"Duas Meninas Vestidas de Azul" de Mary Higgins Clark

Sinopse:
O mais recente e empolgante romance da rainha americana do suspense. O pesadelo começa quando as gémeas idênticas Kathy e Kelly Frawley são raptadas na noite do dia em que fazem três anos. O autor do rapto, que se auto-intitula Flautista, exige um resgate de oito milhões de dólares para que sejam devolvidas sãs e salvas. Onde conseguirão os pais tamanha quantia? E, ainda que a consigam, isso constituirá alguma garantia de que as duas crianças realmente regressem a casa?

A minha opinião:
Os livros da Mary Higgins Clark são por norma excelentes policiais, mas confesso que desde sempre tenho andado às avessas com a sua escrita. Houve apenas um ou dois livros que não me deixou uma sensação de insatisfação. Talvez se deva ao facto de eu estar habituada ao tipo de escrita de um dos grandes senhores dos policiais, Sidney Sheldon, cuja acção, rápida e bem delineada, em muito difere desta autora. Não quero ofender os seus fãs, mas quem leu um policial de Sidney Sheldon percebe do que estou a falar. Para mim, num policial o factor surpresa é fundamental e nos livros de MHC ele é negligenciado. São raras as vezes que me surpreendo com as revelações finais enquanto que isso é garantido num livro de Sidney Sheldon. Mas adiante.
Sobre este livro em particular, posso dizer que gostei bastante da forma como a autora explora a mítica relação entre gémeas verdadeiras, que tantos são determinantes em negar e outros em extrapolar. Achei os personagens bem retratados e credíveis, embora tenha havido claramente uma tentativa de baralhar o leitor sobre qual seria o cérebro por trás do rapto.
Não posso dizer que não gostei, mas cá ficou a tal sensação de insatisfação.

(Obrigada querida Kittycatss pela partilha!)

"Branco" de Rosie Thomas

Sinopse:
Um livro que nos mostra os limites do sacrifício humano, a auto-confiança, e o poder da compaixão.
Dois homens que enfrentam os seus demónios e uma mulher que persegue o seu próprio sonho. Para Sam MacGrath um encontro fugaz com uma jovem num voo turbulento, é o suficiente para lhe mudar a vida. Loucamente atraído por ela, segue o seu impulso e jura segui-la até ao Nepal. A jovem Finch Buchanan ingressa numa expedição aos Himalaias como médica, mas quando chega, reencontra um homem que nunca conseguiu esquecer. Al Hood fez uma promessa à filha: Se conquistar o pico desta montanha, deixará a escalada para sempre. O Evereste eleva-se sobre o grupo, lindo e silencioso. Contra as ameaças do clima e da altitude, ergue-se a paixão e a força de vontade. As relações intensas entre Finch, Al e Sam, começam a desenrolar-se... Perante tamanho desafio, as consequências podem ser trágicas.

A minha opinião:
Confesso que não entrei nesta leitura de boa vontade. O tema em si, não me atrai. Escaladas, alpinismo, Evereste, e expedições do género não me agradam lá muito. Mas como a autora em questão até já escreveu uns livritos em condições, e a oportunidade de o ler surgiu de uma pessoa cuja opinião muito estimo, embarquei nesta expedição.
Afinal, acabei por gostar da forma como me vi “enchouriçada” dentro de uma parka de neve e prestes a enfrentar o frio e a altitude, algo que na vida real não ía conseguir fazer. A antecipação da subida ao cume mais alto, os preparativos, as personagens, enfim, tudo estava descrito da forma mais simples e ao mesmo tempo específica, perfeita para um leigo como eu.
Mas na verdade, esta história vai muito para além de uma expedição ao Evereste. A autora consegue apresentar-nos um lado mais humano, através do grupo de personagens cujas vidas passam a estar interligadas. Foi aliás, o relato para além da escalada, e as consequências da mesma, que acabaram por me conquistar. O final, apesar de previsível, é também o único possível, por isso não me desiludiu.


