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Em destaque: "Quando as Montanhas Cantam" de Nguyen Phan Qué Mai

Um país em guerra. Uma família dividida. 
Uma história de coragem e esperança.

Sinopse:

Vietname, 1972. Do seu refúgio nas montanhas, a pequena Hương, e a sua avó observam Hanói a arder sob o fogo dos bombardeiros americanos. Até àquele momento a guerra tinha sido apenas uma sombra que afastara a família e dilacerava o país. Agora, entrava de forma brutal nas suas vidas. 

Quando regressam à cidade, descobrem a sua casa completamente destruída e decidem reerguê-la, tijolo a tijolo. Para animar a neta, Diệu Lan começa a contar a história da sua vida: desde os anos nas terras da família durante a ocupação francesa, as invasões japonesas e a chegada dos comunistas; da sua fuga desesperada para Hanói, sem comida nem dinheiro, e a dura decisão de deixar os filhos pelo caminho, na esperança de que, mais tarde ou mais cedo, se reencontrassem. 

O tempo passa e quando finalmente terminam a reconstrução da casa, a guerra já terminou. Os veteranos estão a regressar da linha da frente e Hương pode finalmente voltar a abraçar a mãe, que está uma mulher muito diferente daquilo que ela se lembrava. A guerra roubou-lhe a esperança e as palavras; e caberá a Hương dar-lhe voz e ajudá-la na dura tarefa de se libertar do fardo amargo de todos os segredos... 

«UMA HISTÓRIA ARREBATADORA. UMA BRILHANTE E GENEROSA CARTA DE AMOR AO VIETNAME QUE VAI ENCANTAR TODOS OS LEITORES!» Publishers Weekly 

UMA SAGA FAMILIAR LUMINOSA QUE ATRAVESSA
UM SÉCULO DE HISTÓRIA DO VIETNAME

Sobre a autora:
Nguyen Phan Qué Mai nasceu em 1973 numa pequena aldeia no norte do Vietname, Nguyen Phan Qué Mai viveu a devastação da guerra desde muito cedo. Trabalhou como vendedora ambulante e agricultora de arroz antes de ganhar uma bolsa de estudos para estudar numa universidade na Austrália. 
Autora e poetisa aclamada, ganhou alguns dos mais prestigiados prémios literários do Vietname. É autora de vários livros de ficção e não-ficção, e o seu trabalho foi traduzido e publicado em diversos países. 
Ganhou inúmeros prémios, incluindo o PEN Oakland/Josephine Miles Literary Award e foi finalista do Dayton Literary Peace Prize. 
Quando as Montanhas Cantam tornou-se rapidamente um bestseller e está a ser traduzido em todo o mundo.

Em destaque: "A Biblioteca - uma segunda casa" de Manuel Carvalho Coutinho

Sinopse:

Quem lê quer ler. Mas como fazê-lo, sem poder de compra ou a possibilidade de contacto directo com o livro? Em Portugal, 303 Bibliotecas Municipais, integradas numa rede nacional criada em 1987, procuram cumprir o desígnio estatal de promoção da leitura junto de todos, das crianças aos idosos, de forma aberta e inclusiva.

Este livro retrata 21 destas bibliotecas, no continente e nas ilhas, reproduz de forma vívida a experiência de observação do seu funcionamento quotidiano e os testemunhos de bibliotecários, técnicos e leitores. São projetos muito diversificados, em constante movimento e crescimento, mas são sobretudo espaços feitos para nós e que existem como extensões de nós. Há quem Ihes chame de segundas casas.

Sabia que...?

Existem atualmente 303 Bibliotecas Municipais em Portugal? Atualmente apenas cinco municípios em Portugal não possuem uma Biblioteca Municipal. São eles: Aljezur, Marvão, Terras de Bouro, Vila Viçosa e Calheta. A solução encontrada para estes municípios será, por enquanto, as Bibliotecas Itinerantes (uma Biblioteca móvel inserida num veículo devidamente equipado para colocar documentos à disposição dos seus utilizadores).

Sobre o autor:

Manuel Carvalho Coutinho é investigador e Professor, nasceu em Lisboa em 1990 e licenciou-se em Filosofia. Enquanto Professor de Filosofia no Ensino Secundário decidiu estudar Jornalismo, tendo depois concluído o Mestrado e o Doutoramento em Ciências da Comunicação. Trabalhou na Comissão Europeia, em Bruxelas, e foi bolseiro de investigação da Universidade Nova de Lisboa. Atualmente é investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa.

