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Em destaque: "Foge, Rose, Foge" de Dolly Parton e James Patterson

Um livro feito de perigos e desejos. Cada música conta uma história.

Sinopse:
Rose é uma estrela em ascensão, e canta sobre a vida difícil que ficou para trás. Também está em fuga. Encontra um futuro, larga um passado. Foi para Nashville a fim de reclamar o seu destino. É também ali que a escuridão da qual fugiu pode encontrá-la. E destruí-la.
Foge, Rose, Foge é uma história que apenas a adorada artista número 1 dos Estados Unidos e o escritor mais vendido poderiam ter criado.
Em ascensão e em fuga, uma jovem cantora e compositora chega a Nashville para reclamar o seu destino, mas é também ali que a escuridão da qual fugiu pode encontrá-la e destruí-la.

De uma das reconhecidas estrelas da música americana e do seu maior autor de trhillers chega-nos um livro sobre uma jovem cantora e compositora em ascensão e em fuga, e decidida a fazer o que for preciso para sobreviver.

Sobre os autores:
Dolly Parton é cantora, compositora, atriz, produtora, empresária e filantropa. Compositora de mais de 3000 canções, já vendeu mais de 100 milhões de discos em todo o mundo e doou milhões de livros a crianças através da sua organização sem fins lucrativos, Dolly Parton's Imagination Library.
James Patterson foi agraciado em 2015 com o Literarian Award for Outstanding Service to the American Literary Community, concedido pela National Book Foundation. Detém o recorde mundial do Guinness por ter alcançado mais vezes o primeiro lugar na lista de bestsellers do The New York Times, e já vendeu mais de 375 milhões de exemplares. Defensor incansável do poder dos livros e da leitura, James Patterson fundou uma editora especializada em literatura infantil, a Jimmy Patterson, cuja missão é simples: «Queremos que cada criança termine um livro da Jimmy dizendo: “Por favor, dá-me outro.”»

Opinião: "A Caçadora com Águia" de Aisholpan Nurgaiv com Liz Welch

Li primeiro o livro e vi depois o documentário. E... UAU que coisa extraordinária, a história desta miúda, desta família, deste modo de vida. Aconselho-vos a fazerem o mesmo. E se por acaso já viram o documentário, leiam o livro e voltem a vê-lo. Há pormenores que vos escaparam de certeza!

Aisholpan é uma menina de 13 anos, com um dos mais inacreditáveis sonhos -  ser como todos os homens da sua família, uma caçadora com águia. Mas esse privilégio, entre os cazaques da Mongólia, está reservado apenas aos homens, passando de pais para filhos. No entanto, o pai de Aisholpan, assim como a sua mãe, cientes que a sua filha tem um dom, aceitam quebrar a tradição.

Esta é a história de uma menina que surpreendeu tudo e todos com a sua simplicidade, força de vontade, e otimismo. Toda a gente deveria ler este livro, e ver o documentário. É um testemunho assombroso e uma verdadeira lição de vida. 

Escrito na primeira pessoa, é a voz de Aisholpan que ouvimos quando lemos. Os seus receios, o seu auto controle, a sua maneira de ser e o seu amor e respeito pela natureza, está tudo ali, à flor da pele, e por consequência em cada palavra dela.

Foi um trabalho excecionalmente bem feito, o da jornalista Liz Welch. Conseguiu captar na perfeição a jovem Aisholpan e a aventura a que se propôs. Um trabalho realmente maravilhoso. 

Foi uma leitura que adorei e sobre a qual não parei de falar. Recomendo sem hesitações.

Opinião: "A Casa" de Emma Becker

Emma Becker é uma autora que decidiu escrever um livro diferente. Após completar o curso de Letras na Sorbonne, e movida por uma curiosidade que, segundo ela, sempre a acompanhou, decide introduzir-se no mundo da prostituição, a fim de mais tarde partilhar a sua experiência, em forma de livro. Sendo Francesa, muda-se para a Alemanha, onde a prostituição é legal e existem casas para o efeito, onde grupos de mulheres fazem turnos, oferecendo os seus serviços a troco de dinheiro.

O que me fascinou neste livro foi o facto de a autora ter conseguido afastar-se dos clichés e dos lugares comuns, das opiniões pré-concebidas e fantasiosas, influenciadas pela indústria cinematográfica. Tendo escrito o livro a posteriori, ela deu a si própria o tempo suficiente para se distanciar e escrever com a imparcialidade necessária, mas com o profundo conhecimento que a experiência lhe proporcionou.