(Obrigada querida Lígia por esta oportunidade!)

"As Velas Ardem Até ao Fim" de Sándor Márai

Sinopse:
Um pequeno castelo de caça na Hungria, onde outrora se celebravam elegantes saraus e cujos salões decorados ao estilo francês se enchiam da música de Chopin, mudou radicalmente de aspecto. O esplendor de então já não existe, tudo anuncia o final de uma época. Dois homens, amigos inseparáveis na juventude, sentam-se a jantar depois de quarenta anos sem se verem. Um, passou muito tempo no Extremo Oriente, o outro, ao contrário, permaneceu na sua propriedade. Mas ambos viveram à espera deste momento, pois entre eles interpõe-se um segredo de uma força singular...

A minha opinião:
Este é um livro estranho, mas ao mesmo tempo interessante.
Dois homens de idade avançada, amigos desde a infância, encontram-se ao fim de 41 anos sem se verem. Um diálogo (quase monólogo) se enceta e diversas considerações nos são apresentadas sobre as razões que levaram ao afastamento de um deles há 41 anos atrás.
“As Velas Ardem Até ao Fim” pode ser uma leitura um pouco maçadora, mas pontualmente somos surpreendidos com algumas preciosidades. Deixo aqui um exemplo, sobre a amizade. Percam um pouco do vosso tempo e apreciem, porque como diz o autor “só através dos pormenores podemos perceber o essencial, aprendi assim nos livros e na vida. É preciso conhecer os detalhes, porque nunca sabemos qual deles é importante, quando pode uma palavra iluminar um facto”.

Pág. 80
(…) – Era bom saber – continua, como se discutisse consigo próprio -, se existe amizade realmente? Não me refiro àquele prazer ocasional que faz com que duas pessoas fiquem contentes porque se encontraram, porque num determinado período das suas vidas pensavam da mesma maneira sobre certas questões, porque os seus gostos são semelhantes e os seus passatempos iguais. Nada disso é amizade. Às vezes, chego a pensar que essa é a relação mais forte na vida… talvez por isso seja tão rara. E o que há no seu fundo? Simpatia? É uma palavra imprópria, sem sentido, o seu conteúdo não pode ser suficientemente forte para que duas pessoas intervenham em defesa um do outro nas situações mais críticas da vida… apenas por simpatia? Talvez seja outra coisa… (…)
(…) A amizade, pensava eu, é a relação mais nobre que pode haver entre os seres vivos humanos. É curioso, os animais conhecem-na também. Existe amizade, altruísmo, solidariedade entre os animais. (…) Os seres vivos organizam-se para prestar ajuda mútua… às vezes, têm dificuldades em ultrapassar os obstáculos que enfrentam nas suas intervenções de auxílio, mas sempre há criaturas fortes, prontas a ajudar em todas as comunidades vivas. Encontrei centenas de exemplos disso no mundo animal. Entre pessoas, vi menos exemplos. Para ser mais exacto, não vi nenhum. As simpatias que vi nascer entre pessoas diante dos meus olhos, acabaram sempre por se afogar nos pântanos do egoísmo e da vaidade. A camaradagem, o companheirismo, às vezes parecem amizade. Os interesses comuns por vezes criam situações humanas que são semelhantes à amizade. E as pessoas também fogem da solidão, entrando em todo o tipo de intimidades de que, a maior parte das vezes, se arrependem, mas durante algum tempo podem estar convencidas que essa intimidade é uma espécie de amizade. Naturalmente nesses casos não se trata de verdadeira amizade. Uma pessoa imagina que a amizade é um serviço. O amigo, assim como o namorado, não espera recompensa pelos seus sentimentos. Não quer contrapartidas, não considera a pessoa que escolheu para ser seu amigo como uma criatura irreal, conhece os seus defeitos e assim o aceita, com todas as suas consequências. Isso seria o ideal. E na verdade, vale a pena viver, ser homem, sem esse ideal? E se um amigo falha, porque não é um verdadeiro amigo, podemos acusá-lo, culpando o seu carácter, a sua fraqueza? Quanto vale aquela amizade, em que só amamos o outro pela sua virtude, fidelidade e perseverança? Quanto vale qualquer afecto que espera recompensa? Não seria nosso dever aceitar o amigo infiel da mesma maneira que o amigo abnegado e fiel? Não seria isso o verdadeiro conteúdo de todas as relações humanas, esse altruísmo que não quer nada e não espera nada, absolutamente nada do outro? E quanto mais dá, menos espera em troca? (…)