Em destaque: "Os Moedeiros Falsos" de André Gide

Sinopse:
Um grupo de jovens com ambições literárias aproxima-se do conde de Passavant, homem de letras vulgar e de moral duvidosa que deseja manter sob a sua influência talentos promissores como Bernard e Olivier. Estas e outras personagens são referidas no diário íntimo de Édouard, velho conhecido de Passavant e tio de Olivier, por quem este nutre uma admiração que se converte em ligação amorosa. Édouard procura reunir material para um romance, Os Moedeiros Falsos, título alegórico e moral que acaba por tornar-se estranhamente adequado quando o escritor descobre o envolvimento dos seus amigos com um bando de adolescentes encarregados de distribuir dinheiro falso.

Exprimindo uma visão sem preconceitos da homossexualidade e denunciando a hipocrisia e a decadência da alta sociedade francesa do princípio do século xx, Os Moedeiros Falsos, uma das obras capitais de André Gide e a única a que deu o nome de romance, antecipa algumas das tendências fundamentais da narrativa contemporânea.

Críticas:

«Gide era um grande romancista da nossa época... Os Moedeiros Falsos é um dos melhores livros que tenho lido. E tudo isto porque Gide sabia escrever, porque o seu espírito sabia explorar... Pensava o que queria e dava forma às suas curiosidades.» John Steinbeck

«Interpretar os dilemas sociais nos termos mais pessoais. Foi, acima de tudo, isso que tornou Gide tão representativo. E, no entanto, Gide não o teria alcançado sem o talento que é tão importante entre os franceses: se não tivesse sido um extraordinário virtuoso da prosa, se não possuísse um estilo único, capaz de todas as nuances e tão persuasivo que o fez triunfar sobre os mais diversos temas.»
Thomas Mann

Sobre o autor:
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1947

André Gide
(1869-1951) é um dos escritores franceses mais importantes do século XX. Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atração pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual, a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua atividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa coleção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

Em destaque: "As Mulheres" de Kristin Hannah

Inspiradas pela coragem. Ligadas pela amizade. Unidas na esperança.


Sinopse:
Um retrato íntimo de uma mulher num jogo de perigos e, ao mesmo tempo, o épico de uma nação dividida pela guerra e fraturada pela política ¿ uma geração que se fez do sonho de um mundo melhor e que se perdeu no campo de batalha. As mulheres também podem ser heroínas. Quando a estudante de Enfermagem de vinte anos Frances «Frankie» McGrath ouve estas inesperadas palavras, tudo muda.

Criada num cenário idílico da costa da Califórnia e protegida pelos pais conservadores, sempre se orgulhou de fazer as escolhas certas, ser uma boa rapariga. Mas em 1965 o mundo está a mudar, e também ela imagina escolhas diferentes para si. Quando o seu irmão é destacado para a Guerra do Vietname, Frankie alista-se também no Corpo de Enfermagem do Exército norte-americano. Tão inexperiente como os homens enviados para combate do outro lado do mundo, Frankie sente-se esmagada pelo caos, pelo sofrimento e pela destruição provocados pela guerra, e pelos sentimentos inesperados que a invadem no regresso a uma América diferente e dividida.

As Mulheres conta a história de uma mulher que viu a guerra, mas desvenda igualmente a história de todas as mulheres que enfrentam o perigo para ajudar os outros. Mulheres cujo sacrifício e compromisso é, muitas vezes, esquecido. Este é um romance fulgurante e belíssimo, uma narrativa profundamente emotiva com uma heroína memorável, cujo idealismo e coragem extraordinários definiram uma geração.

Sobre a autora:
Kristin Hannah é a autora multipremiada e bestseller de mais de vinte romances, muitos dos quais publicados já pela Bertrand Editora, de que destacamos As Inseparáveis (Firefly Lane, a série inspirada no romance, está disponível em streaming na Netflix desde fevereiro), A Grande Solidão e o clássico moderno O Rouxinol (editado em 43 línguas e cuja adaptação cinematográfica, protagonizada por Dakota e Elle Fanning, tem estreia prevista para o Natal de 2022). Este último romance, aliás, foi eleito livro do ano (2015) pela Amazon, Buzzfeed, iTunes, Library Journal, Paste, The Wall Street Journal e The Week, vencendo também o Goodreads Choice Awards. Hannah, que começou por exercer advocacia antes de se dedicar à escrita, vive com o marido no noroeste dos Estados Unidos. www.kristinhannah.com

Em destaque. "As Herdeiras" de Aixa de la Cruz

Uma das vozes literárias mais surpreendentes do momento.

Sinopse:

Passaram seis meses desde que Dona Carmen cortou os pulsos na banheira, e ainda ninguém percebeu porquê, pois tinha ao seu alcance comprimidos suficientes para acabar com a vida de outra maneira. Isto descobrem, intrigadas, as suas quatro netas - Lis, Erica, Olivia e Nora - quando se instalam na casa da aldeia onde a avó vivia e que lhes foi deixada em testamento.