Eu estava com algum receio de ler este livro, não só porque não me agradam leituras demasiado visuais e chocantes, como não sou fã da vulgaridade na linguagem escrita (nem na falada!). No entanto, passadas as primeiras páginas, eu percebi que apesar de a autora não hesitar chamar as coisas pelos nomes, afasta-se da vulgaridade, e eu não me senti chocada.

Insere-se então numa primeira casa, chamada de Household, onde logo desde o início não se sente à vontade. Lembremo-nos que o seu objetivo final não era público. Emma seria apenas uma francesa a desempenhar o trabalho de prostituta em Berlim. Mas naquela casa, apesar de não ter sido maltratada pelas colegas, ou explorada pela entidade patronal, ela sente-se algo insegura. Não existe nenhum elo formado entre as mulheres, mas sim uma rivalidade que a entristece. Ali ela demora-se apenas duas semanas e segue caminho.

Descobre então uma outra casa: “A Casa”. Aí ela encontra o seu lugar, e acaba por descobrir que existe uma cumplicidade maravilhosa entre aquelas mulheres. Muitas delas encaram o trabalho de prostituta como um segundo emprego, apenas para completar o ordenado. Chega a ter como colegas três enfermeiras! Não há rivalidades. Cada mulher cumpre as suas tarefas com consciência, tendo a perfeita noção que as que trabalham ao seu lado são suas “irmãs”. Existe uma fraternidade na Casa que Emma não hesita de chamar de mágica, com amizades misteriosamente leais. Mais do que pelo trabalho, ou pela experiência, Emma apaixona-se pelas Mulheres da Casa. Cada uma com as suas características, peculiaridades, gostos e maneiras de ser. O trabalho é como outro qualquer. Elas é que fazem a diferença. Os clientes também aparecem na narrativa, mas apenas para dar forma ao trabalho em si. No entanto, Emma não se coíbe de os analisar igualmente. E aos seus sentimentos.

Senti este romance quase como um estudo sociológico sobre as mulheres com esse trabalho na sociedade contemporânea. E não me arrependo nada de o ter lido. Bem pelo contrário. É uma obra extraordinária, que me deixa curiosa sobre o próximo projeto desta autora. Recomendo.

 

Em destaque: "A Casa" de Emma Becker

«Sempre acreditei que escrevia sobre homens. Antes de me aperceber que só escrevo sobre mulheres. Sobre o facto de ser uma. Escrever acerca de prostitutas que são pagas para serem mulheres, que são, de facto, mulheres, que são tão-só isso; escrever sobre a nudez absoluta desta condição é como examinar o meu sexo ao microscópio. Sinto o mesmo fascínio que um laboratorista a contemplar as células essenciais a qualquer forma de vida.»

Em A Casa, Emma Becker descreve a vida no bordel berlinense onde, durante dois anos e meio, sob o pseudónimo de Justine, nome da famosa personagem de Sade, decidiu vender o seu corpo para tentar compreender o mundo da prostituição, as mulheres que nele trabalham e os homens que a ele recorrem. Retrato da sua vida sexual e amorosa durante esta experiência, das suas companheiras e dos bastidores deste mundo proibido, A Casa é um romance que transborda as paredes do bordel. Mais do que uma história sobre as mulheres desta casa, é sobre o modo como estas vêem o mundo, sobre os homens que pagam os seus serviços, sobre os seus desejos, os seus limites, as suas armadilhas, e, acima de tudo, sobre todos os desejos que nos fazem tremer.

Prémios Roman des Étudiants France Culture/Télérama, Blù Jean-Marc Roberts e RomanNews

Sobre a autora:
Emma Becker nasceu em 1988 em França. Com o intuito de compreender a prostituição e as mulheres que desenvolvem esta atividade, Becker trabalhou num bordel em Berlim durante dois anos e meio. Essa experiência deu origem ao romance A Casa, galardoado com os prémios Roman des Étudiants France Culture/TéléramaBlù Jean-Marc Roberts e RomanNews. Em 2011 já havia publicado o romance Mr, que se encontra traduzido em catorze países, tendo-se seguido Alice, em 2015. Atualmente vive em Berlim com o seu filho.