"A Doçura da Chuva" de Deborah Smith

Sinopse:Kara Whittenbrook tinha uma vida privilegiada. Filha de dois ambientalistas famosos, cresceu entre a selva amazónica e os melhores colégios da elite americana.Com a morte dos pais num acidente de aviação, torna-se herdeira, não só de uma enorme fortuna, mas também de um segredo que abalará por completo o seu mundo o facto de ter sido adoptada.Decidida a encontrar os seus pais biológicos, Kara parte para o Nordeste da Califórnia, onde conhecerá Ben Thocco, um rancheiro que vive rodeado de gente singular.Em pouco tempo, ela fará parte de um universo diferente, que lhe abrirá as portas de um amor inesperado e de amizades genuínas, e a ajudará a tomar as mais difíceis decisões.
Em A Doçura da Chuva, Deborah Smith dá-nos a conhecer uma galeria de personagens cativantes, que nos envolvem e nos levam a reconhecer nos pequenos gestos do quotidiano as fontes da alegria e da felicidade.

A minha opinião:
Quando um livro nos cativa, fá-lo por diversas razões.
Às vezes pode ser a história, outras a forma como está escrito, mas por vezes são as próprias personagens que tocam o nosso coração. Este, é um desses livros.
Em “A Doçura da Chuva” tive o prazer de “conhecer” um grupo de pessoas muito especiais. São pessoas simples, muito doces, e com qualidades que espantam qualquer um, quando sabiamente aproveitadas.
As personagens deste livro são na realidade um bom retrato dessas pessoas que existem em todas as sociedades e que são tantas vezes rebaixadas, discriminadas, e maltratadas. Foi por elas que me apaixonei e são elas o grande trunfo desta história que nos fala de amor, amizade, união e desafios.
Gostei muito.

"Como Salvar um Coração Partido" de Susan Richards

Sinopse:
A égua que Susan Richards decidira adoptar não queria entrar no atrelado. Lay Me Down, porém, uma antiga égua de corrida com um poldro nos calcanhares, subiu docilmente a rampa e entrou na vida de Susan. Subalimentada, fruto de uma vida dura, Lay Me Down tinha, no entanto, um coração aberto e generoso. O destino levou-a para o picadeiro de Susan, onde ensinou esta mulher de coração destroçado a abraçar as alegrias da vida, apesar dos seus perigos. As lições de amor são muito diversas. Para Susan, a adopção de uma égua maltratada teve um impacto fantástico na sua vida, um impacto que nunca teria podido prever. A experiência mostrou-se profundamente instrutiva, levando-a a acreditar que o amor pode alimentar o espírito humano e ajudá-lo a ultrapassar a dor e a perda de uma pessoa querida. Uma história inspiradora sobre o significado da família e o que a perda de um ente querido nos pode fazer e fazer por nós.

A minha opinião:
É uma história lindíssima e verdadeira, que nos fala do poder curativo de certos animais.
Está escrito num tom intimista e pessoal, quase assumindo a forma de um diário, que nos transporta ao longo da narrativa e sem darmos por isso estamos nas últimas páginas.
A minha experiência com esta raça de animais remonta ao tempo da minha meninice, em que me perdia pelas boxes num centro hípico que visitava com os meus pais aos fins de semana. Dividindo carícias e guloseimas pelos meus amigos de quatro patas, sentia-me a menina mais feliz do mundo. Analisando hoje a questão, vejo que talvez eles entendessem as minhas fraquezas e os meus problemas de saúde e de algum modo tentavam ajudar-me, oferecendo-me o seu carinho e afeição.
Como poderia eu não gostar deste livro?
Mas mais do que uma simples história sobre cavalos, é uma história de amor, ou melhor, uma lição de amor, que recomendo principalmente a quem nunca conseguiu ultrapassar um desgosto.