Lis, que tem um filho pequeno, está ainda a recuperar de um trauma que sofreu ali dentro e só lhe interessa vender tudo e seguir em frente, enquanto a sua sonhadora irmã Erica planeia organizar no local retiros espirituais e passeios na natureza. Por sua vez, Olivia - a prima mais velha, que se formou em medicina por ter visto o pai morrer com um enfarte - não desiste de procurar em tudo o que é gaveta uma pista que explique o que realmente levou a avó a suicidar-se; e Nora, a sua desastrosa irmã, tem a ideia maluca de deixar o seu dealer usar o espaço como depósito de «mercadoria»; de resto, é ela quem a dada altura diz sem complacência: «Parece que um suicídio na família confirma a suspeita de sempre, de que a loucura corre nos genes, de que estamos biblicamente perdidas.»

Aixa de la Cruz constrói neste romance intenso e dramático - considerado um dos melhores livros de 2022 pelo jornal El País - a ideia da família como lugar de dissensão e calamidade, explorando a ténue fronteira que existe entre loucura e sanidade.

Sobre a autora:
Aixa de la Cruz (Bilbao, 1988) é licenciada em Filologia Inglesa, doutora em Teoria da Literatura e Literatura Comparada e escritora.
Publicou os romances Cuando fuimos los mejores (2007), De música ligera (2009), La línea del frente (2017) e ainda o livro Cambiar de idea (2019), a publicar em breve pela Dom Quixote, vencedor dos prémios Euskadi de Literatura 2020 e Librotea Tapado, finalista do XV Prémio Dulce Chacón e reconhecido pelo suplemento Babelia como um dos dez melhores livros de 2019. É também autora do livro de contos Modelos animales e do ensaio Diccionario en guerra (2018).
Colaborou com diversas publicações como BabeliaLa Marea e Vogue e escreve uma crónica mensal no jornal Bilbao, além de dar aulas de escrita criativa. A sua obra foi já traduzida para vários países.

Em destaque: "Está Tudo Bem" de Cecilia Rabess

Sinopse:

No seu primeiro dia de trabalho como analista financeira na Goldman Sachs, Jess, de 22 anos, fica frustrada ao constatar que fará parte da equipa do seu grande rival na faculdade: o conservador, privilegiado - e branco - Josh. Jess, que é a única mulher negra no escritório, sente-se ignorada e subestimada. E embora Josh não a poupe nas críticas que lhe faz - da atitude pessoal ao desempenho profissional - a verdade é que a apoia sempre que ela precisa, chegando a enfrentar os restantes colegas.

À medida que a rotina os aproxima, os preconceitos de um e outro começam a diluir-se. Entre almoços no escritório e cocktails de fim de tarde, a relação de trabalho transforma-se lentamente em algo semelhante a uma amizade. Até ao dia em que se envolvem num romance eletrizante e tempestuoso, que os choca a ambos.

Mas as diferenças entre eles são demasiado profundas. Jess, que está agora a começar a descobrir quem é, vê-se forçada a perguntar a si própria quanto está disposta a ceder por amor, e até, na verdade, se o deve fazer de todo. Um fantástico romance de estreia, que nos apresenta Cecilia Rabess como um talento literário a não perder de vista, Está Tudo Bem coloca-nos diante de um espelho e obriga-nos a ver as mais duras verdades sobre nós próprios. Afinal, quem somos por detrás das nossas escolhas?

Sobre a autora: 
Cecilia Rabess é uma escritora e cientista de dados de São Francisco. Trabalhou dez anos na Google e detém a patente de um algoritmo de compressão de fotos. A sua escrita já foi destacada em diversas publicações literárias de renome. Está Tudo Bem é seu romance de estreia.

Em destaque: "O Clube de Leitura Antiguerra" de Annie Lyons

Uma saga da Segunda Guerra Mundial, nostálgica e reconfortante, sobre a importância do espírito de comunidade durante tempos sombrios, com uma livraria nos subúrbios de Londres como pano de fundo.

Sinopse:
Gertie e Harry conheceram-se numa livraria, e foi aí que se apaixonaram. Fundaram a Livraria Bingham em 1911, espaço que, rapidamente, se converteu numa referência local. Nem mesmo Gertie podia antever que, anos mais tarde, a Livraria Bingham se tornaria o último bastião de esperança para toda a comunidade…

Estamos em 1938 e, após a morte de Harry, Gertie Bingham entende que é chegado o momento de vender a preciosa livraria - a dor da sua perda é imensa. Contudo, à medida que o nazismo varre a Europa, há uma necessidade cada vez maior, pelo menos para alguns, de salvar o máximo de crianças judias, e Gertie é persuadida a juntar-se à rede. Quando Hedy Fischer cruza a sua porta, com uma pequena mala de viagem e poucas palavras de inglês, o mundo de Gertie transforma-se. Começa a guerra, que as duas vão enfrentar lado a lado.