"Magníficos Estranhos" de Elizabeth Klehfoth (OPINIÃO)

Este foi um livro que me encheu as medidas!!
Sabem quando as editoras mencionam este ou aquele livro de sucesso para referenciar o que estão a lançar? Muitas vezes acontece não passar de um golpe de marketing, mas neste caso específico, meus caros, a referência aos livros "Em Parte Incerta" de Gillian Flynn e "Pequenas Grandes Mentiras" de Lianne Moriarty, é verdadeiramente bem aplicada! A versão cinematográfica do "Em Parte Incerta" é, para mim, um dos melhores filmes do género. Adorei o suspense, as voltas e reviravoltas no enredo, e aquela personagem, maravilhosamente interpretada por Rosamund Pike. Fenomenal! Também o livro (e a série!) "Pequenas Grandes Mentiras" me agradou sobejamente. Liane Moriarty é perita a contar histórias que envolvem escândalos familiares, bullying e as controversas relações familiares entre mães e filhos, ex-maridos e ex-mulheres com novas esposas, enfim, uma teia brutal. O livro "Magníficos Estranhos" não fica nada aquém. Muito pelo contrário!


Adorei a escrita da autora. É assertiva, direta, sem subterfúgios, o que a meu ver é excelente quando se trata de contar uma história com tantas personagens e este grau de desenvolvimento. A história em si é brutal. Algo aconteceu. Não se sabe bem o quê, mas uns assumem uma coisa, outros outra. E depois, se calhar, até não é nada disso. Não posso aprofundar mais para não vos estragar a leitura. Mas preparem-se. A autora faz-nos soar as estopinhas. Muita água correrá debaixo da ponte até começarmos a encontrar o fio à meada.

As personagens são fenomenais. Cada uma delas tem a sua importância e contribui adequadamente para a história. Não há pesos mortos. Todas têm a sua riqueza e profundidade. É óbvio que a minha personagem favorita é Charlie, a filha mais velha de Grace. Adorei acompanhar a sua evolução, as suas dúvidas, a sua perspicácia e tenacidade. É uma miúda fantástica. E o facto de grande parte da ação se passar dentro de uma escola, onde ela é caloira, contribui em muito para a tensão se manter constante ao longo do livro.

Resumindo, acredito que esta autora vai dar mais que falar. Eu pelo menos vou ficar atenta à sua próxima publicação. Esperemos que não demore muito.
Recomendo, com a garantia de que vão adorar!

Em destaque: "Magníficos Estranhos" de Elizabeth Klehfoth

Se gostou de "Em Parte Incerta" (Gillian Flynn) e de Pequenas Grandes Mentiras (Lianne Moriarty), não vai descansar enquanto não chegar à última página deste livro.

Sinopse:
Num magnífico dia de verão, Grace Fairchild, a belíssima mulher do magnata do Mercado imobiliário, Alistair Calloway, desaparece da casa de campo da família sem deixar rasto, deixando para trás a filha de sete anos, Charlie, e uma série de perguntas sem resposta.

Anos mais tarde, Charlie continua a lutar com a obscura herança do nome da sua família e o mistério em torno do desaparecimento da mãe. Decidida a, finalmente, pôr o passado por trás das costas, Charlie mergulha na vida escolar de Knollwood, a prestigiada escola de Nova Inglaterra que frequenta, e rapidamente se integra entre a elite da escola.

Charlie foi igualmente «escolhida» pelo A, a sociedade secreta de elite da escola, conhecida por aterrorizar a faculdade, a administração e os seus inimigos. Para se tornar membro da mesma, Charlie terá de participar no Jogo, uma caça ao tesouro de alto risco, durante um semestre inteiro, que comprometerá as suas amizades, a sua reputação e até o seu lugar em Knollwood.

À medida que os acontecimentos do passado e do presente convergem, Charlie começa a temer que poderá não sobreviver à terrível verdade sobre a sua família e colocar a sua vida em risco. 

“Um envolvente mistério... A história de uma longa vingança jogada entre gerações.” Kirkus Reviews

Sobre a autora:
Elizabeth Klehfoth cresceu em Elkhart, no Indiana. Fez um bacharelato em Artes, especializando-se em escrita criativa, pela Chapman University, e uma licenciatura em escrita criativa pela Indiana University, onde leciona escrita para ficção e composição. Atualmente vive em Los Angeles. Magníficos Estranhos é o seu primeiro romance.

Em destaque: "O Mensageiro do Rei" de Francisco Moita Flores

Amores impossíveis num Portugal em convulsão, entre o Regicídio e o nascimento da República.