"As Esquinas do Tempo" de Rosa Lobato Faria

Sinopse:
"Quando Margarida chegou à Casa da Azenha teve aquela sensação, não desconhecida mas sempre inquietante, de já ter estado ali."

Margarida é uma jovem professora de Matemática. Um dia vai a Vila Real proferir uma palestra e fica hospedada num turismo de habitação, casa antiga muitíssimo bem conservada e onde, no seu quarto, está dependurado o retrato a óleo de um homem que se parece muito com Miguel, a sua recente paixão.
Por um inexplicável mistério, na manhã seguinte Margarida acorda cem anos atrás, no seio da sua antiga família.
Sem perder consciência de quem é, ela odeia esta partida do tempo. Mas aos poucos vai-se adaptando. Conhece o homem do quadro e apaixona-se por ele. Quando ele morre num acidente, Margarida regressa ao presente.

A minha opinião:
Após ler, desta mesma autora, “O Prenúncio das Águas” e um pequeno conto numa colectânea de contos de mulheres, confesso que após as primeiras páginas a desilusão me atingiu em cheio. Não só o tipo de escrita era diferente e quase que banal, como a história em si me soava incrivelmente parecida com a de um outro livro que li no ano passado (“O Vestido” de Milene Emídio).
Felizmente a meio do livro a narrativa pareceu dar uma reviravolta, e voltei a encontrar o tom doce e encantador com que esta autora me conquistou anteriormente. O enredo também conseguiu fugir à semelhança com o do outro livro, e de uma história simples e repetida passou a uma original reflexão sobre “as esquinas do tempo”, cujo conceito adorei.

Deixo aqui alguns excertos que me agradaram particularmente:

(…) Quantas das pessoas que se nos deparam todos os dias não serão reproduções exactas de pessoas de outras vidas? Só que não sabemos, nunca as conhecemos por isso não estranhamos.
Preciso de descansar, pensou. E tenho de partilhar este segredo com alguém. Com o Miguel, claro, com quem havia de ser? (…) Não se pode ter segredos para a pessoa que amamos. Não se pode. É um fardo demasiado pesado.(…)

(…) É o vento que perpassa nas copas das laranjeiras, que vem do mar e traz as gaivotas. É o vento que faz oscilar as minhas cortinas, que se insinua como um segredo por entre os arbustos do jardim. É o vento que me conta histórias antigas, antigas, como se fosse uma criança que não quisesse dormir. Não o ouves? Não. É o vento que sopra só para mim. É o vento manso, doce, da loucura que me invade lentamente e me deixa à mercê dos seus dedos de nuvens tão suaves e meigos.
Não sei explicar de outra maneira. Mas tu percebes, Miguel. Sabes que me sinto cada vez mais terna, cada vez mais feliz. (…)

"Um Homem com Sorte" de Nicholas Sparks

Sinopse:
Depois de um ano de interregno Nicholas Sparks regressa com o seu mais recente romance para encantar os leitores portugueses.
Logan Thibault sempre foi um homem que em tudo se pode considerar comum. No entanto a sua vida estava prestes a mudar. A combater no Iraque, Thibault encontra a fotografia de uma mulher nas areias do deserto, e apanha-a pensando que alguém acabará por a reclamar. Mas ninguém aparece e, apesar de rejeitar a ideia, a fotografia passa a ser encarada como um talismã da sorte que faz com que Thibault sobreviva, sem ferimentos graves, a situações de indescritível perigo.
De regresso aos EUA, o militar não consegue esquecer a mulher da fotografia decidindo procurá-la pelo país. Mas assim que a encontra a sua vida toma um rumo inesperado e o segredo que Thibault guarda pode custar-lhe tudo aquilo que lhe é querido.
Uma história apaixonante sobre a força avassaladora do destino.