A relação é tensa, no início, até que Gertie empresta a Hedy o seu exemplar de Jane Eyre, que lhe tinha sido oferecido por Harry no dia em que casaram. Forma-se então entre as duas uma ligação inscrita no amor pelos livros, e decidem formar o Clube de Leitura Antiguerra, fornecendo aos membros livros para que os leiam durante as investidas aéreas alemãs.

Todos partilham a guerra e as suas agruras durante meses, mas também autores e livros intemporais. Discutem tudo no abrigo da livraria - afinal de contas, um bom livro pode fazer maravilhas para animar pessoas de todas as idades e criar laços, mesmo nos momentos mais difíceis da História.

Sobre a autora:
Annie Lyons nasceu no Reino Unido, e os livros sempre tiveram um papel fundamental na sua vida. Depois de uma carreira como livreira, a que se seguiram onze anos no mundo da edição, Annie tornou-se por fim escritora. Quando não está a trabalhar nos seus romances, ensina escrita criativa. Vive no sudeste de Londres com o marido, os dois filhos e Nelson, o labrador de pelo preto da família.

Em destaque: "Mais Cedo Secará a Terra" de Fernando J. Múñez

Quando o coração da terra bate é impossível não o ouvir.

Sinopse:
Galiza, 1845
André de Castronavea está radiante por regressar para junto da sua família e à casa onde nasceu, mas o seu maior desejo é rever a sua tia Iria, pouco mais velha do que ele, meia-irmã do seu pai. O reencontro dos dois liberta sentimentos até então aprisionados, e a relação proibida torna-se cada vez mais difícil de conter.

Enquanto isso, Dom Isidro Ordás, um empresário implacável de Ponferrada, abriu minas nas terras dos Castronaveas, iniciando um conflito com o patriarca Dom Dositeu, que preside a uma família marcada pelo seus próprios conflitos e segredos.

A luta pelo controlo da terra, o legado de Dom Dositeu e o inevitável confronto com os Ordás revelam como os laços familiares podem ser uma bênção ou uma condenação, levando a traições dolorosas, corações dilacerados e sacrifícios que exigem sangue, coragem e um amor inabalável.
A Cozinheira de Castamar foi o seu primeiro romance, adaptado à televisão e em exibição na Netflix.

Sobre o autor:
Fernando J. Múñez (Madrid, 1972) descobriu o encanto pela escrita ainda criança. Com 14 anos iniciou o seu primeiro romance e, aos 18, desenvolveu os primeiros guiões de cinema. Depois de se licenciar em Filosofia, iniciou a sua carreira como realizador de publicidade, acumulando os anúncios com curtas-metragens, e completando a formação académica em Cinematografia nos Estados Unidos. Em 2012 realizou Las nornas, exibido no Festival de Cinema de Alicante e na Seminci (Semana Internacional de Cinema) de Valladolid.

Em destaque: "Mais Além, o Mar" de Laura Spence-Ash

«Um mergulho fulgurante num passado perdido.» Meg Wolitzer, autora de Os Interessantes

«Arrebatador.» Julia Quinn, autora da série Bridgerton

Sinopse:

1940. Londres está em chamas.

Sob o intenso bombardeamento alemão, Millie e Reginald Thompson tomam a decisão mais difícil das suas vidas: enviar a filha de 11 anos, Beatrix, para longe da devastação da guerra, separando a família. É assim que Bea se junta ao grupo de crianças assustadas e solitárias que rumam aos Estados Unidos em busca de refúgio.

Já em Boston, é recebida pelos Gregory, que a integram carinhosamente nas suas rotinas descontraídas. Aos poucos, Bea habitua-se aos seus costumes, que incluem verões na costa do Maine, festas e muitos amigos. Aproxima-se dos seus novos irmãos, William e Gerald.

A menina tímida vai dando lugar a uma jovem confiante e descontraída, que sente ali - com a sua família emprestada - a alegria que nunca sentiu com os pais na tristonha vida que partilhavam em Inglaterra. À medida que os anos passam, as recordações dessa existência anterior parecem evaporar-se - até ao dia em que, tendo terminado a guerra, recebe a notícia de que chegou a hora de regressar a casa.

Chegará como uma desconhecida a essa casa original de contornos agora esbatidos, onde a mãe a aguarda, incerta quanto ao futuro, com o coração irremediavelmente preso no passado.