Sinopse:
D. Manuel II foi o nosso último rei. Tinha dezoito anos, quando mataram seu pai, D. Carlos, e o príncipe real Luís Filipe, em 1908. De súbito, caía sobre a cabeça do jovem a obrigação de reinar um país onde os monárquicos não se entendiam, decadentes, caciques traiçoeiros e republicanos que recorriam a todos os métodos, da grande oratória á intriga mesquinha, para que a República deixasse de ser um sonho. Reinou trinta meses. Teve seis governos e a obrigação de casar com uma princesa. 

Os reis europeus recusaram-lhe filhas e netas, antevendo a queda da realeza, e á falta de princesa, apaixonou-se por uma deusa francesa: Gaby Deslys. Linda! O amor entre os dois foi o único legado coerente do seu reinado. Rigoberto era o mensageiro que lhe levava notícias do amor distante. Também ele apaixonado por Gardénia. 

É a história de amizade entre o rei e o mensageiro, assim como as histórias dos amores de ambos, que vos narro neste livro. Até que o amor os separou, a Monarquia caiu e a República nasceu para viver durante 16 anos, com 45 governos, duas ditaduras pelo meio, e oito presidentes da República.


Sobre o autor: 
Francisco Moita Flores é reconhecido do público pela sua obra literária e pelo seu trabalho como dramaturgo para televisão, cinema e teatro. Tem uma vasta obra publicada e produzida; os romances: Mataram o Sidónio!, A Fúria das Vinhas, o Bairro da Estrela Polar, entre muitos, e séries : A Ferreirinha, o Processo dos Távora, Alves dos Reis, João Semana, Quando os Lobos Uivam. Considerado pela crítica como o melhor argumentista do país, foi distinguido em Portugal e no estrangeiro pela qualidade da sua obra, foi condecorado pelo Presidente da República com o grau de Grande Oficial da Ordem do Infante pela carreira literária e pública. Colaborador em vários órgãos como comentador tem marcado a sua intervenção pelo rigor e clareza com que aborda os temas da sua especialidade.

Em destaque: "Diário dos Imperfeitos" de João Morgado

O que é mais importante na nossa vida? 
O amor ou o desejo? A moral ou o prazer?

"Diário dos Imperfeitos" é uma viagem à intimidade das pessoas. Vítima de um acidente, a Gaivota é uma mulher que precisa de redescobrir todas as emoções sequestradas dentro de si. Ao mesmo tempo, reaprende a conhecer o seu corpo – uma aventura refreada pela moral, pela sombra do pecado e pelo medo que pode levar à própria insanidade. Uma luta interior entre o bem e o mal, que leva a uma inevitável conclusão: todas as pessoas são imperfeitas!

Como irá reagir de novo à sua realidade? Voltará a ser quem era? E os que estão a seu lado, como vão sobreviver a esta viagem?

Uma escrita intimista, que procura descortinar os sentidos e as emoções dos diferentes personagens. Do prazer mais carnal ao amor puro, passando pela falsa moral da sociedade e da religião. Pelo meio, a filosofia simples de duas personagens inusitadas – a mulher que lê pensamentos e um pintor de sóis na parede. São eles que levam o narrador a perceber os sentimentos da «Gaivota» e nos ajudam a reflectir sobre temas tão controversos como o amor, o desejo, o sentimento de culpa ou o próprio nojo.

Sobre o autor:
João Morgado (n.1965, Covilhã). Poeta e romancista, trabalhou como jornalista e é actualmente consultor de comunicação nos meios políticos e empresariais. 
Na literatura, afirmou-se com o romance Diário dos Infiéis, que retrata a vida de quatro casais modernos «perdidos do lado errado do amor» e que procuram descortinar diferentes formas de infidelidade.
Com um estilo por vezes poético, por vezes áspero, retoma com Diário dos Imperfeitos a escrita sobre os sentimentos mais íntimos dos amantes. Ambos editados pela Casa das Letras e adaptados ao teatro pela ASTA. 
Escreve ainda crónicas, contos e poesia, e publicou recentemente alguns romances históricos. 



Resultados dos Passatempos de Natal

E não há nada como começar o ano a receber livros, ou no meu caso, a dar livros! :)

Agradeço desde já às editoras que colaboraram nesta iniciativa e que nos brindaram com um conjunto interessante de livros para todos os gostos!


