Em destaque: "A Bibliotecária de Auschwitz" de Antonio G. Iturbe

Um emocionante romance baseado na história verídica de uma jovem checa, a bibliotecária do Bloco 31, de Auschitwz – Dita Dorachova - com quem o autor teve oportunidade de falar e que resgata do esquecimento uma das mais comoventes histórias de heroísmo cultural. 

Auschwitz-Birkenau, o campo do horror, infernal, o mais mortífero e implacável. 
 
O Bloco 31 tinha 500 crianças, e neste lugar onde os livros eram proibidos, a jovem Dita escondia todas as 
noites os frágeis oito volumes da biblioteca mais pequena, recôndita e clandestina que jamais existiu. 
 
No meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo de extermínio nazi, «abrir um livro é como entrar para um comboio que nos leva de férias». 

Sinopse: 
Um livro diferente de tudo o que já leu sobre o Holocausto e de que poucos têm conhecimento. Pela primeira vez ficamos a saber da existência de livros num campo de extermínio. 
 
Minuciosamente documentado, e tendo como base o testemunho de Dita Dorachova, a jovem bibliotecária checa do Bloco 31, este livro conta a história inacreditável, mas verídica, de uma jovem de 14 anos que arriscou a vida para manter viva a magia dos livro, ao esconder dos nazis durante anos a sua pequena biblioteca, de apenas oito volumes, no campo de extermínio de Auschwitz. 
 
Este livro é uma homenagem a Dita, com quem o autor tanto aprendeu, e à memória e valentia de Fredy Hirsh, o infatigável instrutor judeu do Bloco 31 que criou em segredo uma pequena escola e uma ainda 
mais minúscula biblioteca, apenas com oito livros.
 
No meio do horror, Dita dá-nos uma maravilhosa lição de coragem: não se rende e nunca perde a vontade de viver nem de ler porque, mesmo naquele terrível campo de extermínio nazi, «abrir um livro é como entrar 
para um comboio que nos leva de férias.»

«Haverá quem não partilhe este fascínio pelo facto de alguns terem arriscado a vida para manterem aberta uma escola secreta e uma biblioteca clandestina em Auschwitz-Birkenau. 
Haverá quem pense que foi um acto de coragem inútil num campo de extermínio, quando há outras preocupações mais prementes: os livros não curam doenças nem podem ser usados como armas para derrotar um exército de verdugos, não enchem o estômago nem matam a sede. 
É verdade: a cultura não é necessária para a sobrevivência do homem, bastam o pão e a água. 
É verdade que com pão para comer e água para beber o homem sobrevive, mas só com isso morre a humanidade inteira. 
Se o homem não se emociona com a beleza, se não fecha os olhos e põe em marcha os mecanismos da imaginação, se não é capaz de interrogar-se e vislumbrar os limites da sua ignorância, é homem ou é mulher, mas não é pessoa; nada o distingue de um salmão ou de um boi-almiscarado.» 
 Epílogo

Sobre o autor: 
António G. Iturbe(Saragoça, 1967) dedica-se há vinte anos ao jornalismo cultural. Foi coordenador do suplemento televisivo de El Periódico, redactor da revista de cinema Fantastic Magazine e trabalha há dezassete anos na revista Qué Leer, de que é actualmente director. 
Colaborou nas secções de livros de «Protagonistas» Ona Catalana, ICat FM e a Cope, e em suplementos culturais de jornais como La Vanguardia ou Avui. Publicou dois romances, e é autor de uma série de êxito de livros infantis. 

Leia as primeiras páginas aqui.

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