Sobre a autora:
Laura Spence-Ash iniciou a sua carreira literária com Mais Além, o Mar, um êxito junto do público e da crítica, que a catapultou para a lista dos "10 Writers to Watch" da revista especializada Publishers Weekly, na Primavera de 2023. Laura foi a editora fundadora da CRAFT, uma revista literária online, e dá aulas em várias instituições, entre as quais se destaca a Universidade de Rutgers. Vive em Nova Jérsia, Estados Unidos.

Em destaque: "A Livraria Perdida" de Evie Woods

Até onde iria para descobrir a sua própria história?

Sinopse:
Numa rua tranquila de Dublin, uma livraria perdida está à espera de ser encontrada.
Opaline, Martha e Henry parecem não ter nada em comum além de terem sido, durante demasiado tempo, personagens secundárias nas suas próprias vidas. Opaline tem de fugir de Londres para não ser obrigada a casar-se, Martha parece inevitavelmente presa numa relação tóxica, e Henry está noivo de uma mulher que não ama.

É em Ha’penny Lane, uma pacata rua de Dublin, que os caminhos destas personagens se cruzam. Era ali que devia estar a livraria fundada por Opaline, onde Henry entrou uma noite, pouco depois de chegar à Irlanda… mas não só não está, como também não há registos capazes de provar que alguma vez tenha existido.

Seguindo o pouco que sabem sobre a incrível vida desta misteriosa mulher, Henry e Martha tudo farão para encontrar a livraria perdida e descobrir os seus segredos. Por entre os ramos de uma árvore que teima em crescer numa cave da capital irlandesa, páginas que sussurram, mistérios literários desvendados e livros que aparecem em prateleiras sem que alguém os tenha posto lá, as histórias destas três personagens que o destino põe à prova serão reveladas, mostrando que até a vida mais banal pode tornar-se tão fascinante como as que se encontram nas páginas dos melhores livros.

Sobre a autora:
Evie Woods é o pseudónimo de Evie Gaughan, uma autora irlandesa bestseller, cujos livros percorrem a intrigante linha entre o quotidiano e outros mundos, revelando a magia que existe nas nossas vidas comuns. 

Em destaque: "A Rapariga do Vestido às Riscas" de Ellie Midwood

Ela recusou-se a desistir. 
E ousou voltar a sentir.
Sinopse:
Helena desce da carruagem de transporte de gado para o chão gelado de Auschwitz. Tem 24 horas de vida. Programada para ser morta no dia seguinte, nem chegou a ser tatuada com o número de prisioneira. Quando um oficial de uniforme cinzento marcha na sua direção e a puxa para longe, ela teme o pior. Ele, todavia, diz-lhe que é o aniversário de um outro oficial e ordena que ela cante para ele.
Dentro do barracão da SS, o ar é quente, carregado de fumo de cigarros e barulho. Quando Helena termina de cantar, Franz, o oficial aniversariante, oferece-lhe uma fatia de bolo — a primeira coisa que ela come desde há dias. E aí mesmo, ele ordena que a vida dela seja salva, mudando para sempre o curso do seu destino.
O que se segue é uma história que deveria ser impossível, mas que salvou a vida de ambos - e de centenas de outras pessoas - de mais do que uma maneira.

Sobre a autora:
Ellie Midwood é uma autora norte-americana premiada e bestseller do USA Today.
Deve o seu interesse pelo tema da Segunda Guerra Mundial ao avô, militar numa importante formação do Exército Vermelho durante aquele conflito.
Em criança, escutava os seus relatos sobre a experiência na frente de batalha. Depois, quando cresceu, o seu interesse pela História intensificou-se e Ellie passou das leituras sobre a guerra para a escrita sobre a mesma.
Após concluir uma formação em Linguística, Ellie decidiu fazer da escrita a sua carreira e passou a dedicar-se inteiramente a esta atividade.

Em destaque: "Os Esquecidos de Domingo" de Valérie Perrin

Sinopse:

Aos 22 anos, Justine vive com os avós e o primo, Jules, desde que os pais de ambos morreram num acidente. Os dias de Justine parecem suceder-se sem que nada se altere: trabalha nas Hortênsias, um lar de idosos na pequena aldeia onde habita, e adora conversar com os residentes. Entre eles, está Hélène, uma centenária cujo sonho sempre foi aprender a ler.

Justine e Hélène criam um profundo laço de amizade, alimentado pelas horas que passam a escutar-se e a partilhar memórias e sentimentos. E eis que, enquanto as conversas se multiplicam, três coisas acontecem: Justine começa a interrogar-se sobre a morte dos pais, compra um caderno no qual começa a escrever regularmente, e, no lar, surgem estranhos telefonemas que vão provocar uma pequena revolução nas Hortênsias… De que forma se entrelaçam as histórias? Como podem as antigas e novas memórias fazer Justine mudar o rumo da sua vida?