Obrigada a todos os que participaram e divulgaram estes 12 Passatempos de Natal do blog As Leituras da Fernanda.
Deixo-vos com os nomes dos vencedores:


Passatempo de Natal I (Editora l Presença)
Livro em sorteio: “Sete Minutos Depois da Meia-Noite” de Patrick Ness
Vencedor: Eunice Sousa
Localidade: Castelo Branco



Passatempo de Natal II (Planeta)
Livro em sorteio: “O Pai" de Anders Roslund e Stefan Thunberg
Vencedor: Nuno Abreu
Localidade: Lisboa




Passatempo de Natal III (ASA)
Livro em sorteio: “Os Bridgerton Felizes Para Sempre” de Julia Quinn
Vencedor: Maria José Quintas
Localidade: Esmoriz




Passatempo de Natal IV (Casa das Letras)
Livro em sorteio: “Mundo de Sofia” de Sofia Cotrim
Vencedor: Rute Matos
Localidade: Porto




Passatempo de Natal V (ASA)
Livro em sorteio: “Um Estranho no Meu Jardim” de Sara Alexi
Vencedor: Teresa Gonçalves
Localidade: Lisboa




Passatempo de Natal VI (Marcador)
Livro em sorteio: “A Mulher é Uma Ilha” de Auður Ava Ólafsdóttir
Vencedor: Sofia Vaz
Localidade: Coimbra





Passatempo de Natal VII (ASA)
Livro em sorteio: “O Terno Rebelde” de Johanna Lindsey
Vencedor: Sílvia Candeias 
Localidade: Évora




Passatempo de Natal VIII (Oficina do Livro)
Livro em sorteio: “Um Quarto de Luena” de Sara Sampaio Simões
Vencedor: Fernanda Antão
Localidade: Bombarral




Passatempo de Natal IX (Marcador)
Livro em sorteio: “O Programa Segue Dentro de Momentos” de Júlio Isidro
Vencedor: José Lopes
Localidade: Lisboa




Passatempo de Natal X (Quinta Essência)
Livro em sorteio: “Um Final Feliz” de Annie Darling
Vencedor: Carla Santos
Localidade: Santa Maria da Feira




Passatempo de Natal XI (Porto Editora)
Livro em sorteio: “Viver Sem Ti” de Jojo Moyes
Vencedor: David Sousa
Localidade: Bragança




Passatempo de Natal XII (TopSeller)
Livro em sorteio: “Em Segredo” de Catherine McKenzie
Vencedor: Luísa Pereira
Localidade: Lisboa




Os livros serão enviados para os vencedores durante os próximos dias.
Parabéns a todos!!

Passatempo de Natal IV - Casa das Letras




Pode encontrar as respostas na página do livro no site da Casa das Letras » aqui.

Consulte as Regras dos Passatempos no separador central do blog.

"Tricot - Livro e Material"


Embora o tricot já exista há muito, a sua popularidade continua em grande!

Este kit contém:
- Um livro com 17 projectos, com instruções claras e precisas, para fazer roupas, acessórios e presentes;
- Um par de agulhas em bambu;
- Uma agulha auxiliar para tranças de 6mm;
- Dois novelos de fio de lã grosso.

O tricot é uma arte sedutora. Por isso, comece hoje e prepare-se para ser seduzida.

"Alice no Mundo das Tranças e dos Penteados" de Alice Trewinnard (opinião)

Chegando o calor, não consigo andar de cabelo solto. É-me insuportável! E rendo-me ao banal rabo-de-cavalo que não me favorece o rosto, nem o cabelo.

Neste livro, bem estruturado, de fácil consulta e muito inspirador, não só encontrei uma lista de materiais (como pentes, escovas e diversos tipos de ganchos), como formas de os utilizar - mais de 60 tipos de penteados, muito bem ilustrados com fotografias de passo a passo.

Alguns deles já experimentei em moi même, mas para que a coisa ficasse mesmo à maneira, utilizei uma modelo para experenciar alguns dos modelos. Nada como uma noite entre amigas para nos divertirmos como miúdas a fazer penteados! Recomendo!! :)
(Obrigada, Filipa!)

Para mais informações, visitem a página do livro no site da Leya » aqui.

Opinião: "Enquanto Salazar Dormia" de Domingos Amaral

Sou naturalmente emotiva, por isso é normal que também vibre com o que leio. Rio-me, choro, zango-me, frustro-me, fico alegre, triste, chateada, incomodada… mas esta nunca me tinha acontecido! Ao chegar às últimas páginas deste livro dei por mim a ficar arrepiada. Juro! Foi uma reação fabulosa para uma leitura igualmente fabulosa.