A minha opinião:
Logo após as primeiras páginas apercebi-me que Nicholas Sparks voltou a usar da sua fórmula mágica (1+1)+(1)+(2)+(1)+(1?). Passo a explicar:
(1+1) Mulher (mãe, solteira, divorciada ou viúva) com um Filho (de alguma forma especial)
(1) Homem (sem filhos, solteiro ou viúvo)
(2) Casal de amigos ou familiares (um deles é normalmente irmão ou irmã de um dos protagonistas principais)
(1) Uma mulher idosa, amiga ou familiar, que normalmente presta bons conselhos a um dos protagonistas.
(1?) Um cão pertencente a um dos dois protagonistas.
Neste livro ele optou por retirar a importância habitual ao casal amigo (só aparecem uma vez no inicio do livro) e introduziu na história um ex-marido (o mau da fita).
Estava com esperança que o NS tivesse conseguido por se afastar desta fórmula, pois já o tinha tentado fazer no livro anterior (Uma Escolha por Amor), mas pelos vistos optou por não o fazer. Afinal de contas, para quê mudar uma fórmula vencedora? Ele é um dos autores mais lidos em todo o mundo e talvez seja esse o seu segredo.
E eu, apesar de refilar, acabo sempre por ler os seus livros. Confesso-me romântica e acabo por apreciar uma história do género de vez em quando.
Pois em relação à história em si, achei o enredo um pouco mais original, e de certa forma actual. O “galã da fita” é um soldado que regressa do Iraque (quantas histórias do género não deverão haver pelos EUA?) e que decide caminhar durante 5 anos, do Colorado rumo ao sul, em busca de uma mulher que só viu em fotografia. A história, aliás, gira à volta dessa fotografia, e do facto de ter sido considerada um talismã, salvando-o de algumas situações na guerra.
Não há muito mais para dizer, pois de facto, quem já leu Nicholas Sparks sabe que não há muitas surpresas, mas no fundo posso dizer que gostei.

"Beleza Assassina" de Chelsea Cain

Sinopse:
Após dez anos no encalço de Gretchen Lowell, o detective Archie Sheridan é raptado e torturado durante dez dias pela lindíssima serial killer. Mas, no final, ela decide, misteriosamente, libertá-lo e entregar-se às autoridades.Gretchen é condenada a prisão perpétua, enquanto Archie é condenado a outro tipo de prisão: viciado em vários medicamentos, não é capaz de regressar à sua antiga vida e não consegue esquecer aqueles dez dias de tortura... nem Gretchen.Quando outro assassino começa a raptar e assassinar raparigas adolescentes de Portland, Archie é convidado a voltar ao activo e a liderar a equipa que vai investigar os crimes recentes.A nova investigação dará início a um jogo mortal entre Archie, o novo assassino e... Gretchen Lowell.
Editora: Porto Editora
Nº. de Páginas: 360

A minha opinião:
Há já algum tempo que não lia um policial como este!
Fria e calculista, assim é Gretchen, uma serial killer que sai completamente das estatísticas e que perturba qualquer um. Archie, a sua última vítima, é também um detective no limbo, entre a vida antes de Gretchen e a vida depois de Gretchen.
Eis o cenário. Um novo serial killer anda a aterrorizar a cidade de Portland e o detective Archie volta à ribalta, chefiando uma brigada de investigação.
De uma forma intensa e perturbante, o leitor é levado para dentro deste thriller vertiginoso, não conseguindo afastar-se do livro até ter o fim à vista.
Gostaria imenso de vê-lo aplicado no grande écran. Confesso que cheguei a visualizar um Al Pacino mais novo encarnando o papel de Archie.
Fantástico!
Em www.bertrand.pt

O clube de leitura do meu coração.

 
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