Como já nos habituou, Valérie Perrin deslumbra-nos com a sua enorme sensibilidade ao tratar os temas mais delicados das nossas vidas num romance em que a melancolia e a graça andam de mãos dadas e nada é deixado ao acaso do destino.

Críticas da Imprensa:
«Um livro que nos lembra - como só Valérie Perrin consegue fazer - que o amor verdadeiro dura para sempre. Que grande romance.»Paris Match«Justine é uma protagonista tão original que nos cativa imediatamente. E o universo desta história, surpreendente, prova mais uma vez o talento da autora. Valérie Perrin é uma contadora de histórias ímpar.»Elle«Em tudo o que lemos e vemos, há indulgência e delicadeza.»The Guardian
Sobre a autora:Romancista e uma das autoras mais importantes no atual panorama literário francês, Valérie Perrin nasceu em 1967, em Remiremont, Vosges. Em 1986, saiu da Borgonha, onde cresceu, para se fixar em Paris. A Breve Vida das Flores, o primeiro romance da autora publicado em Portugal, foi já traduzido para mais de 30 línguas, foi distinguido com os prémios Maison de la Presse e Prix des Lecteurs e tornou-se um dos livros mais vendidos em Portugal no seu ano de edição. Três, o seu mais recente romance, está já publicado em vários países e foi o livro mais vendido do ano em França, na edição de bolso. As obras da autora - incluindo Os Esquecidos de Domingo, agora publicado pela Presença - já venderam mais de 2 milhões de exemplares em todo o mundo.Valérie Perrin, que foi também fotógrafa de cena e cenógrafa, juntamente com o seu companheiro Claude Lelouch, vive na Normandia.

Em destaque: "Sempre Vivemos no Castelo" de Shirley Jackson

Sinopse:

Considerado pela crítica uma das obras-primas da literatura norte-americana, Sempre Vivemos no Castelo narra a história da extravagante família Blackwood — ou do que dela restou, após a morte por envenenamento de quase todos os seus elementos à mesa de jantar. 

Constance, uma das filhas, é ilibada do crime, passando a viver isolada na grande casa da família, longe da hostilidade dos habitantes da cidade. Com ela vivem o seu tio inválido, o gato Jonas e a sua irmã, Merricat, uma adolescente ingénua e invulgar que acredita em lobisomens, no poder dos objectos e em palavras mágicas, e que tudo fará para preservar este pequeno e estranho mundo. 

Essa frágil harmonia, contudo, é subitamente rompida com a chegada do primo Charles. Na sua presença, os terríveis acontecimentos do passado voltarão para assombrar os Blackwood, revelando a sua verdadeira face.

Os elogios da crítica:

«Uma mestre maior do terror e do suspense.» The New York Times Book Review

«Shirley Jackson é uma escritora inimitável cujas palavras permanecem connosco durante muito tempo.» Joyce Carol Oates

«Shirley Jackson era uma escritora incrível… Se nunca leram Sempre Vivemos no Castelo ou A Maldição de Hill House, estão a perder uma coisa maravilhosa.» Neil Gaiman

«Shirley Jackson é ímpar na criação de tremores silenciosos, crescentes e excecionalmente bem escritos.» Dorothy Parker

Sobre a autora:

Shirley Jackson (1916–1965) é considerada uma das mais influentes escritoras norte-americanas. Herdeira da grande tradição do gótico americano, iniciada com Edgar Allan Poe, teve uma vida curta, deixando, porém, uma obra que a consolidou como uma das grandes personalidades literárias do século xx. Obteve imediato êxito e fama com a publicação, em 1948, do conto A Lotaria, que, à época, dividiu opiniões e suscitou acesas polémicas. Ao todo, escreveu cinquenta e cinco contos; da sua obra, destacam-se ainda as crónicas familiares Life Among the Savages e Raising Demons, bem como os romances O Homem da Forca, A Maldição de Hill House, adaptado várias vezes para cinema e televisão, e Sempre Vivemos no Castelo.


Em destaque: "Nos teus passos" de Jojo Moyes

Quem somos quando nos vemos no lugar do outro.

Sinopse:
Nisha Cantor passa a vida a viajar, entre hotéis de charme e lojas de luxo, até que o marido anuncia o divórcio e a deixa literalmente com a roupa do corpo. Nisha está determinada a recuperar a sua vida de glamour. Mas, entretanto, terá de se esforçar para além do que poderia imaginar – já que até os sapatos perdeu.
Sam Kemp está a viver a fase mais sombria da sua vida quando, acidentalmente, pega no saco de ginástica de Nisha. Uma troca que não lhe ocupa os pensamentos, pois anda a tentar evitar que a vida da sua família se desmorone por completo. Mas, quando Sam experimenta os sapatos vermelhos Christian Louboutin de Nisha, o choque de autoestima fá-la perceber que algo tem de mudar na sua vida – a começar por ela própria.