Adorei o livro, escusado será dizê-lo. Já tinha lido uma ou outra coisa de Domingos Amaral, mas era algo de superficial, que me levou a concluir que o autor, apesar de escrever bem, precisava de encontrar um bom tema. E parece-me que o encontrou!!!

É como vos digo, adorei esta leitura. Foi fácil, pois o enredo está muito bem organizado e tem imensa ação. Mas acima de tudo, e a condizer com a personagem principal (um espião), é uma leitura que ao mesmo tempo que nos diverte, assume discretamente uma vertente pedagógica, transformando em romance uma realidade que nos atingiu e que graças à habilidade de Salazar conseguimos ultrapassar. Logo nas primeiras páginas nos vimos lançados para 1941, em plena Segunda Guerra Mundial,  aterrando, como tantos refugiados, numa Lisboa diferente da que hoje conhecemos.

É neste mundo onde quase nada do que parece é, que Jack Gil Mascarenhas, um luso-inglês, valsa habilmente entre espiões e contra-espiões. Esta personagem, que pelo que entendo iremos reencontrar no livro "O Retrato da Mãe de Hitler", que está a ser editado agora pela Casa das Letras, é sem dúvida o motor que leva este barco a bom porto. Muitíssimo bem construída, aparece-nos nos dias de hoje, com a bela idade de 85 anos, numa Lisboa que não reconhece mas que o faz recordar o passado. É na forma destas memórias que nos é apresentado Jack Gil, um verdadeiro James Bond à portuguesa (na época de Sean Connery, obviamente!) e as suas aventuras e romances por Portugal.

Com um enredo realmente fantástico e uma narrativa que nos prende, é um livro que não podem deixar de ler. Eu lamento apenas ter pegado nele na sua 19ª edição, mas ainda fui a tempo! ;) Agora resta-me aguardar pelo próximo.

Para mais informações sobre este livro podem espreitar aqui.

Em destaque: "Enquanto Salazar Dormia" de Domingos Amaral

Em antecipação ao novo livro de Domingos Amaral, "O Retrato da Mãe de Hitler", divulgo o livro que o antecedeu, e que foi um verdadeiro sucesso editorial: “Enquanto Salazar Dormia”, agora na 19ª edição!

Sinopse:
Lisboa, 1941. Um oásis de tranquilidade numa Europa fustigada pelos horrores da II Guerra Mundial. Os refugiados chegam aos milhares e Lisboa enche-se de milionários e actrizes, judeus e espiões. Portugal torna-se palco de uma guerra secreta que Salazar permite, mas vigia à distância. Jack Gil Mascarenhas, um espião luso-britânico, tem por missão desmantelar as redes de espionagem nazis que actuavam por todo o país, do Estoril ao cabo de São Vicente, de Alfama à Ericeira. Estas são as suas memórias, contadas 50 anos mais tarde. Recorda os tempos que viveu numa Lisboa cheia de sol, de luz, de sombras e de amores. Jack Gil relembra as mulheres que amou; o sumptuoso ambiente que se vivia no Hotel Aviz, onde espiões se cruzavam com embaixadores e reis; os sinistros membros da polícia política de Salazar ou mesmo os taxistas da cidade. Um mundo secreto e oculto, onde as coisas aconteciam "enquanto Salazar dormia", como dizia ironicamente Michael, o grande amigo de Jack, também ele um espião do MI6. Num país dividido, os homens tornam-se mais duros e as mulheres mais disponíveis. Fervem intrigas e boatos, numa guerra suja e sofisticada, que transforma Portugal e os que aqui viveram nos anos 40.

Excerto:
"Nada, de repente, existia. A não ser Lisboa, cinquenta anos atrás. A minha Lisboa, onde amei tanto e tantas vezes. A minha Lisboa, das pensões e dos espiões, dos barcos ingleses e dos submarinos alemães; a Lisboa das ligas da Mary em cima de um lençol branco; a Lisboa dos cocktails no Aviz enquanto eu perseguia Alice; a Lisboa do penteado "à refugiada" da minha noiva, a Carminho; a Lisboa dessa menina linda, frágil e alemã, Anika, por quem arrisquei o pescoço; a Lisboa de Michael..."

