"A Fúria das Vinhas" de Francisco Moita Flores

Sinopse
Uma história emocionante passada nos socalcos do Douro no tempo em que se abriam as portas da ciência e do conhecimento.
Este romance recupera factos e histórias que Francisco Moita Flores não incluiu na série que escreveu para a RTP com o título A Ferreirinha. Narra a epopeia da luta contra a filoxera, uma praga que, na segunda metade do século XIX, ia destruindo definitivamente as vinhas do Douro. Na mesma altura em que, por toda a Europa, surgiam as primeiras técnicas e tentativas de criação de um método para a investigação criminal. Moita Flores criou um bacharel detective – Vespúcio Ortigão – que, na Régua, persegue um serial killer, confrontando-se com o medo, com as superstições, com as crenças do Portugal Antigo que, temente a Deus e ao Demónio, estremecia perante o flagelo da praga e dos crimes. É uma ficção, é certo, mas também um retalho de vida feita de muitos caminhos que a memória vai aconchegando conforme pode.

A minha opinião:
Um livro extraordinário! Ainda bem que o maridão insistiu para que o lesse. (conhece-me bem, não?)
Fiquei fascinada com esta história, não só por se passar numa região que eu muito prezo (e muito me diz) como também pela força dos seus personagens.
Antónia Adelaide Ferreira, a Ferreirinha, era uma força da natureza, característica tão comum nas mulheres daquelas paragens. :) Adorei conhecê-la.
Adorei conhecer também a evolução da Região Demarcada do Vinho do Porto, o nascer do Douro como nós o conhecemos, a construção da linha-férrea até ao Pocinho (uma viagem maravilhosa que tive o prazer de fazer sozinha aos meus 18 anos, mas do Pocinho ao Porto), o nascimento da ciência forense (Vespúcio Ortigão era um antepassado dos CSI’s!) e toda uma época de grandes revoluções.
Será que estou a ficar fã de romances históricos?
lol
Se sim, é graças à minha boa amiga Betita que este livro, entre tantos outros, me emprestou.

Sobre o autor:
Francisco Moita FloresFrancisco Moita Flores é um especialista na área da criminologia e tem escrito obras de grande sucesso quer em livro quer para televisão. A crítica considera-o um dos melhores argumentistas portugueses e algumas das suas séries são marcos de excelência da ficção portuguesa, como foi o caso d’A Ferreirinha.
Pese o facto de ter dedicado a sua vida ao estudo da violência, da polícia e à ficção, é a primeira vez que escreve um romance policial. A acção decorre no século XIX, nos primórdios da investigação criminal como hoje a conhecemos. Uma história emocionante ocorrida nas vinhas do Douro num tempo que abriu as portas da ciência e do conhecimento ao tempo que é o nosso presente.

(Obrigada Betita, querida amiga, por mais este empréstimo!)

1 comentários:

Anonymous disse...

Eu tenho esse livro! :-)
Como gostaste muito deste livro, vim recomendar-te a inscrição num Ring da ninnoca "O carterista que fugiu a tempo": http://www.bookcrossing.com/journal/2516488.
Li-o em 2005 e tinha gostado muito, foi uma boa descoberta! E aposto que o teu marido vai querer ler e gostar muito!

Friend X.

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