Críticas de Imprensa: 
Este é um romance sobre mulheres que de repente percebem que são invisíveis – para os seus companheiros, para os seus colegas, para o mundo – e encontram prazer em serem “vistas” umas pelas outras. The New York Times 

Uma deliciosa comédia romântica que é uma ode às mulheres e suas amizades. People
    
Sobre a autora:
Jojo Moyes

É escritora, jornalista e argumentista. Escreveu livros que foram enormes êxitos de vendas, como Viver depois de ti, A última carta de amor e As mensageiras da esperança, título destacado pelo Reese Witherspoon Book Club.
Os seus romances foram traduzidos para 44 idiomas, alcançaram o primeiro lugar de vendas em doze países e venderam mais de cinquenta milhões de cópias em todo o mundo. Viver depois de ti já vendeu mais de quatorze milhões de exemplares e foi adaptado para o cinema num filme protagonizado por Sam Claflin e Emilia Clarke.
Nos teus passos foi imediatamente bestseller do Sunday Times.
Em julho de 2023, foi anunciado que Jojo é a mais recente autora a integrar a plataforma online de especialistas de classe mundial da BBC Maestro, com o seu curso Writing Love Stories, que em breve ficará disponível.
Jojo Moyes vive no Reino Unido.




Em destaque: "Abelhas e Trovoada ao Longe" de Riku Onda

Uma 
história sobre música, saudade, amizade e rivalidade. No contexto de uma das mais importantes provas de piano do mundo, vários concorrentes competem ao mais alto nível apostados em quebrar regras e desafiar os seus próprios limites para atingir a glória.

Sinopse:
Numa cidade não muito distante de Tóquio, vai começar um dos mais importantes concursos de piano do mundo. Na sala enorme, os pianistas serão acolhidos pelo silêncio único que antecede os primeiros acordes. No final, haverá palmas. Mas não para todos. Aya procura no concurso uma hipótese de redenção.
Menina prodígio, calou os dedos no dia em que a mãe morreu. Ali reencontra Masuro, um miúdo com quem brincava quando era ainda criança – e que hoje é um pianista aclamado. Entre os candidatos há dois que parecem pertencer a outra partitura. Akashi, casado, mais velho, é olhado com estranheza pelos restantes, na sua última tentativa de regressar à ribalta. E por fim há um rapazinho que ninguém conhece, tem 16 anos, é filho de um apicultor. Dizem que nunca teve um piano na vida, que foi acolhido por um professor mítico, que ao tocar nas teclas é como se falasse com Deus.
Durante duas semanas, vão enfrentar um júri feroz, um público expectante, os seus medos, o seu passado, tudo o que foram até chegarem ali. Abelhas e Trovoada ao Longe é um livro mágico, musical, onde as palavras vibram como as cordas de um instrumento, tensas, hipnóticas. Somos embalados pelas texturas e sons até ao final em que nos apetece chorar, aplaudir.
Obra-prima de Riku Onda, famosa escritora japonesa, foi o único livro que até hoje conquistou no mesmo ano o Prémio dos Livreiros Japoneses e o Naomi Prize.

Sobre a autora:
Riku Onda cresceu em Sendai e estudou na Universidade Waseda. Em 1991 recebeu um prémio pelo seu primeiro romance e desde então tornou-se escritora a tempo inteiro. Em 2003 foi viver para a América do Sul onde fez vários trabalhos sobre as culturas Maia e Inca para o canal televisivo NHK. Filha de um pai melómano, começou a ouvir música clássica (e a tocar piano) desde muito nova, até descobrir o rock e o jazz ocidentais. Abelhas e Trovoada ao Longe foi o mais celebrado romance no ano da sua publicação, tendo recebido dois grandes prémios literários: o Prémio dos Livreiros Japoneses e o Prémio Naoki Prize (o que nunca tinha acontecido nem viria a acontecer).

