A história é bastante interessante, mas é realmente a forma como está descrita que a torna extraordinária.
Ainda noutro dia comentava com uma amiga que os livros nos levam a viajar. Pois, Mary Nickson, conseguiu levar-me repetidas vezes até Corfu, uma ilha ao largo da Grécia que me soou como um destino de férias maravilhosamente idílico. Com pequenos detalhes, preciosamente inseridos na narrativa, quase posso dizer que consegui ouvir os pássaros a chilrear, a brisa a descer pelas encostas, o mar a banhar as rochas com suavidade.
Tal como prometia a sinopse, este livro fez-me realmente lembrar uma outra das minhas autoras favoritas, Rosamunde Pilcher, embora a escrita de Mary Nickson seja obviamente mais contemporânea. Fico ansiosa por uma nova publicação!

Para ler a sinopse e umas notas sobre a autora, vejam aqui.