)
Recomendo a todos os livrólicos e também para quem quer uma história divertida sobre livros e pessoas e pessoas e livros. ;)
Bem, o título deste livro, "A Livraria dos Finais Felizes", não poderia ser mais sugestivo. E cumpriu o seu objetivo. Conquistou-me de imediato, como provavelmente o fará em relação a todos os livrólicos. E não só, sugestionou como cumpriu. Este é verdadeiramente um livro sobre livros, e sobre o amor aos livros, e sim, claro, sobre o amor e a amizade.
A ação desenrola-se numa pequena cidade no Iowa, E.U.A. Daquelas em que se passa quase sem dar por isso se não estivermos com atenção. Broken Wheel (= roda partida - Adoro o nome!) ganhou o nome por causa da roda de uma caravana que se partiu na altura dos pioneiros. Esses pioneiros que por ali ficaram foram os antepassados dos atuais habitantes desta cidade. E que habitantes tão interessantes! Cada um deles com as suas peculiaridades, problemas, paixões e ódios, hábitos e rotinas.
Ora é mesmo ali no meio que vai cair uma jovem desempregada sueca, Sara, que decidiu ir finalmente conhecer a sua penpal Amy, com quem se correspondia há algum tempo, trocando impressões sobre livros e trocando livros. Daí até ela conseguir abrir uma livraria e pôr aquela gente toda a ler, é que é uma verdadeira aventura! E mais não conto. ;)
Esta foi uma leitura muito divertida e desempoeirada. Adorei todas as referências a livros e autores, claro, e como não podia deixar de ser revi-me um pouco na Sara, cuja paixão pelos livros deixa toda a gente de boca aberta. ;)
Recomendo a todos os livrólicos e também para quem quer uma história divertida sobre livros e pessoas e pessoas e livros. ;)
Resultado do Passatempo "Príncipe Lestat"
Cá está o resultado do passatempo "Príncipe Lestat" levado a cabo com o gentil apoio do Clube do Autor, a quem muito agradecemos.
Deixo-vos, para já, as respostas corretas às perguntas efetuadas:
Quem é o Príncipe Lestat? É um vampiro.
Complete: "Príncipe Lestat é um romance épico, exuberante e ambicioso que reúne..." "...todos os mundos e seres das lendárias Crónicas do Vampiro."
Qual o livro mais conhecido de Anne Rice? "Entrevista com o vampiro"
A vencedora, apurada de entre um total de 234 participantes considerados válidos, é:
Ana Maria Fernandes Marques
de Lisboa
Muitos parabéns! Irás receber este livrinho em breve na morada que enviaste.
Deixo-vos, para já, as respostas corretas às perguntas efetuadas:
Quem é o Príncipe Lestat? É um vampiro.
Complete: "Príncipe Lestat é um romance épico, exuberante e ambicioso que reúne..." "...todos os mundos e seres das lendárias Crónicas do Vampiro."
Qual o livro mais conhecido de Anne Rice? "Entrevista com o vampiro"
A vencedora, apurada de entre um total de 234 participantes considerados válidos, é:
Ana Maria Fernandes Marques
de Lisboa
Muitos parabéns! Irás receber este livrinho em breve na morada que enviaste.
Em destaque: "Maria" de Rodrigo Alvarez
A biografia de uma das mais importantes mulheres da História Maria: mãe, mulher e, para muitos, santa.
Uma figura histórica incontornável.
A Porto Editora publica, no próximo dia 5 de maio, Maria, a biografia de uma das mais importantes mulheres da História. Escrito por Rodrigo Alvarez, jornalista e correspondente da TV Globo no Médio Oriente (antes foi correspondente nos EUA e escreveu um livro sobre Barack Obama), este é o retrato da mulher que deu à luz Cristo, dividindo a História em antes e depois.
Maria alia o rigor jornalístico a uma profunda investigação histórica, que incluiu o recurso a fontes escritas, como textos bíblicos e relatos não reconhecidos pela Igreja Católica; e inúmeras visitas a lugares sagrados e sítios arqueológicos para traçar o percurso de uma das mais influentes personalidades de que há memória.
Rodrigo Alvarez estará em Lisboa na próxima semana, nos dias 4, 5 e 6 de maio, para contactos com a comunicação social.
Sinopse:
Esta é a biografia de Maria, uma mulher e uma mãe que os católicos acreditam ser santa. O autor visitou lugares sagrados e sítios arqueológicos, consultou textos bíblicos e documentos históricos – incluindo do acervo do Vaticano – e recolheu relatos não reconhecidos pela Igreja Católica. O resultado é um amplo retrato de Maria e a reconstituição dos seus passos – da infância à escolha do marido José, da gravidez controversa à fuga para o Egito, das pregações do filho adolescente ao milagre nas Bodas de Caná, das visões em Guadalupe, às aparições em Lourdes e Fátima.
Sobre o autor:
Rodrigo Alvarez nasceu no Rio de Janeiro e passou os últimos doze anos entre São Paulo, Nova Iorque, São Francisco e Jerusalém, como repórter e correspondente da TV Globo, destacando-se na cobertura do conflito israelo-palestiniano.
É o autor de No país de Obama, que surge na sequência do trabalho de cobertura das eleições norte-americanas de 2008 e o seu segundo livro, Haiti, depois do inferno, baseia-se na sua experiência nesse país após o devastador terramoto de 2009. É ainda o autor do best-seller Aparecida.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


