Em destaque: "O mercador de sonhos" de Sveva Casati Modignani

 

Um atentado, ambições, amor e vidas emocionantes são os ingredientes da mais recente obra da escritora italiana
Sinopse:
Um tiro ressoa no átrio de um elegante edifício no centro de Milão, e um homem cai no chão numa poça de sangue. O atentado é notícia de primeira página, porque a vítima é Raimondo Clementi, um lendário presidente da Bolsa, estimado e respeitado por todos.
O homem sobrevive, mas permanece o centro das atenções, pois uma conhecida revista resolve dedicar-lhe um longo artigo com destaque de capa. A jornalista é uma jovem ambiciosa, Giovanna Vitali, que tem a missão de vencer a resistência de Clementi, notoriamente tímido, para escrever a sua biografia.
As suas conversas na Villa Dorotea, no Lago Orta, tornam-se agradáveis confidências. Raimondo vai refazendo a sua vida página após página, num enredo envolvente como um romance. Dos estudos na Universidade Católica ao cimo da Piazza Affari, a carreira deste mercador de sonhos escreveu um pedaço da História italiana e, paralelamente, a sua vida privada foi uma sucessão de paixões deslumbrantes e dramas indescritíveis, até ao grande amor por Tilli, a mulher que verdadeiramente conquistou o seu coração.

Sobre a autora:
Sveva Casati Modignani
É um dos nomes mais amados da narrativa contemporânea: os seus romances estão traduzidos em vinte países e venderam mais de 12 milhões de exemplares. A autora vive desde sempre em Milão, na casa onde nasceu e que pertencia à sua avó.
No catálogo da Porto Editora figuram já as seguintes obras: Feminino Singular, Baunilha e Chocolate, O Jogo da Verdade, Desesperadamente Giulia, O Esplendor da Vida, A Siciliana, Mister Gregory, A Viela da Duquesa, Um Dia Naquele Inverno, O Diabo e a Gemada (texto autobiográfico), O Barão, A Família Sogliano, 6 de Abril’96, A Vinha do Anjo, Como Vento Selvagem, O Regresso da Primavera, Lição de Tango, Como Estrelas Cadentes, Suite 405, Qualquer Coisa de Bom, Festa de Família, Uma chuva de Diamantes, O Falcão, A Cor da Paixão, O amor faz milagres Caterina.


Em destaque: " Pança de Burro" de Andrea Abreu

«Tê-la-ia seguido até à boca do vulcão, ter-me-ia assomado com ela até ver o fogo adormecido, até sentir o fogo adormecido do vulcão dentro do corpo.»

Sinopse:
Esta é uma história sobre duas raparigas que foram «feitas como as coisas que nascem para viver e morrer juntas», duas raparigas prestes a deixar a infância para trás e cuja amizade se transforma com o despertar da sexualidade. Tudo acontece no verão de 2005, num bairro popular no Norte de Tenerife, onde um manto de nuvens paira perpétuo sobre as casas e os habitantes. Como a pança de um burro no céu. Longe da praia e do estereótipo turístico, aqui as avós guiam a vida das crianças enquanto os pais trabalham «no Sul», elas nas limpezas, eles na construção.

A melhor amiga da narradora é Isora, que cresce antes do tempo e com uma ousadia tirânica que a fascina. Contudo, à medida que junho se transforma em julho, e julho em agosto, também o amor da narradora toma nova forma através de sentimentos e sensações até então desconhecidos, que ocupam o lugar da idolatria e surpreendem a inocência. O que fazer do desejo?

Dando voz à comunidade que se propõe retratar, Pança de Burro revela acima de tudo um vigor, arrojo e originalidade inusitados na ficção literária contemporânea, com o poder invulgar de nos levar ao momento fundamental da vida em que tudo acontece pela primeira vez - como um dia aconteceu a todos nós.

Críticas de Imprensa:
«Uma narrativa poderosa, onde os corpos e a fome tomam conta da história. Transporta-nos até ao limiar da porta da puberdade e confronta-nos com uma procissão de euforia. É pura vida.»
Irene Vallejo

«Pança de Burro é como a maré. Uma força da natureza. Arrasta-nos consigo. Submerge-nos. E, de repente, deixa-nos desamparados numa ilha, um mundo rico e profético, de mulheres e nuvens baixas que se fundem com o mar. É pura poesia.»
Pilar Quintana

«Arrojada, brilhante, divertida. Andrea Abreu é um meteorito vivo na paisagem da literatura hispânica.»
Fernanda Melchor

Sobre a autora:
Andrea Abreu nasceu em Icod de los Vinos, nas Ilhas Canárias, em 1995. Cursou Jornalismo na Universidade de La Laguna e concluiu depois um mestrado em Jornalismo Cultural e Novas Tendências na Universidade Rey Juan Carlos de Madrid. Numa lista que se organiza a cada dez anos, foi selecionada aos vinte e seis anos pela revista Granta como uma das melhores escritoras com menos de trinta e cinco anos da literatura espanhola e hispano-americana contemporânea. Pança de Burro é o seu primeiro romance e irrompeu na cena literária com um êxito junto dos leitores e um reconhecimento crítico invulgares. Com publicação em trinta países, será também adaptado ao cinema.