Sobre o autor:

Domingos Freitas do Amaral é director da revista GQ, e cronista dos jornais Correio da Manhã e Record. Formado em economia, e com Mestrado em Relações Internacionais na Universidade de Columbia em Nova Iorque, iniciou a sua carreira jornalística n’O Independente, tendo depois sido director da revista Maxmen. Como cronista, escreveu para o Diário de Notícias, Grande Reportagem e Diário Económico. 

Publicou igualmente cinco romances, todos na Casa das Letras - Amor à Primeira Vista, O Fanático do Sushi, Os Cavaleiros de São João Baptista,Enquanto Salazar Dormia e Já Ninguém Morre de Amor e Quando Lisboa Tremeu. Vive em Lisboa e é pai de duas raparigas e um rapaz.

"Da Horta Para a Mesa" de Cláudia S. Villax

Já temos este livro na nossa posse há algum tempo. Já foi lido e relido, aberto e bisbilhotado de todas as formas e feitios. É sem dúvida um excelente livro que não encontra o caminho para a estante pois não abandona o seu lugar em cima da mesinha da sala. ;)

Numa altura como a que andamos a atravessar, toda a gente fala em soluções mais naturais e económicas para os nossos hábitos alimentares. Já se ouve falar de hortas em varandas, hortas em quintais e terraços, hortas verticais... não há dúvida que anda aí a febre das HORTAS!

Nós lá em casa também não ficámos imunes. Em janeiro lançámo-nos em investigação sobre o assunto e em visita a uma querida amiga nossa na zona de Castelo Branco, viémos carregados de sementes e projetos.

Começámos com uma caixa germinadora onde colocámos as coisas que iríamos querer plantar mais tarde.

Cenouras e Espargos
Nessa altura também plantámos morangos, que entretanto já apresentam umas florzinhas. Não tarda, estou certa, teremos uns belos morangos. :)


Entretanto, ao folhear este livro de Cláudia S. Vilax, as coisas assumiram outras proporções. Foi o último empurrão que necessitávamos. ;) Colocámos as mãos à obra com algumas das belas ideias que ela nos faculta no seu livro "Da Horta para a Mesa" e para já este é o resultado...


Embora tivéssemos de tomar em consideração o espaço que disponível, conseguimos construir um pequeno jardim / horta cheio de plantas que podemos utilizar na confeção das nossas refeições. :)



Este livro está extraordinariamente bem organizado é um prazer desfolhá-lo, não só em busca de conhecimento, como também de inspiração. Na última parte temos também receitas e exemplos de pratos que podemos confecionar com o que vamos buscar à nossa horta. Muito bom!

Para mais informações sobre o livro em questão podem espreitar aqui.

Em destaque: "Da Horta para a Mesa – Boa Comida, Boa Vida" de Cláudia Sousa Villax

Receitas simples e deliciosas com legumes da estação.


Sobre o livro:
Da Horta para a Mesa - Boa Comida, Boa Vida é uma iniciação ao prazer de cultivar, colher e cozinhar os nossos próprios legumes. Um livro que nos aproxima da terra e da natureza e que nos mostra como os ingredientes naturais requerem pouco esforço para serem transformados em pratos frescos, saborosos e autênticos.

Encontramos aqui dicas de como cultivar uma horta biológica de verão, ideias para tirar o máximo partido dos legumes, receitas simples, leves e deliciosas preparadas com os produtos da estação e perfeitas para os dias mais quentes.

Este livro surge de um projecto em que envolve uma pequena comunidade junto de Marvão,  onde desenvolveram uma horta comunitária com a venda dos produtos biológicos aos amigos e vizinhos. A família da Cláudia Villax pouco ou nada sabia sobre o trabalho de campo e foram os “residentes mais idosos” que ensinaram tudo, desde a poda as árvores, as plantação dos legumes e colheitas dos mesmos. Por sua vez, a aurora com a sua experiência de trabalho encontrou formas de promover a zona e dar a conhecer os produtos da região.

Sobre a autora:
Cláudia Villax trabalhou para jornais económicos e revistas de lazer e, em 2003, foi convidada para fazer parte da equipa fundadora de um projeto inovador, as revistas Blue - Living, Travele mais tarde Cooking. Quatro anos mais tarde, incentivada pela paixão de ser mãe e juntamente com dois amigos, lança a Giggle, um projeto direcionado aos mais novos: a primeira revista portuguesa online para o segmento infantil e familiar. Em 2009 cria a imagem e lança a marca de um chef português. Depois desta experiência passa a dedicar-se às suas grandes paixões de sempre: família, comida, criatividade e design.
Atualmente dedica-se à produção do azeite biológico «Azeitona Verde» com o seu marido e gere a sua marca Food, People & Design onde cria conceitos para livros de culinária. Com sete livros concretizados, Da Horta para a Mesa - Boa Comida, Boa Vida é o seu primeiro livro como autora.

Para mais informações espreite aqui.

Resultado do Passatempo "O Código Maia"


Mais um passatempo chegou ao fim e chegou a altura de revelar o vencedor.
Com o apoio da Casa das Letras, que muito agradecemos, tínhamos para oferecer um exemplar do novo livro de Mario Reading, “O Código Maia”.

Aqui ficam as respostas corretas às perguntas efetuadas:

Adam Sabir arriscou a sua vida há 6 meses para... para descobrir as míticas profecias perdidas de Nostradamus

O que é o Corpus Maleficus que o persegue? Uma cabala antiga dedicada a apaziguar o Diabo. 
Qual? Este livro é a continuação de outro. Qual? As Profecias de Nostradamus
Onde nasceu Mario Reading? Em Dorset.

Desde já o meu obrigada a todos os que participaram.
Tivemos 297 participações consideradas válidas e com a ajuda do Random.org foi escolhido o número 63, correspondente a…

Alexandre Rodrigues
de Mem Martins


Muitos parabéns! :) Receberás em breve este livrinho na morada fornecida.

Passatempo "O Código Maia"

Com o gentil apoio da Casa das Letras, que muito agradecemos, temos a sorteio um exemplar do novo livro de Mario Reading, a sequela de “As Profecias de Nostradamus” - “O Código Maia”.

Como habitualmente, para participarem terão apenas de preencher corretamente o formulário abaixo até às 23h59 do próximo dia 1 de agosto.

Podem encontrar as respostas aqui ou no site da Casa das Letras.

Boa sorte a todos!

Regras do Passatempo: 
1) Só serão validadas as participações com todos os campos do formulário preenchidos e com as respostas correctas, que sejam rececionadas até ao dia 1 de agosto de 2012 pelas 23h59. (Atenção: a morada dos participantes tem apenas o intuito de facilitar o processo de envio do exemplar para o vencedor. Estes dados não serão utilizados para qualquer outro fim.) 
2) Só é aceite uma participação por pessoa e, por questões relacionadas com o envio do prémio, só podemos aceitar participações de residentes em Portugal (continental e ilhas). 
3) O vencedor será sorteado aleatoriamente pela administração do blog, sendo o anúncio publicado nos dias seguintes ao final do passatempo e o vencedor contactado por email. 
4) O livro será enviado para a morada fornecida após confirmação por email. Após o envio do mesmo, nem o blog nem a própria editora ou o autor serão responsáveis no caso de extravio nos correios.

Em destaque: "O Código Maia" de Mario Reading


A arrebatadora e guardada sequela do bestseller "As Profecias de Nostradamus". 
Um antigo manuscrito guardado pelos descendentes dos Maias. 

Sinopse:
Adam Sabir arriscou a sua vida há seis meses para descobrir as míticas profecias perdidas de Nostradamus. E agora corre contra o tempo para desvendar os seus segredos, pois os acontecimentos profetizados começam a ter lugar… Porém, ele não é o único à procura de respostas. No seu encalço está o Corpus Maleficus, uma cabala antiga dedicada a apaziguar o Diabo. Desfigurados desde o nascimento, órfãos, e criados na crueldade e violência pela mãe adotiva, os doze membros do Corpus constituem uma concorrência mortal. Com exceção de um. Lamia escapou às garras dos seus irmãos e está em fuga com Sabir, seguindo a profecia do Yucatán, pelo coração da América Central. Enquanto isso, um vulcão entra em erupção no México e lança a confusão. 

Sobre o Autor:
Mario Reading nasceu em Dorset e cresceu entre Inglaterra, Alemanha e França. Durante uma juventude nómada vendeu livros raros, ensinou equitação em África, estudou dressage em Viena, geriu uma coudelaria vocacionada para o pólo em Gloucestershire e geriu uma plantação de café no México. Reconhecido especialista nas profecias de Nostradamus, Reading é autor de cinco obras publicadas no Reino Unido e por todo o mundo, de entre elas destaca-se As Profecias de Nostradamus. Visite-o em: www.marioreading.com.

Fiquem atentos: passatempo à vista!!